Swift

Mais do que um super-herói


Não é difícil reconhecer minha fanboyzisse extrema quando se trata do Capitão América, certo?! É realmente o meu amor maior dentro da MARVEL, daqueles que eu faço questão de declarar. Diante disso, algumas pessoas me cobraram um "pronunciamento", com minha opinião sobre a saída do Chris Evans do MCU, finalizando seu papel como Capitão América.



Eu posterguei bastante para falar sobre isso, mas chegou a hora, uma vez em que o seu último filme com o personagem chega em breve — Vingadores: Ultimato. Bom, mas para começar, eu preciso voltar no tempo, lá em 2009, quando foi anunciado o primeiro filme do Capitão América pelo MCU.

Lembro de que quando eu soube disso, fiquei bastante chateado, porque na minha ideia, naquela época, o MCU era um fracasso. Então quando saiu a escalação do Chris Evans para interpretar o meu Capitão nos cinemas, mais uma parte do meu mundo ficou cinza, porque eu não queria o Evans no papel, até mesmo por conta dele “já ser” o Torch.


Foi um péssimo dia, quando li a notícia da escolha. Fanboy que é fanboy sofre de verdade mesmo! E então, de birra, como uma criança de cinco anos, eu disse que não assistiria ao filme e ponto-final. Eis que chegou o dia 28 de julho de 2011 e eu era o primeiro da fila do cinema, na primeira sessão de Capitão América: O Primeiro Vingador, com camisa do Cap, copo do Cap, e brindes do Cap por ter comprado o ingresso na pré-venda. Já falei que sou fanboy, certo? Porque fanboy que é fanboy, também faz assim.

Certamente eu não conseguiria deixar de assistir ao meu amor maior em um filme totalmente dedicado a ele, nas telonas, mas confesso que entrei na sessão com muito ceticismo para com o Chris Evans. Isso durou em torno de vinte minutos de sessão, e então meus preconceitos começaram a cair por terra. Quando a sessão terminou, eu havia descoberto dois novos amores: Passei a amar o MCU por ter feito um filme tão perfeito, do meu Capitão América, e passei a amar um cara chamado Chris Evans — por também ter sido um Capitão América tão perfeito.


A partir daí, eu comecei a acompanhar os trabalhos do Evans, no universo além de seu uniforme-de-bandeira e comecei a gostar de verdade do cara, não apenas por ele ter comprado a ideia do Cap, mas realmente pelo ator que ele é. Gostei, principalmente, das capacidades dele para o drama — Um Laço de Amor (Gifted) e Antes do Adeus (Before We Go) que o digam por mim — e também confio em suas habilidades como diretor — como ele já expressou querer trabalhar. Posso dizer sem dúvidas que ele conseguiu me conquistar e que hoje sou fã dele também.


Quando soube de seu anúncio, do término de trabalho no MCU, eu realmente fiquei triste e bastante chateado em um primeiro momento. Certamente eu não queria que ele deixasse o papel do Steve Rogers, que ele interpretou com tamanha maestria e com tanto amor. Não queria deixar de ver a maneira como ele, literalmente, vestiu o uniforme e mergulhou no meu personagem favorito, porque é assim que fanboy pensa. Mas acima disso eu não posso ser egoísta e deixar de entender que ele é mais do que apenas o Capitão América — não diminuindo o personagem, jamais! Entendo que seus talentos podem ser muito mais desenvolvidos fora da limitação encarnada em um Super-Soldado. Na verdade todo ator merece ser conhecido por quem é, e não pelo seu personagem. Eu acredito que ele mereça ser conhecido como o Chris Evans, e que mereça ser reconhecido por muitos de seus trabalhos de sucesso, e não apenas por um alter-ego. Realmente torço para que ele tenha muitas vitórias em todos os caminhos que vier a trilhar.


Queria, sim, que ele fizesse o Capitão América para sempre — me deixaria muito feliz. E certamente ele também deixará muitas saudades pelo MCU, porém eu acredito que não apenas para mim, mas para todos os fãs do Capitão América, o sentimento de gratidão, por ter interpretado tão bem o Steve Rogers, será muito maior do que o de tristeza. Então, obrigado, Evans!


Ah, enchi o post de gifs, porque o cara também é bonitão e sei que vocês gostam! Câmbio, desligo.

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