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TOP 5 | Atores que o Mundo Precisa Conhecer

5 fevereiro 2019 0 Comentários

Recentemente com o lançamento de Bird Box, vi que a nova geração desconhece, ou praticamente nunca viu filmes com a Sandra Bullock. Sim, muita gente não conhece e isso me fez ter uma ideia: por quê não fazer uma lista de atores e filmes que a nova geração provavelmente não conhece, e assim, apresentá-los a alguns filmes que marcaram época e são muito bons?


Então vamos lá ao nosso Top 5 de atores que todo mundo precisa conhecer.

SANDRA BULLOCK



Ela não só estrelou o sucesso de Bird Box, como comentado
acima. Sandra fez muitos filmes embalou a adolescência de muita gente entre os
anos 1990 e 2000.
A maior parte dos filmes em que participou, foram comédias
românticas ao lado de atores também consagrados do cinema. Então aqui vai uma
listinha dos filmes que você não pode perder:



Miss Simpatia (2000) – Para capturar um terrorista, uma agente do FBI precisa passar por uma dolorosa e divertida transformação e se infiltrar no concurso de Miss Estados Unidos.


Da Magia À Sedução (1998) – Clássico da época, trazendo no elenco também a talentosa Nicole Kidman. As duas são bruxas que crescem e tentam evitar a magia a vida inteira, até que Gillian (Sandra Bullock) se apaixona, seu amado morre e as irmãs recorrem à magia para tentar ressuscitá-lo


Velocidade Máxima (1994) – Outro clássico digno de Sessão da Tarde, que aliás, foi bastante exibido nesse horário. Conta com a participação de Keanu Reeves sendo um agente atrás de um psicopata, que instala bombas em um ônibus dirigido por Sandra.

ANGELICA HUSTON



Vocês já devem alguma vez na vida ter assistido Família Addams. Lembram da Mortícia? Pois então, apresento-lhes a diva Angelica Huston. Além da personagem icônica e trevosa, ela também protagonizou muitos filmes que fizeram a alegria de amantes da Sessão da Tarde. Vamos então à listinha de alguns dos filmes protagonizados por ela:


Convenção das Bruxas (1990) – Com certeza nos últimos dias vocês devem ter lido algo sobre a Anne Hathaway protagonizar um remake desse filme. Pois bem, ele é um dos clássicos de quem viveu os anos 90, e posso assegurar que botou um pouco de medo nas crianças dessa época. Pois Angelica vive uma bruxa que tem sua convenção espionada por um menino que descobre seu plano: transformar todas as crianças em ratos.


Para Sempre Cinderela (1998) – Releitura da do famoso conto de fadas, onde Agelica faz o papel da madrasta de Danielle, vivida pela atriz Drew Barrymore.


As Brumas de Avalon (2001) – Baseado no livro homônimo, Brumas de Avalon traz uma história medieval e cheia de magia. Para quem gosta dessa combinação, é um prato cheio sem dúvidas.

ROBIN WILLIAMS



Robin faleceu em agosto de 2014, mas nos deixou um acervo gigante de filmes de todos os tipos. Foi um ator muito versátil, que fez muita gente rir e chorar  em seus papéis. Muitos de vocês podem lembrar dele como a Sra. Doubtfire, em Uma Babá Quase Perfeita. Onde seu personagem precisou se vestir de babá para tentar recuperar a confiança dos filhos que estavam sob a guarda de sua ex-esposa. Então vamos lembrar um pouquinho de alguns filmes, dentre a enorme lista, que marcaram a passagem do brilhante ator pela terra:


Jumanji (1996) – Robin interpreta a versão mais velha de um garotinho que acha um estranho jogo de tabuleiro. No filme, todos os passos dados no jogo viram realidade, então acaba virando questão de vida ou morte e ninguém pode parar de jogar até finalizarem por completo.


Patch Adams (1998) – O filme é baseado em uma história real, de um médico que foi o precursor do que conhecemos hoje como “Doutores da Alegria”. Você já deve ter visto aqueles palhaços que costumam andar nos corredores dos hospitais fazendo a alegria dos pacientes, pois bem, a produção retrata como o humor pode ser usado para auxiliar na cura de doenças e aliviar os corações de quem se encontra em um leito.


O Homem Bicentenário (2000) – Robin faz o papel de um andróide doméstico que acompanha a mesma família por 200 anos. Ele acaba aprendendo seus hábitos e incorporando em si até emoções humanas, até que um mecânico lhe diz que pode ter descoberto um jeito de torná-lo completamente humano

CATHERINE ZETA-JONES

A belíssima atriz já estrelou vários filmes, entre comédias, suspenses e musicais. Dona até de um currículo cheio de parcerias hollywoodianas de dar inveja a nós pobres mortais (risos). Mas não pense que seu brilho é ofuscado pelo de outros atores, pois a atriz é talentosíssima e dona de uma voz maravilhosa. Vejamos alguns trabalhos: 

Chicago (2002) – Catherine interpreta Velma, uma dançarina que assassina seu marido após uma traição. Com isso, seu advogado que é um completo showman, pega seu caso e de outra novata que acabara de matar seu amante. Tudo vira espetáculo regado de muitas músicas e danças, além de excelentes performances de seus companheiros de cena Renée Zellweger, Richard Gere e Queen Latifah. 

Armadilha (1990) – Ao lado de Sean Connery, ela toma o papel de Virginia Gin. Uma investigadora de seguros que se disfarça para descobrir mais informações sobre uma obra roubada. Nisso, ela se revela também uma ladra de obras e é treinada pelo seu investigado.

A Casa Amaldiçoada (1999) – Um grupo de pessoas é convocado para passar um tempo em uma mansão para que um médico investigue problemas de insônia. Porém o real motivo da reunião, é que Dr. Marrow queria estudar o medo fazendo com que objetos e sons na casa assustem os novos moradores. O que ninguém sabia, é que a residência e realmente mal assombrada e é onde a história se desenvolve.
ROBERT DE NIRO



Ator consagrado e protagonista de muitos filmes de comédia e ação. Robert De Niro tem em sua história inúmeras parcerias com muitos outros atores hollywoodianos e filmes incônicos, assim como sua atuação.

Máfia no Divã (1999) – Robert vive o chefe da máfia Paul Vitti. No filme o personagem procura um especialista, pois começa a ter sérias crises de ansiedade. Porém o próprio analista se envolve na máfia e nos trâmites da mesma, gerando confusões e muito riso para o espectador.

É Hora do Show (2002) – Ao lado de Eddie Murphy, De Niro vive um detetive que se vê forçado a participar de um reality show ao lado de um ator fracassado que vira policial. No filme eles têm que lidar com uma equipe de produção extremamente sem noção e intrometida.

Os Intocáveis (1987) – Robert vive o famoso Al Capone, que constrói e controla seu império em Chicago. Ele começa a ser investigado e o agente Elionet Ness (Kevin Costner), recruta policiais que dentre a corrupção na polícia, tem certeza que não serão corrompidos e serão de grande valia para a missão.

O que acharam da lista? Pra vocês, quais os melhores filmes desses atores e quais acham que poderiam ter sido inclusos aqui?


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Ilustradores para seguir (pt.1)

9 janeiro 2019 0 Comentários
Quem aqui não ama ilustrações? É muito legal quando você encontra um desenho de uma princesa como se ela vivesse nos dias atuais, ou encontra ilustrações que mostram como provavelmente tal ator vai ficar na pele de tal personagem…

Foi nesse caminho de dar asas para a imaginação que me arrisquei em começar um curso de ilustração digital. Já tive aulas de desenho na faculdade, mas nunca fui de levar isso muito a sério simplesmente porque o que eu gosto de desenhar são mais monstros e sempre achei que ninguém se interessaria. Para me inspirar ainda mais, comecei a seguir de perto vários artistas maravilhosos, cada qual com seu estilo, que se você ainda não conhece, precisa dar uma olhada! 
TIM SHUMATE
Conheci as artes do Tim Shumate nos achados do Pinterest. Em algumas de suas ilustrações, ele misturou o estilo vintage com personagens que todo mundo gosta e ficou tão incrível que dá vontade de tatuar todas! 

MAXY ARTWORK
Maxy é uma artista nata e você reconhece o traço de longe! Acho muito legal quando alguém encontra seu estilo de arte. Só que o que mais impressiona é a idade, ela tem apenas 17 anos. 

FERNANDA SUAREZ

Fernanda Suarez é uma artista chilena com uma mão talentosíssima para desenhos realistas. Ela também recriou as princesas da Disney como se elas vivessem nos tempos atuais e viralizou! 

SULA MOON
Carioca que reside na capital paulista, Sula Moon – ou Ursula Dodara é uma ilustradora talentosíssima que deixa suas artes com um estilo único, cheio de fantasia. Na CCXP de 2016 fui toda eufórica no Artists Alley para poder comprar um print da Lady Loki que eu sou apaixonada! 

BOSSLOGIC
E claro que não podia faltar o Bosslogic aqui! Morando atualmente na Austrália, as artes do designer – nome verdadeiro: Kode, não passam despercebidas. Suas ilustrações repercutiram tanto o universo nerd que até o The Rock fez questão de encomendar uma especialmente para ele. 

Vocês curtem o trabalho de algum ilustrador que não foi citado aqui? Deixa nos comentários!

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Mais do que um super-herói

7 janeiro 2019 0 Comentários

Não é difícil reconhecer minha fanboyzisse extrema quando se trata do Capitão América, certo?! É realmente o meu amor maior dentro da MARVEL, daqueles que eu faço questão de declarar. Diante disso, algumas pessoas me cobraram um “pronunciamento”, com minha opinião sobre a saída do Chris Evans do MCU, finalizando seu papel como Capitão América.



Eu posterguei bastante para falar sobre isso, mas chegou a hora, uma vez em que o seu último filme com o personagem chega em breve — Vingadores: Ultimato. Bom, mas para começar, eu preciso voltar no tempo, lá em 2009, quando foi anunciado o primeiro filme do Capitão América pelo MCU.
Lembro de que quando eu soube disso, fiquei bastante chateado, porque na minha ideia, naquela época, o MCU era um fracasso. Então quando saiu a escalação do Chris Evans para interpretar o meu Capitão nos cinemas, mais uma parte do meu mundo ficou cinza, porque eu não queria o Evans no papel, até mesmo por conta dele “já ser” o Torch.
Foi um péssimo dia, quando li a notícia da escolha. Fanboy que é fanboy sofre de verdade mesmo! E então, de birra, como uma criança de cinco anos, eu disse que não assistiria ao filme e ponto-final. Eis que chegou o dia 28 de julho de 2011 e eu era o primeiro da fila do cinema, na primeira sessão de Capitão América: O Primeiro Vingador, com camisa do Cap, copo do Cap, e brindes do Cap por ter comprado o ingresso na pré-venda. Já falei que sou fanboy, certo? Porque fanboy que é fanboy, também faz assim.
Certamente eu não conseguiria deixar de assistir ao meu amor maior em um filme totalmente dedicado a ele, nas telonas, mas confesso que entrei na sessão com muito ceticismo para com o Chris Evans. Isso durou em torno de vinte minutos de sessão, e então meus preconceitos começaram a cair por terra. Quando a sessão terminou, eu havia descoberto dois novos amores: Passei a amar o MCU por ter feito um filme tão perfeito, do meu Capitão América, e passei a amar um cara chamado Chris Evans — por também ter sido um Capitão América tão perfeito.
A partir daí, eu comecei a acompanhar os trabalhos do Evans, no universo além de seu uniforme-de-bandeira e comecei a gostar de verdade do cara, não apenas por ele ter comprado a ideia do Cap, mas realmente pelo ator que ele é. Gostei, principalmente, das capacidades dele para o drama — Um Laço de Amor (Gifted) e Antes do Adeus (Before We Go) que o digam por mim — e também confio em suas habilidades como diretor — como ele já expressou querer trabalhar. Posso dizer sem dúvidas que ele conseguiu me conquistar e que hoje sou fã dele também.
Quando soube de seu anúncio, do término de trabalho no MCU, eu realmente fiquei triste e bastante chateado em um primeiro momento. Certamente eu não queria que ele deixasse o papel do Steve Rogers, que ele interpretou com tamanha maestria e com tanto amor. Não queria deixar de ver a maneira como ele, literalmente, vestiu o uniforme e mergulhou no meu personagem favorito, porque é assim que fanboy pensa. Mas acima disso eu não posso ser egoísta e deixar de entender que ele é mais do que apenas o Capitão América — não diminuindo o personagem, jamais! Entendo que seus talentos podem ser muito mais desenvolvidos fora da limitação encarnada em um Super-Soldado. Na verdade todo ator merece ser conhecido por quem é, e não pelo seu personagem. Eu acredito que ele mereça ser conhecido como o Chris Evans, e que mereça ser reconhecido por muitos de seus trabalhos de sucesso, e não apenas por um alter-ego. Realmente torço para que ele tenha muitas vitórias em todos os caminhos que vier a trilhar.
Queria, sim, que ele fizesse o Capitão América para sempre — me deixaria muito feliz. E certamente ele também deixará muitas saudades pelo MCU, porém eu acredito que não apenas para mim, mas para todos os fãs do Capitão América, o sentimento de gratidão, por ter interpretado tão bem o Steve Rogers, será muito maior do que o de tristeza. Então, obrigado, Evans!
Ah, enchi o post de gifs, porque o cara também é bonitão e sei que vocês gostam! Câmbio, desligo.

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Stan Lee: um homem, uma lenda, uma inspiração

13 novembro 2018 0 Comentários

A tarde do dia 12 de novembro pegou grande parte das pessoas de maneira desprevenida quando foi anunciado o falecimento de Stan Lee. Contudo, você já se perguntou porque a morte de um homem de 95 anos causo tanta surpresa?

De certo, Lee viveu longos e felizes anos, mas acho que, assim como eu, muitos esqueceram que a lenda também era um ser mortal. Sua figura fez com que o ser humano assumisse uma forma quase mitológica que estivesse acima de qualquer fatalidade. E talvez sua despedida tenha sido nossa wake up call.


Poderia escrever um longo texto sobre suas grandes contribuições, porém vendo as inúmeras mensagens nas redes sociais posso confirmar que o grande legado deixado por este, ainda vive. Um homem que adorava contar histórias inspirou – e ainda inspira – muitos por meio de suas criações. 


Dotados de uma humanidade ímpar, seus heróis eram mais do que personagens com super-poderes e uniformes legais, mas demonstravam-se tão imperfeitos como nós. Não é a toa que aprendemos tanto com Stan Lee, o quadrinista conseguiu criar uma verdadeira legião de fãs não somente por suas obras, mas por conseguir fazer com as pessoas se correlacionassem com suas histórias.

Ele mudou o conceito de super-herói, não estávamos mais diante de um simples personagem. Folhear as páginas de um quadrinho se tornou bem mais que acompanhar uma aventurar e a cada edição revisitávamos um amigo que nos aguardava para adentrarmos em um universo fantástico.


Através de sua imaginação, ele nos proporcionou importantes ensinamentos. Sempre transmitindo que “com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”, nós tivemos a oportunidade de crescer com nossos personagens favoritos e ver neles uma fonte de força e inspiração nos momentos mais difíceis. Pode parecer exagero para alguns, mas Stan Lee realmente mudou a vida de inúmeras pessoas.

A verdade é que nem eu sei bem o objetivo deste texto, talvez seja uma forma de agradecimento, de relembrar sua importância ou de simplesmente externar o sentimento de como essa pessoa serviu de incentivo na minha vida. Ele não não mais neste plano, mas sua essência vive em cada um de nós. Excelsior, Stan!

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Por que eu amo sci-fi

23 agosto 2018 0 Comentários

Hey, tripulação! Eu sempre fui muito apaixonado por ficção científica — desde quando eu era apenas um garotinho sonhando em ser um astronauta — e quando ela aparece em seus diversos tipos de mídia, meus olhos brilham mais forte. Desde livros até aos filmes e seriados, sci-fi consegue ser o meu amor maior e muita gente não entende como eu gosto tanto assim da ficção científica, por isso eu trouxe aqui — em um diário de bordo bem curtinho — alguns dos motivos que explicam um pouquinho dessa paixão. Me acompanhem.

AS VIAGENS NO TEMPO

Manipular o tempo sempre foi um dos maiores desejos da humanidade e não foram poucas as teorias científicas para voltar ou avançar nas eras. Sempre fui muito fascinado por isso e pelas máquinas e dispositivos que possivelmente permitiriam alterar o curso natural da história. É certo que na fantasia, também vemos um pouco disso, normalmente através da magia, mas a ciência sempre me chamou muito mais atenção e muitas das obras de sci-fi mexem com essa coisinha preciosa que é o tempo.

A TECNOLOGIA

Como mencionei acima, dispositivos e máquinas que desafiam e brincam com as leis da física são muito presentes nos cenários de ficção-científica, e eu que trabalho e estudo TI sou nada menos do que apaixonado por tecnologia, e meus olhos brilham diante daqueles laboratórios cheios de “brinquedos legais”. Mas convenhamos que qualquer um tem vontade de bancar o Tony Stark quando vê aquele monte de eletrônicos e cabos de energia e painéis lotados de botões, não é mesmo?!


OS ROBÔS

Ainda falando sobre uma vertente da tecnologia, praticamente todo ambiente sci-fi possui muitos robôs, e se por um lado as pessoas tendem a amar bichinhos de estimação, eu tenho vontade de ter vários robôs. Mas não apenas pelo fato de ver uma máquina que se mexe, mas também pelo fato de poder programa-las e explorar a inteligência artificial. Eu sou muito fã de apocalipses zumbi, mas apocalipses robóticos fazem meu coração bater muito mais forte. Pode entrar, Skynet!


O FUTURO

Se tem um ponto bem exato onde a ficção-científica se separa da fantasia, esse ponto é o tempo! Fantasia tende a estar, na maioria esmagadora dos casos, no passado — viva a era medieval! —, enquanto a ficção-científica está com o foco basicamente no futuro, e nas coisas que poderemos encontrar daqui a alguns anos com o avanço da tecnologia e da ciência. Isso move uma paixão e uma esperança muito grande em mim, em tentar saber onde conseguiremos chegar.

O REALISMO

E o melhor eu deixei para o final. Acredito que o fato que sempre me fez mais amante de sci-fi e tão fascinado por todo o contexto, dimensões e universos proporcionados por ela, é que todos os seus elementos são baseados em algo real. Seja um fato histórico, uma experiência ou um resultado científico, uma lei da física — com suas variações e possíveis distorções — ou até mesmo uma teoria sem equipamentos suficientes para ser provada. Porém a ficção-científica sempre terá essa característica de estar muito próxima da realidade, sempre beirando o “será que isso pode realmente acontecer?”. Sempre fornecendo uma imersão muito maior na credibilidade do  cenário apresentado e na esperança de que realmente poderemos alcançar, oferecendo algo muito mais crível.

Eu poderia escrever muitos outros pontos e deixar esse post gigantesco, mas acredito que mencionei os meus principais motivos. E vocês, também curtem sci-fi? Deixem aqui nos comentários se por acaso se identificaram com algo que abordei e quais outros também fazem o coração de vocês bater mais forte. Câmbio, desligo.
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O melhor lugar para assistir a um filme

3 junho 2018 0 Comentários

E aí tripulação, da última vez eu falei sobre qual é a melhor maneira de assistir algo, seja em casa na TV/Celular/PC… ou então no cinema. Hoje vou ampliar mais um pouco o assunto, falando agora sobre qual o melhor lugar para assistir a algo, no sofá, na cama, sentado, deitado… Bora lá.

Cinema
no Brasil não é um programa muito barato, seja por conta dos ingressos (sem
levar em conta a pipoca de ”ouro”), seja por que tem o translado,
estacionamento etc. Então acabamos por assistir a maioria esmagadora dos filmes
em casa. Aí entra a pergunta, você tem um lugar preferido?

O
local mais tradicional seria o bom e velho sofá. Qual lugar você escolhe?
Deitado, em uma das pontas do sofá ou centralizando o sofá com a TV (para ter o
melhor ângulo da imagem)?






Hoje
em dia temos o celular, o tablet, o computador, o que faz com que aumentem as
opções de lugares. Além do sofá, vamos ter escritório, quarto, cozinha, área
gourmet, na rede. Você se encaixa em algum desses locais? Conta pra gente!

Vimos algumas das opções caseiras, e agora vou adentrar no cinema, aquele lugarzinho que tem
‘cadeira cativa’ em nossos corações.

Penso em quatro aspectos que contam para determinar o conforto de qualquer ambiente:
sonoro, luminoso, térmico e ergonômico. Em uma sala de cinema, alguns deles têm
mais importância que outros. Além disso, o ângulo de visão é fundamental para
uma boa experiência. Vou me ater ao ângulo de visão.

Um
bom ângulo de visão garante que você não vá precisar mexer a cabeça para
enxergar as extremidades da tela. Esse lugar se encontra praticamente no meio
da sala, e há uma boa explicação para isso. Segundo o arquiteto Caio Frederico,
professor adjunto de conforto ambiental na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
Universidade de Brasília, lugares nessa altura formam um ângulo de 30º a 40º
com o último assento da sala. Estudos internacionais garantem que o ideal é
36º.






Dificilmente
você vai levar um esquadro e régua para o cinema, então, antes de co
mprar o
ingresso numerado, ou mesmo na própria sala, faça o seguinte raciocínio:
  • Como
    o ângulo de visão é projetado do fundo da sala em direção à tela, ele forma
    uma espécie de cone.
  •  A
    metade desse cone é, mais ou menos, a fileira onde está o melhor lugar.
  • Tenha
    em mente também que o melhor lugar ficará no meio da tela (se a sala tem
    fileiras com vinte cadeiras, a décima ou décima primeira serão as ideias).
Eu,
em específico, quando vou comprar ingresso procuro o canto mais central da
sala. Para ter o melhor ângulo de toda a tela do cinema. Há quem prefira o
fundão, sei lá, vai ver que é pela zoeira. Outros cinéfilos preferem ir para as
laterais, creio que para não ter muita companhia.




Com isso, percebemos que o lugar escolhido tem sua importância, mas acho que acaba perdendo para a importância sobre escolher bem o filme e se divertir, seja sozinho ou acompanhado, não acha?



Contem o que você acha do assunto, se é “de boa” com relação ao lugar onde assistir ou é daqueles paranoicos que têm que assistir no “seu lugar”, aquele lugar em específico em que você SEMPRE escolhe ao assistir a um bom filme.


Por hoje é só pessoal, mas fiquem alertas que vamos discutindo mais nossos gostos com relação a este tema. Fui.