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Fortnite | Uma experiência imersiva na BGS19

4 novembro 2019 0 Comentários

Entre os dias 09 e 13 de outubro ocorreu em São Paulo à Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, e a Epic Games fez a sua estreia no evento de forma épica. Continue lendo

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Fortnite 10ª Temporada

2 agosto 2019 0 Comentários

Oi tripulação, hoje eu vou falar um pouco da 10ª temporada do modo Battle Royale do game Fortnite. Para os que não sabem do que se trata, vou fazer um resumo do que se trata a ‘temporada’ dentro do jogo.

O modo Battle Royale do game Fortnite como a maioria já sabe (e já foi citado no blog), é um modo em que você cai em uma ilha desarmado junto de 99 players e o último que sobreviver, vence. O estilo do jogo é FPS em 3ª pessoa, ou seja, você o personagem e a mira.

Agora vou falar o que é a temporada, sendo nada mais nada menos do que um “grande evento” com missões que dão XP e itens cosméticos (que não interferem na jogabilidade nem desbalanceado, significando que nenhum jogador vai mais forte do que o outro, a não ser por sua habilidade). Ela dura 10 semanas, sendo que cada semana são liberadas X missões para você fazer dentro do jogo, seja matar jogadores, dançar em cima de algum item, ou até mesmo fazer manobras radicais em veículos, etc.).

A 10ª temporada, que estreou ontem dia 01/08, é uma volta ao “passado”, na qual uma parte do mapa que tinha no começo do jogo (que já tem 2 anos de existência) voltou a aparecer. E têm indícios dentro game que outros Pontos Denominados (são locais físicos que possuem nome e grande variedade de itens para serem pegados pelos jogadores; como você verão pela foto a seguir) irão voltar durante essas 10 semanas na qual consiste em uma temporada.

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Review | Crash Team Racing: Nitro Fueled

12 julho 2019 0 Comentários

Eu não me lembro se já declarei a minha paixão por jogos de kart, aqui no blog, mas é uma daquelas coisas mais “bobas” que eu não consigo viver sem. Alguns prêmios ganhados em competições de Mario Kart, ao longo de suas diversas versões e medalha de ouro na versão do Nintendo 64, jogando com os pés! Sim, com os pés mesmo. Esse é o nível do meu vício em jogos de kart!

No entanto, nem só de um dos carros chefe da Nintendo viverão os pilotos de kart, e hoje eu vim trazer um pequeno review sobre o que achei de Crash Team Racing: Nitro Fueled — e que eu comprei na pré-venda, certamente.

Após o sucesso de N. Sane Trilogy, o remake de Crash Team Racing já era muito esperado, aguardado e aclamado pelos fãs da franquia, que há vinte anos chegou para competir com o Mario Kart — embora os fãs saibam que uma comparação entre os títulos não é viável, por foco em experiências de jogabilidade bem diferente

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Days Gone – Onde os Fracos Não Têm Vez

9 maio 2019 0 Comentários

O gênero dos games de zumbis sempre foi muito bem aproveitado nas telas de cinema e na TV, principalmente depois do grande sucesso com The Walking Dead, um grande amor por essa doença apocalíptica foi surgindo e o publico queria mais e mais. Já no mundo dos games vemos bastante, mas nem todos são dignos de serem chamados de “apocalipse perfeito”.

Tivemos uma experiencia incrível com o surgimento de Left 4 Dead em 2008, que muitas desenvolvedoras começaram a beber dessa fonte, seja com o mesmo estilo online co-op ou com grande sucesso como foi em The Last Of Us, em que Joel e Ellie cativaram todos nos com uma história de autoconhecimento e superação do passado, onde precisamos continuar caminhando para sobreviver a esse novo mundo.

Na E3 2016, o game Days Gone chegou de fininho com sua gameplay onde conhecemos, Deacon que se prepara para enfrentar uma grande horda de “frenéticos” – e sim, esse é o nome dos infectados do game. Com muita munição e correria, entendemos que não ficaríamos nem um minuto se quer parados durante a jogatina e que entenderíamos o motivo do nome “frenético”.

Agora em 2019 o game chegou na mão dos gamers e fãs de algo exclusivo da Playstation, onde sentimos novamente aquela nostalgia de uma história única, que irá te deixar emocionado, angustiado, raivoso e ao mesmo tempo feliz de passar por essa gama de emoções.

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Primeiras impressões: The Division 2 (Beta)

19 fevereiro 2019 0 Comentários

Hoje lhes trago minha visão do pouco que joguei do Beta Fechado do game The Division 2, que será lançado dia 15 de março de 2019, pela Ubisoft!
Ah, e eu não cheguei a jogar o primeiro game da franquia, por isso vou dar minha opinião sem nenhuma comparação com o antecessor. Vamos lá.
O game já se inicia com a criação (sem muitas variações) do personagem que iremos guiar durante o game. Após completarmos, somos “soltos” no mapa em meio a um tutorial que já faz parte da história do jogo.
Há uma devastação em Washington DC, tanto que a Casa Branca (White House) é um Quartel General da nossa facção e serve como base para o começo de nossa jornada.
Gráficos são bonitos, detalhados, mas sem a poluição visual, deixando no frame só as coisas necessárias para o game.
A jogabilidade é bem trabalhada e conseguimos mirar e atirar com certa facilidade. Há vários de tipo de equipamentos (armas, bombas, granadas, etc) que a gente pode carregar. Digo até que tem até um “Q” de RPG, no quesito da gente ir pegando arma diferentes e/ou melhores, máscaras, mochilas etc.
Você vai avançando na sua jornada, fazendo as missões principais, e se quiser, as secundárias também, e vai descobrindo pontos estratégicos, pequenos quarteis generais nos quais você pode contratar mercenários para ajudar nas missões, comprar/vender itens e pegar mais missões.
Há também a entrada de outros jogadores no meio de sua partida com intuito das partes se ajudarem a fazer a missão. Agora pode ser algum amigo seu ou aleatório — o que me leva a falar de um ponto negativo do jogo que é jogar sozinho. Não empolga tanto, cansa. No entanto, se você junta mais 3 amigos, a noite vai ser pequena.

Ei, dona Ubisoft, vocês poderiam ter colocado a partida beta em Português BR, porque só no Inglês deve ter complicado a vida de muita gente!

Dito isto, The Division 2 é um jogo bem completo, o qual vale a pena ser conferido. De preferência, como dito anteriormente, com uns amigos.
Vai comprar? O jogo vai ser lançado dia 15 de março de 2019. Adquire para Console (PS4 ou Xbox One) ou PC e volta aqui depois para nos contar o que achou do game.
Câmbio, desligo.

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Finalmente Kingdom Hearts III

12 fevereiro 2019 0 Comentários

Ainda não caiu a minha ficha, de que esse dia finalmente chegou…
Após treze longos e dolorosos anos de espera, Kingdom Hearts III chegou para fechar a saga de Xehanort, e eu estou aqui para registrar o que a experiência trouxe para mim, mas, antes de tudo, não espere uma análise tão técnica e cheia de cálculos potenciais aqui nesse texto, ok?!

Por ser fã incondicional da série, um misto de emoções explodiu em mim logo na abertura do game. Desde nostalgia à excitação, passando por alegria, melancolia, ansiedade e esperança também. Aqueles sentimentos todos que só fanboy que é fanboy sabe como é, quando a gente tem um reencontro com algo que marcou tanto a nossa vida. Meio que não dá pra explicar bem, é mais para ser sentido.

O jogo começa cheio de mistérios, típicos de Kingdom Hearts, e quem já conhece a saga, sabe que tudo fará sentido depois. E por falar nisso, achei muito boa a ideia de colocar as cenas no menu principal, relembrando o passado da série.

Ainda nos primeiros minutos do game, meu coração se acalmou bastante, quando percebi que narrativa segue na mesma velocidade esperada — nesse caso, na mesma falta de velocidade. Eu gosto demais desse ritmo lento da história de Kingdom Hearts, que te obriga a desacelerar junto com ele. No entanto, o ponto mais forte de todos está nos combates que entregam um verdadeiro espetáculo. Os movimentos acrobáticos e fluídos enchem os olhos e a aposta na mesma mecânica dos títulos anteriores foi uma excelente escolha. Mas, falando de coisas anteriores, a mesma câmera problemática de antes, volta a ser uma das maiores vilãs aqui e, por muitas vezes, o cenário ou um inimigo gigante tira totalmente a visão da batalha — o que pode ser crucial em alguns momentos intensos.

Eu estava muito ansioso para entender quais seriam as novidades em batalhas prometidas para KH3, e fiquei muito feliz de saber que a aposta foi direcionada para a inteligência e estratégia. A proposta de poder usar várias Keyblades e alterná-las durante as batalhas torna a jogabilidade muito mais personalizada para o player, permitindo escolher os modos de ataque. Ah, e por falar em modos de ataque, algumas batalhas precisarão muito mais de estratégia e inteligência do que ataques infinitos — aquele toque de Final Fantasy! Só achei um tanto desnecessário aqueles parques de diversões coloridos da Disney, que são possíveis conjurar durante as lutas, porque entregam mais show de luzes do que causam dano.

Além da linha principal, KH3 também traz várias atividades secundárias — algumas até mesmo obrigatórias — e mini-games, para dar um descanso do turbilhão que é esse universo todo, com tantos mundos encantadores.
E por falar nos mundos, as características deles invadem totalmente a experiência de jogo, influenciando desde batalhas, até mesmo nos gráficos.

Por fim, depois de tantos confrontos — embora eu quisesse outros tantos mais —, o final chega, e ele é épico e comovente, e ainda mais intenso por estar com o joystick nas mãos enquanto a história se conclui — é realmente muita emoção.

Poderia ter sido melhor? Sim, poderia, mas KH3 entrega o desfecho merecido para a narrativa do game, assim como o melhor combate de todos. Sim, valeu a pena ter esperado!
Algumas coisas que aconteceram já eram esperadas, outras nem tanto, e eu perdi um tempo até perceber que realmente “acabou”. Sim, com aspas, porque o epílogo e uma tal cena secreta prometem muito mais coisas novas no porvir. Ainda bem, porque eu não estou pronto para me despedir de Kingdom Hearts.

Eu queria falar dez vezes mais sobre o game, mas acabaria entregando algum spoiler e deixando esse post gigantesco. Só queria dizer que os fãs da franquia certamente vão amar Kingdom Hearts III, porque mesmo com algumas falhas, o mais importante é a história que ele nos entrega, todo esse conceito dos Corações e como isso mexe com a gente de uma maneira incrível.