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Review | The Gifted (S02E01)


Acabou a espera, mutantes! Finalmente a segunda temporada de The Gifted está acontecendo e hoje tivemos a estreia do primeiro episódio aqui no Brasil que já está disponível para assistir pelo FOX APP

O primeiro episódio se passa seis meses depois dos acontecimentos da última temporada. A Resistência Mutante está recomeçando a vida, “aproveitando” o fato do governo achar que eles morreram na sede em Atlanta - como mostra no último episódio da primeira temporada. Agora eles estão escondidos em um novo local, que fica em Washington, e continuam suas missões de resgatar mutantes em perigo. 


Nada muito fora da rotina que já nos foi apresentada. A exceção é que temos Reed Strucker (Stephen Moyer) com alguns sintomas que indicam que seu gene x vai “explodir” e aparecer a qualquer momento, e depois de tanto tempo “hibernado”, pode ser que isso seja um problema. Também temos Caitlin (Amy Acker), sendo sempre a mãe preocupada e disposta a fazer qualquer coisa para encontrar Andy (Percy Hynes-White)

O personagem Eclipse (Sean Teale) também passa por momentos agoniantes em não ter notícias de Polaris (Emma Dumont) que está prestes a dar à luz. E para a alegria de muitos, neste primeiro episódio já temos um romance acontecendo entre Blink (Jamie Chung) e Thunderbird (Blair Redford). 

Paralelo à Resistência temos o Clube do Inferno – agora nomeado de Ciclo Interno – que se prepara para dar impulso em um novo plano onde os mutantes governam o país; mas antes que isso aconteça – e que provavelmente irá se estender ao longo dessa temporada – temos a tensão do episódio que fica por conta do parto de Polaris, que não vai ser nada fácil. 


Também temos novos personagens, alguns que devem só passar, como o hacker mutante chamado Wire que consegue captar qualquer informação através do computador, desta forma, Eclipse e Caitlin conseguem informações preciosas sobre o Ciclo Interno. E alguns personagens que serão recorrentes nesta temporada, como Reeva Payge (Grace Byers), a "rainha" do Ciclo Interno que tem poderes de usar sua voz para distorcer a percepção de realidade de outras pessoas.

Na parte técnica temos uma mudança visual. A fotografia passa para um tom de sépia mudando a cor da ambientação da Resistência Mutante e quando passamos para o Ciclo Interno, temos uma mudança de paleta para cores mais frias. E para quem reclamava que os efeitos visuais da primeira temporada eram fracos, agora isso não é mais problema!

Resumindo, é tudo bem cara de primeiro episódio: alguns momentos são um pouco entediantes, mas todos os acontecimentos deixam aquele escape para as tretas que podem acontecer a seguir e isso nos deixa cada vez mais ansiosos por mais! Alguém aqui também está esperando pela aparição dos Morlocks?


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