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Linha do Tempo: Meryl Streep


Aproveitando a estreia de ‘Mama Mia: Lá vamos nós de novo!’, é claro que não poderíamos deixar de exaltar uma das atrizes mais talentosas de Hollywood aka Meryl Streep. Com 69 anos, Meryl já teve 21 indicações ao Oscar com 3 vitórias e mais de 30 indicações ao Globo de Ouro, com 8 vitórias. Com tantos personagens marcantes, todos sabemos que sua filmografia é enorme, porque são mais de 40 anos de carreira, por isso decidimos alguns filmes que mostram bem a versatilidade e o talento dessa diva maravilhosa, confira! 

O Franco Atirador (1978) 


Em um clássico drama de guerra que reúne os atores Robert De Niro, John Savage e Christopher Walken; Meryl estreia no papel de Linda a namorada Nick, mas que tem um interesse amoroso por Michael, mas seus caminhos se separam quando eles são enviados para lutar na Guerra do Vietnã. Este filme foi o responsável por sua primeira indicação ao Oscar, que embora não tenha vencido, já significou muito abrindo o caminho rumo ao estrelato! 

Kramer vs. Kramer (1979) 


O filme lida com o tema do divórcio de uma forma que nenhum filme tinha feito antes. Na trama, Ted Kramer (Dustin Hoffman) é um profissional para quem o trabalho vem antes da família. Joanna, sua mulher, não consegue mais suportar esta situação e sai de casa, deixando Billy (Justin Henry), o filho do casal. Quando Ted consegue finalmente ajustar seu trabalho às novas responsabilidades, Joanna reaparece exigindo a guarda da criança. Ted não aceita e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia do garoto. Meryl é Joanna, que já adiantamos que vai ser daqueles personagens fáceis de odiar, mas seu desempenho é tão marcante que foi aqui que ela ganhou o seu primeiro Oscar! 

As Pontes de Madison (1995) 


Este é um filme que não agrada a todos, onde temos uma história de amor daquelas comoventes, dirigida pelas mãos de Clint Eastwood. Meryl interpreta a personagem Francesca e sua atuação é apaixonante! No filme, um fotógrafo da revista National Geographic, é incumbido de fotografar as pontes de Madison, em Iowa. Lá, ele conhece a dona de casa Francesca, cujo marido e filhos estão viajando. Os dois vivem um breve e intenso romance entre duas almas gêmeas que se conheceram tarde demais. 

O Diabo Veste Prada (2006) 


Tão poderosa e assustadora ao mesmo tempo, Meryl interpreta Miranda, a principal executiva de uma renomada revista de moda de Nova York que aterroriza a vida de sua nova assistente Andrea (Anne Hathaway). Um dos filmes ícones para a cultura pop! 

Dúvida (2008) 


Em 1964, o carismático padre Flynn (Philip Seymour Hoffman) tenta acabar com os rígidos costumes da escola St. Nicholas, localizada no Bronx. A diretora do local é a irmã Aloysius Beauvier (Meryl Streep), que acredita no poder do medo e da disciplina. A escola aceitou recentemente seu primeiro aluno negro, Donald Miller (Joseph Foster), devido às mudanças políticas da época. Um dia a irmã James (Amy Adams) conta à diretora suas suspeitas sobre o padre Flynn, de que esteja dando atenção demais a Donald. É o suficiente para que a irmã Aloysius inicie uma cruzada moral contra o padre, tentando a qualquer custo expulsa-lo da escola. 

Mamma Mia! (2008) 


No musical, Meryl interpreta Donna, a proprietária de um hotel nas ilhas gregas, está preparando o casamento de sua filha com a ajuda de duas amigas. Enquanto isso, a noiva Sophie (Amanda Seyfried) convida três ex-namorados de sua mãe na esperança de conhecer seu verdadeiro pai. Agora, dez anos depois, temos a sequência ‘Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo’ que já estreou nos cinemas! 

A Dama de Ferro (2011) 


Em mais um filme que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz, Meryl Streep é Margaret Thatcher, que antes de se posicionar e adquirir o status de verdadeira dama de ferro na mais alta esfera do poder britânico, teve que enfrentar vários preconceitos na função de primeira-ministra do Reino Unido em um mundo até então dominado por homens. Durante a recessão econômica causada pela crise do petróleo no fim da década de 70, a líder política tomou medidas impopulares, visando a recuperação do país. Seu grande teste, entretanto, foi quando o Reino Unido entrou em conflito com a Argentina na conhecida e polêmica Guerra das Malvinas. 

Ricki and the Flash: De Volta Para Casa (2015) 


Nem tudo são flores! Nossa diva Meryl Streep também já deu algumas escorregadas na sua carreira, não por uma péssima atuação – porque isso vai ser difícil/impossível que acontecer – mas por ter entrado em uma produção que não foi tão gloriosa. Ricki and the Flash foi uma delas! No filme, Meryl está com um visual todo despojado de uma cantora de rock com mais de 50 anos de idade., que sempre se apresenta com a banda The Flash em um pequeno bar. Sua situação financeira é precária, e ela não vê os filhos adultos há décadas. Um dia, o ex-marido Pete (Kevin Kline) liga para Ricki, avisando que a filha Julie (Mamie Gummer) foi abandonada pelo marido, e pedindo ajuda para tirá-la de um estado depressivo. Reticente, a mãe retorna ao lar, e descobre que tanto Julie quanto seus dois irmãos têm muito ressentimento por causa do abandono quando eram crianças. Essa é a oportunidade para Ricki fazer as pazes e tentar ser mais presente na vida deles. 

The Post (2017) 


O drama dirigido por Steven Spielberg trás Meryl no papel de Kat Graham, a dona do The Washington Post, um jornal local que está prestes a lançar suas ações na Bolsa de Valores de forma a se capitalizar e, consequentemente, ganhar fôlego financeiro. Ben Bradlee (Tom Hanks) é o editor-chefe do jornal, ávido por alguma grande notícia que possa fazer com que o jornal suba de patamar no sempre acirrado mercado jornalístico. Quando o New York Times inicia uma série de matérias denunciando que vários governos norte-americanos mentiram acerca da atuação do país na Guerra do Vietnã, com base em documentos sigilosos do Pentágono, o presidente Richard Nixon decide processar o jornal com base na Lei de Espionagem, de forma que nada mais seja divulgado. A proibição é concedida por um juiz, o que faz com que os documentos cheguem às mãos de Bradlee e sua equipe, que precisa agora convencer Kat e os demais responsáveis pelo The Post sobre a importância da publicação de forma a defender a liberdade de imprensa.

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