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Babymetal | Os maiores shows da carreira

23 julho 2020 2 Comentários

Baby Metal

Babymetal é uma das bandas mais promissoras dessa geração, e nesses últimos anos andam realizando shows com porte médio de 60 mil pessoas no Japão, sua terra natal. Todos os anos, desde 2012, produz um ou mais Legend’s, que é um super show com uma mega produção dando continuidade ao teatro da banda. E aqui, irei citar os melhores shows, Legend’s ou não, da carreira delas. 

Tokyo Dome

É impossível não lembrar desse show sem se arrepiar todo. É meu show favorito, disparado, eu nunca havia visto ou até hoje nunca vi concerto com um palco tão diferente, a estrutura dele é um pouco complicada, até hoje não entendi muito bem como ela funciona. É praticamente uma torre central, com 2 andares e no térreo o palco é redondo, dividido em dois círculos: um que fica estático para a Kami band e outro que fica girando para as meninas. Até essa parte eu já achava incrível, mas ainda tem mais, o palco é ligado com três passarelas que possuem um mini palco em formato circular que fica indo e voltando também. Fora as pequenas máquinas de fogo espalhadas pela passarela, que sempre nas arrepia quando elas correm e tudo começa a pegar fogo. 

Houve dois dias de shows, o Black Night e o Red Night. O meu show favorito é o Black Night, principalmente pelo início do show, com Death, onde elas já entram sendo crucificadas. E também teve a música Sis. Anger que esbanja fofura com o rock paulera, mas não pensem que o Red Night não tem suas qualidades, ele foi o dia que teve apresentou a primeira e única vez a música Tales of the Destinies e o concerto teve uma música extra ainda, finalizando com The One

Sonisphere

2014, primeira tour internacional das meninas, as emoções à flor da pele. Elas iriam desbravar o mundo do heavy metal com seu novo gênero, o Kawaii Metal. Esse show além de ser um dos melhores, é um dos mais importantes, porque muitas pessoas não botaram fé no concerto, dando a entender que iria ter vaias. O público foi à loucura com a banda, elas foram o destaque do festival e aliás, tiveram o merchandising mais vendido do dia. Um detalhe que acho engraçado, é que na música Ijime Dame Zettai a Yuimetal está com o vestido rasgado na lateral, dando a entender que elas deram tudo de si naquele show. 

Budokan

Em 2014 também, embora ainda adquirindo público internacional, elas já eram uma banda de grande porte no Japão. O Budokan tem uma capacidade de 14 mil pessoas, é algo muito impressionante para uma banda com a idade média das vocalistas de 15 anos. É outro concerto que tem um palco diferente dos demais shows por aí. Ele tem um palco em forma de hexágono e se liga com outros pequenos palcos em forma de círculo. Ele também teve dois dias de show, o Black Night e o Red Night, mas o Black Night é esquecido do churrasco, porque na música Headbanger a Yuimetal se acidentou e finalizaram a música só com a Moametal e a Su-Metal. Mas não se preocupe, logo na música seguinte, Ijime Dame Zettai ela volta e o público vai a loucura. 

No Red Night, tem a minha apresentação favorita de Akumu no Rodo, onde a Su-Metal está no palco principal e bem no meio, uma plataforma se eleva. Fora que a Kami band também estava com muito destaque nessa música, tendo a Mischiefs God, uma intro inteira só da Kami band. Fora que nesse show, na música 4 no uta, escrita pela Black Babymetal, contém a participação das Baby Bones, dançarinas esqueletos que aparecem de vez em nunca. 

Legend S: Baptism XX

Em 2017, fizeram um Legend em homenagem aos 20 anos da Su-Metal e ouso dizer que foi o maior show de Babymetal, porque depois desse concerto, a banda nunca mais foi a mesma. Foi o maior concerto por apresentar o no marco da banda, o darkside, a partir daí a banda não se tornou mais tão kawaii e tivemos duas perdas nos membros da banda: A Yuimetal e o Mikio. O Legend S também considero como o show mais triste, por ser o último do Mikio enquanto ele estava vivo e a falta da Yuimetal, por ela ter adoecido antes do concerto não dando tempo de preparar uma substituição adequada (Não sei bem o que eles fariam para substituir ela, se até hoje eles têm problemas em relação a isso). 

Na minha opinião, o auge do show foi a apresentação da música In The Name Of, uma nova introdução altamente sombria. Mas não foi assim um show tão triste, o público ajudou bastante, cantando as parte da Yuimetal. Mas ainda sim, foi melancólico. Quando elas atravessaram o portal para o lado da escuridão, também embarcaram em uma nova jornada repleta de incertezas. 

Legend Metal Galaxy

E por fim, o show com gravação profissional mais recente delas, o Legend Metal Galaxy. A nova era de Babymetal está muito difícil consolidar algo oficial, e no momento, estamos na fase com as Avengers: Riho, Momoko e Kano. O concerto conta com um palco enorme e interativo e um telão atrás. Como já disse antes, é um pouco difícil inovar na fase atual, mas o show conseguiu ser bastante surpreendente, principalmente na música Ijime Dame Zettai onde contou com todas as Avengers. Na parte da luta, eu jurava que surgir um octógono para todas saírem no fight, por ser muita gente.

A nova era, Metal Galaxy, não me agradou muito porque eu esperava uma coisa e recebi outra. Esperei que fosse um álbum mais pesado, já que depois do Legend S, recebemos as músicas In The Name Of e Distortion, além de um visual muito mais pesado do que kawaii, mas não quer dizer que eu tenha achado o álbum ruim, ele fica em terceiro lugar dos meus favoritos da banda.

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2 Comentários

  • A matéria ficou tima, parabéns!
    Eu só acrescentaria aí o show no Yokohama em 2015.

    • Pra ser sincera acho que TODOS os Legend’s da banda foram impecáveis, e os shows avulsos também, elas dão tudo de si nos concerto. Entretanto, eu quis citar os mais especiais, o que me impactaram de uma forma, mas eu AMOOO a roupinha delas no Yokohama, acho que eu deveria fazer um post só com as melhores roupas delas.