Swift

Me dê motivos para assistir Once Upon a Time... Toma!



A sétima temporada de Once Upon a Time começa no dia 6 de outubro e como grande fã da série – mesmo com toda essa mudança repentina na história – eu não poderia deixar de vir fazer um jabá!

Antes de mais nada, se você não curte ou nunca parou para assistir, saiba que eu já fui como você! Eu não colocava fé nenhuma na série até que por insistência da minha amiga e xará Rafinha, eu resolvi assistir pelo menos a primeira temporada completa e me surpreendi. E isso não aconteceu só comigo! Minha irmã também já foi dessas que não terminava nem o primeiro episódio e um belo dia me ligou dizendo que estava viciada e que a série é muito boa. Então vamos dar uma chance! Aqui nesse post separei alguns motivos particulares que me fizeram continuar acompanhando Once Upon a Time.

Agora se você já é fã e caiu de paraquedas aqui no post, aproveita para deixar nos comentários os motivos que te levaram a assistir a série e qual é o seu personagem preferido. Vamos trocar figurinhas!

A HISTÓRIA


Basicamente estamos falando de uma série sobre contos de fadas que tem uma trama interessante e bem explorada. Boa parte da história acontece no mundo real, numa cidadezinha no estado do Maine chamada Storybrooke, e a outra se passa na Floresta Encantada. Ao passar das temporadas também conheceremos outros lugares como o País das Maravilhas, a Terra do Nunca, entre muitos outros mundos...
O resumão da primeira temporada gira em torno da maldição lançada pela Evil Queen (pt: Rainha Má, também conhecida como Regina). Como consequência para conquistar o seu próprio final feliz – o que não foi bem isso que aconteceu – a vilã foi capaz de aprisionar todos os personagens dos contos de fadas – inclusive ela – no mundo real e agora eles estão parados no tempo e não lembram quem são – menos ela.
Só quem pode quebrar essa maldição é a filha da Branca de Neve (ou Mary Margaret) e do Prince Charming (pt: Príncipe Encantado, como você preferir ou mais conhecido como David). Ela foi enviada para o mundo real antes que a maldição fosse concluída e desde então cresceu sozinha e em lares de adoção. O nome dela é Emma Swan, e no seu aniversário de 28 anos ela é “presenteada” com uma visita surpresa de seu filho Henri de 10 anos (que ela deixou para adoção assim que nasceu e só adivinha quem adotou ele?), que aparece em sua casa dizendo que ela é a pessoa escolhida para ser a Salvadora, e que é ela quem vai trazer de volta os finais felizes.
Na primeira vez que me deram essa sinopse eu não coloquei fé nenhuma, achei até muita maluquice envolvida, mas quando você assiste e compreende tudo o que está acontecendo, tudo fica mais claro e lindo! Lembrando que não é uma história sobre adolescentes! Pelo contrário, OUAT vai te dar uma versão madura dos contos de fadas. Como eles pararam no tempo, acaba que mãe e filha (Emma e Mary Margaret) tem a mesma idade.
E quando dizemos que é uma série sobre “contos de fadas”, não estamos referindo apenas aos clássicos da Disney, também temos muitas outras histórias envolvidas como a do Frankenstein, do Rumpelstiltskin (que é originalmente um conto de origem alemã), as histórias de Jekyll e Hyde, do Rei Arthur, entre várias outras... Todas se envolvem de alguma forma na trama principal.

O ESTILO NARRATIVO


Você demora um pouco para pegar o ritmo e o estilo da série. Pelo menos nos três/quatro primeiros episódios, principalmente nas cenas contando o passado dos personagens, os efeitos visuais são bem estranhos e um pouco falsos, mas isso passa! Não só porque a qualidade da produção vai melhorando ao pa$$ar da$ temporada$, mas você também começa a se familiarizar com o estilo. Vejamos: são contos de fadas com histórias que realmente aconteceram (finge aí), então os outros mundos precisam ter uma estética diferenciada, certo?

PRINCESAS SEM FRESCURAS


Uma das coisas mais geniais é que em OUAT as princesas são retratadas com atitudes bem diferentes das personagens de alguns clássicos da Disney. É bem aquela coisa de empoderamento feminino! Elas são fortes, destemidas, aventureiras, de tomar atitudes e fazer o circo pegar fogo ou resolver as tretas. E digo isso não só para as princesas, as vilãs também tem são time maravilhoso. Todo elenco feminino da série tem uma força sem igual.

ME APAIXONEI PELOS VILÕES


Isso para mim não é novidade porque desde que eu me entendo por gente eu sempre preferi vilões, mas para você que é do “Team Heroes”, pode acabar se apaixonando pelo lado negro da força! Motivos temos de sobra: Evil Queen, Rumpelstiltskin, Capitão Gancho, Wicked Witch, Cruella, Úrsula, Malévola, Rainha de Copas, Hades e mais um time de peso vão te mostrar o que os filmes da Disney não mostram!

Nos clássicos, os vilões já são maus e continuam assim até se ferrarem. Em OUAT, a história de cada um é aprofundada e você conhece o motivo pelo qual eles se tornaram vilões e maioria desses motivos mexe tanto com você, que é impossível odiá-los!

A DIREÇÃO DE ARTE


O que também é impossível: não gostar dos figurinos. É sério, dá vontade de sair fazendo cosplay de tudo! Alguns são bem fiéis aos figurinos originais dos clássicos e outros são inusitados, mas todos são perfeitos. Bônus para o guarda-roupas da Evil Queen. O da Emma a gente descarta (pelo menos enquanto ela está em Storybrooke).

A ESPERA DO SEU CLÁSSICO PREFERIDO


Em cada episódio você se depara com um novo personagem e assim uma nova história vai se encaixando nos acontecimentos. O mais legal de ter personagens que fizeram parte da sua infância é que cada vez mais, você vai ficando ansioso para descobrir quem o seu personagem preferido é nos tempos atuais, como ele é e como ele será retratado. Levanta a mão quem ainda está esperando o Mufasa e o Scar? \o/

OS ENSINAMENTOS


E como em todo conto de fadas sempre tem aquela liçãozinha de moral, com OUAT não é diferente! Ao longo da série você vai tirando algumas lições como aprendizado. Mesmo que o foco aqui seja “o final feliz” (happy ending) – que a gente percebe que não é bem assim que acontece – tem muito mais por trás de cada episódio.

Como no episódio que conta a história do Grilo Falante... sem dúvidas, é um dos meus episódios preferidos de toda a série, seguido pela história da Úrsula – que fique entre nós que eu tive uma leve lubrificação nos olhos. Uma sinopse rápida: ele nem sempre foi um grilo. Ele era humano, seus pais trabalhavam com show de marionetes e o usaram para enganar e roubar as pessoas durante a maior parte de sua vida. O Grilo sempre se sentiu culpado por suas ações e pedia para seus pais pararem, mas eles nunca o ouviram, isso o levou a procurar por ajuda... e não vou contar o resto. J

Então é isso tripulação, se você ainda não arriscou em se aventurar nas histórias de Once Upon a Time, esse é o seu momento! Já aviso que a série tem altos e baixos, mas isso qualquer produção tem, não é mesmo?

Para finalizar e instigar ainda mais sua curiosidade, dá só uma olhada nesse vídeo incrível que compara os personagens dos contos de fadas com os personagens da série.



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