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Crítica | O Sol Também É Uma Estrela


O Sol Também É Uma Estrela chega hoje, dia 16 de maio, aos cinemas com a promessa de fazer você se apaixonar por este romance dos tempos atuais.

Adaptação do livro homônimo da escritora Nicola Yoon, na trama conhecemos Natasha (Yara Shahidi) e Daniel (Charles Melton) dois indíviduos completamente diferentes que se esbarram em Nova York. Ela uma pessoa pragmática, ele um sonhador. Com ideias tão diferentes ambos adentram em uma calorosa discussão, onde o pano de fundo é uma cidade caótica, e ao mesmo tempo, bela.

Contudo, o tempo não está a favor dos nossos protagonistas já que Natasha e sua família serão deportadas para a Jamaica em menos de doze horas, fazendo com que essa conversa sobre a existência do amor tenha tempo marcado.

Com essa premissa O Sol Também É Uma Estrela faz você acompanhar o dia na vida desses personagens, onde o encontro de almas é o pano de fundo para discussões bem mais importantes. Não se engane o filme ainda é um romance leve e gostoso de assistir, mas trazendo para sua trama questões como a situação atual da imigração nos Estados Unidos, diferenças culturais, racismo e questões familiares, a experiência se torna bem mais interessante.

créditos: Warner Bros Pictures Brasil

A história cativa pela sua simplicidade, mas, ao mesmo tempo, não cai no clichê que estamos acostumados. Por inúmeras vezes o filme me lembrou da lenda oriental da linha vermelha, em que diz que as pessoas estão destinadas a se conhecerem possuem uma linha vermelha amarrada em seus dedos. Perdurando esta independente do tempo e distância.

O filme é dirigido por Ry Russo Young e traz uma beleza estética de encher os olhos, abusando da cor dourada - fazendo jus ao título do filme - o diretor consegue capturar a beleza dessa selva de concreto, transformando-a em um ambiente caloroso. Ao longo de toda a projeção nós literalmente realizamos um passei turístico por toda a cidade, sendo está mais que um cenário e sim um personagem ativo da história. 

Para completar, o filme ainda possui uma trilha sonora relaxante que faz a gente curtir ainda mais a projeção. No fim, O Sol Também É Uma Estrela é um longa prazeroso de se assisti, fazendo com que você saia com uma sensação gostosa do cinema.

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