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Punho de Ferro: destrinchando a nova produção Marvel/Netflix


Com toda a polêmica em torno do Punho de Ferro e os supostos problemas de qualidade que atingiram essa nova aposta da parceria Marvel e Netflix, resolvemos fazer um texto um pouco diferente desta vez, juntando toda a tripulação para ver e comentar a série. São tempos difíceis para a produção cinematográfica e televisiva, todo mundo tem uma opinião formada e pode facilmente dividir com todo mundo no mundinho complicado e agressivo da internet.

Uma única crítica negativa pode rapidamente se transformar na opinião dominante e o efeito manada logo se torna incontrolável. Não estou dizendo com isso que a série é mesmo uma joia rara, uma coisinha incrível e indispensável. A questão deste texto é, na verdade, tentar tirar algum proveito da pluralidade de opiniões. Esperamos aqui poder debater para ser o mais justos possível com a última peça no quebra-cabeça dos Defensores, universo iniciado pelo Demolidor, que também incluem Jessica Jones e Luke Cage.

Neste texto, dividimos os pontos mais interessantes sobre a série e trouxemos aqui alguns tópicos que podem ajudar vocês a compreender o lugar da série no universo dos Defensores. Pode ficar um pouco cansativo e extenso, mas se você não tiver um pouco de paciência com este texto, talvez também não consiga aguentar Punho de Ferro até o final. Siga por sua conta e risco.

Trama, roteiro e desenvolvimento de personagem, por Fernanda Azevedo

Punho de Ferro, herói criado no meio dos anos 70, durante a febre dos filmes de kung fu, foi o último a ganhar uma adaptação da parceria Netflix/Marvel. A série era extremamente aguardada pelos fãs, contudo não conseguiu suprir as expectativas. Veja bem, Punho de Ferro, em minha opinião, é a mais fraca de todas as séries realizadas pela Netflix até o momento. No entanto, também não é a caveira que as pessoas tem feito. Há aspectos positivos na série, que provavelmente meus companheiros da tripulação irão mencionar, mas devo dizer que fiquei com pior aspecto da produção: o roteiro.


Entendo o objetivo da narrativa em mostrar um homem que cresceu isolado e que de repente se vê em outro ambiente completamente diferente, mostrando a pureza do personagem diante de uma sociedade caótica, maliciosa e narcisista. Contudo, o que sempre me irrita em Danny é que às vezes ele parece uma criança de nove anos. A inadequação do personagem é completamente justificável, mas seus atos e decisões não são. O personagem passou por inúmeros desafios e ensinamentos durante o seu tempo em K’un-Lun, devendo ao menos possuir um pouco de maturidade e sabedoria. O roteiro faz questão de nos lembrar disso enquanto Danny ao longo da trama recita inúmeros ensinamentos budistas, mas ao mesmo tempo joga tudo por água abaixo quando este tem um ataque de pirraça contradizendo seus ensinamentos (o que é aquela cena da reunião sobre medicamentos?), prejudicando o desenvolvimento da trama e a empatia do público com o protagonista.

Outro ponto negativo, é que o roteiro utiliza saídas convencionais para que a trama seja desenvolvida. Essas decisões preguiçosas deixam a história um pouco desinteressante e trazem informações desconexas. Um exemplo claro é quando Danny diz que não pode chamar o Punho de Ferro por conta das drogas que recebe no hospital, mas quando é levado pelos capangas de Ward para tomar uma surra consegue obter o poder e fugir do local. Falta uma coesão, entende? Alias, é a palavra chave para todo o roteiro. Coesão é aquilo que não tem. Ao longo da história, não sabemos o objetivo do personagem – se é proteger K’um-Lun, se é acabar com o Tentáculo, sé é assumir seu lugar na empresa do pai, se é enfrentar o conflito com os Meachun – eles pincelam diversas problemáticas, mas não conseguem desenvolve-las ou definir qual caminho o personagem deve seguir. Além disso, os inúmeros flashbacks de Danny ao longo da trama são repetitivos e cansativos.

O Tentáculo é o vilão, porém a falta de um representante que englobe sua função na trama também é prejudicial. Temos diversos antagonistas mais nenhum deles é bem desenvolvido, o que torna ainda mais confusa a jornada do personagem.

Contudo, há coisas interessantes. As mulheres desta série são muito bem desenvolvidas e elas que dão ritmo à trama, sendo o ponto alto Colleen Wing. Você cria uma empatia de cara com a personagem. O desenvolvimento que deveria ocorrer com o protagonista, é feito em Colleen, tornando-a uma personagem muito mais interessante que o próprio Danny. Ao longo da história conhecemos seu passado, seu caráter e no final da temporada acabei me questionando “Bem que a Netflix poderia fazer uma série das Filhas do Dragão”.

Gosto também de como as cores verde e amarelo são utilizadas na trama, fazendo uma alusão ao herói. Seja no escritório de Harold ou nas roupas de Danny ou nas paredes do Dojo de Colleen, os elementos são muito bem utilizados e vão ganhando mais destaque conforme a trama vai progredindo e Danny vai assumindo seu alter ego.


Por fim, Punho de Ferro possui um roteiro fraco e um desenvolvimento confuso. Sendo os destaques da série as mulheres que além de darem ritmo a trama, se mostram mais interessantes do que seu protagonista.

Expectativa e resultado, por Ramon Vitor

A única vantagem da crítica especializada e sua mania repetitiva de perseguição é acalmar as expectativas em produções muito aguardadas. Eu honestamente não consigo levar a sério consenso absoluto. Se o mundo inteiro está dizendo que Punho de Ferro é terrível (não só isso, a maioria dos sites simplesmente não consegue de ver nenhuma fagulha de entretenimento em treze horas de história), eu automaticamente já saio procurando o que tem de bom. Acho que só na pluralidade e no conflito é que a verdade aparece.

Uma semana antes do lançamento de Punho de Ferro, a negatividade se espalhou pela internet. Simplesmente não parecia haver qualidades na série que era resumida ao adjetivo tão comum hoje em dia: lixo. Não existe mais meio termo também. Ou é incrível e inesquecível ou uma grande bosta. Bom, também não acredito em nada tão absoluto.


De modo que Punho de Ferro foi para mim uma surpresa agradável. A série cheia de problemas tem tanta qualidade quanto duas de suas antecessoras, Jessica Jones e Luke Cage. Embora também divida os defeitos de ambas. Punho de Ferro, como Jessica Jones e Luke Cage, tem um problema óbvio de ritmo após a primeira metade da temporada. A história consegue ser arrastada e, na tentativa de criar complexidade, perde o rumo e fica estranha e monótona. É o que acontece em Luke Cage depois que o Boca de Algodão morre. Também é o que acontece em Jessica Jones depois de... bom, depois do primeiro minuto do capítulo um.

Nesse sentido, os ataques ferrenhos à Punho de Ferro me incomodam um pouco, porque seus defeitos mais óbvios não deveriam ser novidade para quem já acompanha a parceria Marvel e Netlfix, já que só a primeira temporada de Demolidor se salva do monstro da falta de ritmo, do monstro do enredo arrastado e às vezes sem nexo.

Punho de Ferro tem um protagonista cativante e carismático. Sua postura de velho sábio e desapegado do mundo material pode não casar muito bem com nossos tempos muito consumistas, corridos e apressados, mas fazem sentido dentro da construção do personagem. Pode parecer pouco autêntico também que o milionário ache tão atraente se vestir de mendigo, mas é carismático mesmo assim. Não consigo evitar de gostar.


Durante a primeira metade da temporada, enquanto a ameaça do Tentáculo se desenvolve e Danny Rand constrói suas relações, a série tem um frescor agradável e um ritmo até bem divertido. A ingenuidade de Danny, no entanto, consegue se transformar em tolice sem sentido do meio para o fim, o carisma se perde um pouco entre decisões irritantes e que não ajudam a trama a andar. O roteiro, de repente, faz questão de se enrolar para irritar e utiliza várias vezes um recurso típico de romance de banca e comédia romântica: a falta de comunicação. Personagens que poderiam ter resolvido seus problemas e os problemas da história simplesmente com uma boa conversa de vinte minutos, mas que preferem ficar zanzando pela cidade sem avançar em nada.

No fim das contas, Punho de Ferro se perde um pouco, mas não desvaloriza o personagem nem descaracteriza o que seus fãs aprenderam a gostar. É uma série mediana, que exige um bocado de paciência e boa vontade na reta final, que infelizmente não se destaca, mas certamente não é de todo mal. Vale o esforço, no fim. A série é tão boa quantos suas antecessoras. Infelizmente, é tão ruim quanto elas também.

Efeitos visuais, por Raphaela Viera

A história do Punho de Ferro se resume a um garoto rico (e órfão) que aprende artes marciais e retorna para casa para combater o mal – nada muito diverso do Batman, Arqueiro Verde ou Dr. Estranho. Talvez o maior desafio aqui tenha sido para os roteiristas, que precisaram deixar a narrativa digestível e distinta. O que, no fim, não conseguiram fazer muito bem. As conversas são repetitivas e os personagens estão sempre insistindo em falar como eles se sentem (geralmente, quando você não perguntou nem quer saber).


Já os efeitos visuais, provavelmente separam uma parte pequena do orçamento. Não chega a incomodar, mas você sabe que não está bem feito e que as tecnologias poderiam ter feito melhor.

As lutas também causam desconforto ao espectador. Podemos colocar a culpa na coreografia ou até na decupagem. Eles quiseram trazer o que as pessoas amaram em Demolidor, mas falharam e passaram bem longe de criar uma linguagem própria. O estilo visual da série não acompanha o dinamismo. Não estamos falando de um chi qualquer. Por se tratar de artes marciais, as acrobacias mereciam mais foco, aqui elas parecem genéricas. Talvez tivesse funcionado nas filmagens de Power Rangers, nos anos 90.


Punho de Ferro como adaptação, por Miguel Felipe

Como sabemos, todas as adaptações possuem suas polêmicas divergências e assim também foi com Punho de Ferro, por isso eu trouxe aqui alguns aspectos que diferem a série das revistas em quadrinhos do personagem.

A série menciona o nome das duas últimas publicações solo do Punho de Ferro nas HQs: O Imortal Punho de Ferro, lançado entre 2006 e 2009, com 27 volumes, e Arma Viva, com 12 volumes entre os anos de 2014 e 2015, embora a série siga mais no estilo dessa última.

Para evitar spoilers, tanto da série quanto das HQs, não me aprofundarei em muitos detalhes, mas vou tentar destacar aqui alguns pontos para entender o que diverge e o que coincide entre a série e os quadrinhos.


Já no começo, há uma boa diferença. Embora o personagem responsável tenha sido mantido fiel, a causa mortis dos pais de Daniel na série não é a mesma dos quadrinhos.

Outro fato apresentado logo de cara é que Danny explica que veio de K'un Lun através de uma passagem que se alinha de quinze em quinze anos na Terra, mas nas HQs, o tempo é de dez anos e a abertura dura apenas um dia. Isso implica diretamente com a idade do personagem, fazendo com que Danny volte aos dezenove anos de idade nos quadrinhos, bem mais novo do que o Danny representado por Finn Jones. Acredito que essa mudança tenha sido necessária para alinhar a idade de Danny à de Jessica, Luke e Matt.

Alguns personagens foram remodelados, como Davos, que não é amigo de treinamento de Daniel, mas sim de seu pai, e tampouco possuem idades equivalentes. Ainda sobre este personagem, vale ressaltar que ele só se encaixa no mesmo rumo das HQs no último episódio da série.


Madame Gao não pertence ao universo 616 da Marvel, muito menos tem contato com Danny, mas foi inserida nas séries do universo Netflix desde Demolidor e está desempenhando uma boa ligação entre todos os protagonistas.

Ward é tio de Joy nas páginas, embora realmente se junte a ela em desígnios que só ficam mais evidentes no final da série. Valendo dizer que não existe toda essa emotividade entre Danny e Joy, quando ele volta. Pelo contrário, Joy e Ward passam a odiar o Punho de Ferro desde seu retorno de K'un Lun.

Harold, irmão de Ward e pai de Joy, não possui ligação com o Tentáculo (The Hand) e também não sai de cena da mesma maneira que a Netflix mostra. Provavelmente, recriaram o personagem para dar mais sentido às ações e influências do Tentáculo na vida de Danny. Na verdade, Danny só se encontra com a organização Tentáculo em Heróis de Aluguel, mas como a Netflix resolveu usar esse vilão para as séries, o grupo acaba se tornando o arqui-inimigo do personagem na série.

"O Punho de Ferro é o inimigo declarado do Tentáculo" é uma afirmação bem equivocada, se comparada aos quadrinhos.

A maioria dos confrontos do Punho de Ferro na série realmente aconteceram nas HQs, o problema é a cronologia. Algumas lutas foram puxadas lá do futuro e outras foram trazidas de outros arcos, acredito que para deixar a série com um pouco mais de ação e atrair mais os expectadores.

Se você achar (ou achou) Danny um tanto perdido entre razões e emoções (momento emo, com música do NX-Zero) não se preocupe, ele realmente está! E isso não ficou solto, foi realmente intencional. Primeiro que é meio assim mesmo no retorno dele à Nova York, nos quadrinhos, e segundo que os produtores se aproveitaram disso para planejar algo das próximas temporadas, que a gente ainda não faz ideia.

Também preciso falar do uniforme que Danny não usa na série, mas que vemos uma referência. Para desanimar um pouquinho, o personagem aparentemente ainda não irá utilizar o uniforme em Defensores e nem na próxima temporada de Punho de Ferro. Isso deve se estender até que ele encontre sua verdadeira identidade, segundo os produtores da série.

No final das contas, a narrativa foi dobrada, o tempo foi estendido e também cortado, misturando a raiz do personagem com coisas do futuro, algumas coisas foram inventadas e outras reconstruídas. Alguns pontos ficaram abertos para quem não conhece as páginas dos quadrinhos, mas, no geral, falando como um fã do personagem, eu não consegui deixar de gostar da série, desde o início ao último episódio. Além de que, acredito que algumas dessas mudanças tenham sido feitas para alinhar a trama junto com as demais séries, preparando o cenário para os Defensores.

Punho de Ferro como entretenimento, por Julia Dalmaso

Aparentemente tudo o que a Netflix aprendeu e investiu na primeira e segunda temporada de Demolidor e nos demais personagens que compõem os Defensores, ela resolveu desconsiderar nessa adaptação de Punho de Ferro.

Em uma visão geral, como uma telespectadora leiga no tema dos quadrinhos, achei as coreografias de lutas mal coordenadas. Obviamente, Finn Jones não pode ser considerado um lutador de destaque, mas bem que poderiam ter investido mais no estilo Kill Bill e mostrado o que realmente os fãs gostariam de ver na série.


A atuação preguiçosa de Danny e as narrativas sem nexo são outros pontos que fazem com que tudo fique morno e não nos deixe presos e ansiosos para o próximo episódio. Diferente das narrativas dos demais Defensores, que tem claramente temas definidos com Demolidor tratando principalmente de questão urbana, Jessica Jones focando em abusos e Luke Cage na violência das ruas e preconceitos, Punho de Ferro não estabelece uma conexão com um tema central, ele aborda um pouco de tudo, brigas familiares, finanças, misticismo deixando tudo confuso e sem nenhum tema resolvido de forma satisfatória.

Não vou falar muito sobre os efeitos especiais mal feitos. No geral, a série deixa muito a desejar e reúne tudo aquilo que você não quer ver numa adaptação da Marvel.

Importância da série dentro do Universo Marvel/Netflix e o que esperar de Defensores, por José Neto

Sendo a última série antes de Defensores, Punho de Ferro veio com o intuito de apresentar melhor o Tentáculo, a organização que está por trás de grande parte das ilicitudes de Nova York, e será o motivo pelo qual irão se juntar todos os heróis da Marvel/Netflix.

Já fomos apresentados ao Tentáculo na série do Demolidor, como uma das facções criminosas que Murdock enfrenta na duas temporadas que já ocorreram, sendo a Madame Gao a líder. Em Punho de Ferro, contemplamos melhor a estrutura da organização, com a volta da vilã, em rota de colisão com o Danny Rand, porém surge a figura do Bakuto, que toma o poder da vilã e passa a ser a principal ameaça ao herói.


Somos apresentados ao misticismo, com a cidade de K'un-Lun (local mágico que aparece a cada 15 anos) e o Punho de Ferro, que consegue seus poderes após derrotar o dragão místico Shou-Lao cujo coração é uma fonte de energia arrasadora.

A série está repleta de easter eggs e menções aos outros seriados do streaming, pois se logo após os acontecimentos da primeira temporada de Luke Cage e um pouco na frente da segunda temporada de Demolidor, no qual vemos referências para afirmar isto:

  • A enfermeira Claire cita que conhece outras pessoas com superpoderes;
  • Madame Gao cita várias vezes o Demolidor e o Luke Cage;
  • Finn usa a camisa do Luke Cage, dada por Claire logo após cuidar das feridas dele;
  • As cartas recebidas por Claire, enviadas por Luke no período em que ele está na prisão;
  • Karen Page é mencionada por uma jornalista que entrevistou Ward Meachum;
  • Um estudante da Colleen Wing em seu dojô, Darryl, já apareceu na série ‘Luke Cage’, quando foi mostrado sendo preso pela polícia.
Na série vemos vários personagens que já apareceram no universo Marvel/Netflix, como a Madame Gao (Demolidor), a Claire Templet (Todas as 4 séries), a Jeri Hogarth (Jessica Jones e Demolidor) e o Darryl (Luke Cage).


O que esperar de Defensores? As gravações acabaram no último domingo, dia 19/03/2017 e até agora não há nada confirmado da trama que será apresentada, além de quem os heróis irão enfrentar, que será a organização Tentáculo, provavelmente abordando o lado mais místico, seguindo o caminho mais parecido do que vimos em Punho de Ferro e no segundo arco da segunda temporada de Demolidor.

Madame Gao já foi confirmada na série como uma das vilãs, bem como teremos a inserção de outra, a Alexandra, vivida por Sigourney Weaver. Porém não teremos o Rei do Crime, nem Davos, que ficarão pra outra temporada solo de seus arqui-inimigos.

Veremos uma interação entre vários personagens, não só os que levam os nomes das séries, mas também os coadjuvantes. Teremos interações entre os personagens, piadas, porém observaremos intrigas entre eles, pelo menos no começo da série, até chegar no ponto em que todos se entenderão e partirão para a ação.


Esperemos muita ação, pois se passará ao longo de apenas 8 episódios, e não em 13 como estamos acostumados a ver nas demais séries. Levando em conta os estilos diferentes de luta de cada herói. A super força de Jessica e Luke e as artes marciais de Matt e Danny.

Provavelmente teremos respostas para algumas perguntas que foram criadas durante às séries, como qual é o significado do imenso e profundo buraco que o Matt Murdock encontra na segunda temporada de Demolidor e o que acontecerá com Elektra. Irá voltar à vida nos mesmos moldes que Harold Meechum? Lembremos que o Tentáculo roubou o corpo dela.


A esperança é que tenhamos a melhor série da Marvel/Netflix com a junção de tantos personagens icônicos e pelo fato que terá só 8 episódios, não precisando ter barriga, com roteiro conciso e bem estruturado.

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