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Primeiras impressões | Call of Duty: World War II


Um dos jogos mais esperados nessa BGS 2017 com toda certeza era Call of Duty: WWII, que saiu do cenário moderno de Infinite Warfare e fez os fãs voltarem ao tempo, ao levar-los direto para a Segunda Guerra Mundial. 

Com uma narrativa baseada em inúmeras consultas e pesquisas, vemos a riqueza histórica do game, como também, a abordagem de alguns assuntos polêmicos que na época foram motivos de perseguição, como o antissemitismo. 

Diante disso, a história acaba não sendo corrida, ainda mais se tratando de um evento histórico, tomando um cuidado no desenvolvimento de seus personagens e na identificação do jogador com a história contada, fazendo com que você não queira desgrudar a bunda da cadeira e a mão do controle.

Toda a ambientação é muito bem feita. A partir do momento em que colocamos o headset somos transportados para a zona de guerra e completo caos, onde você realmente sente estar com uma arma em mãos e atirando nos inimigos à sua frente.O mesmo pode se dizer do som, que foi mais aprofundado, onde escutamos até mesmo a voz dos personagens que estão distantes.

Em relação aos controles não há muitas mudanças, porém sentimos mais leveza e agilidade ao se esquivar, na troca de armas e na recarrega. Já o mapa acaba não tendo tanto a forma vertical e não temos regalias de armas e coisas em abundância durante as batalhas, temos que racionar com o que temos em mãos e tomar cuidado para eles não acabarem, já que os postos que podemos encontrar munições nem sempre tem aquilo que queremos.

Mesmo que não tenhamos na beta a possibilidade de jogar o modo história - disponível apenas no modo multiplayer -, isso não desmerece o game e nos dá uma ideia do que iremos enfrentar durante toda sua campanha. Mesmo que algumas coisas não sejam mais tão dinâmicas, teremos um jogo imersivo e que exigirá inúmeras estratégias no campo de batalha.

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