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Resenha: Para todos os garotos que já amei, Jenny Han



A Bienal 2017 se aproxima e nós por aqui estamos mega ansiosos! É contagem regressiva desde o dia 31 de Julho, é sorteio valendo ingresso para o evento (vish dei spoiler!) e muitos textos dentro desse vasto universo que é o dos livros. Por isso, hoje e escolhi trazer para vocês a resenha de “Para todos os garotos que já amei", pois a autora Jenny Han estará aqui nas terras tupiniquins pela primeira vez, para participar da XVIII Bienal Internacional do Livro Rio, no dia 2 de setembro! Jenny virá celebrar o lançamento do terceiro livro da trilogia “Agora e para sempre, Lara Jean”. Para todos os garotos que já amei foi lançado em 2015 e conquistou inúmeros fãs. Confira o que achamos desse primeiro livro da trilogia.

Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Lara é uma menina doce e bem romântica que vive com seu pai, sua irmã mais nova, Kitty, e a irmã mais velha Margot. Sua mãe faleceu quando elas ainda eram bem novinhas, então desde cedo Margot assumiu a posição de cuidar de todos da casa. Então, quando ela se muda para a Escócia, a fim de cursar a faculdade, Lara se sente insegura em assumir a posição da irmã. 

Lara nunca foi muito segura de si. Quando se apaixonava, mantinha o sentimento em segredo. Assim, ela adquiriu o costume de escrever cartas para seus amores platônicos, como uma forma de despedida, para se livrar do sentimento.

 “Não são cartas de amor no sentido mais estrito da palavra. Minhas cartas são de quando não quero mais estar apaixonada. São cartas de despedida. Porque, depois que escrevo, aquele amor ardente para de me consumir. Posso tomar o café da manhã sem me preocupar se ele também gosta de banana com cereal; posso cantar músicas românticas sem estar cantando para ele.”

Um dia, misteriosamente, todas as cartas que Lara Jean escreveu são entregues para cada um dos destinatários. Ela fica desesperada, pois um dos garotos que recebeu, é Josh, o ex namorado de sua irmã Margot. 

“Josh Sanderson, eu gostei de você primeiro. Você era meu primeiro. E, se tivesse sido eu, eu o teria colocado em uma mala e levado comigo, ou, quer saber? Nem teria partido. Eu nunca abandonaria você. Nem em um milhão de anos, por nada neste mundo.”

Um dia, misteriosamente, todas as cartas que Lara Jean escreveu são entregues para cada um dos destinatários. Ela fica desesperada, pois um dos garotos que recebeu, é Josh, o ex namorado de sua irmã Margot. Quando ela percebe que Josh virá questioná-la, tomada pela impulsividade ela cria um plano louco, corre e pula no colo de Peter K, um dos garotos mais populares da escola, tascando-lhe um beijão daqueles de cinema, na frente de todos! Assim, em um acordo mútuo, Lara e Peter iniciam um relacionamento fake, fazendo com que a vida dela dê uma reviravolta, trazendo experiências que nunca tinha vivido. 

O livro não explora somente o romance, mas tem um foco maior no amadurecimento de Lara Jean. Ela viveu toda a vida dependente de sua irmã mais velha, então quando é obrigada a se desgarrar dela, ela começa a viver uma vida diferente, uma vida no qual ela sempre teve medo e sempre se escondeu. E o livro narra muito bem esse crescimento, por mais que tenha uma escrita bem simples.

O livro é um clichê, como eu disse algumas vezes aqui no blog, é muito diferente quando já iniciamos o livro sem expectativas, sabendo que a história não vai surpreender muito e nem trazer grandes reviravoltas. Esse é um livro simples com uma história simples, porém é envolvente e fofo. Um livro que em poucas horas você devora! Vale muito a pena conhecer a escrita da autora e, se você gosta do gênero, tenho certeza que nos encontraremos na fila da Bienal para garantir o ingresso dessa fofa maravilhosa!


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