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Nintendo Switch | Jogos para zerar enquanto espero 2020 acabar

15 julho 2020 0 Comentários

Nintendo SwitchTudo bem, comecemos com um disclaimer: eu não sou especialista em jogos de videogame, não sou uma máquina ambulante de referências nem muito menos tenho condições acadêmicas de julgar gráficos e jogabilidade. Eu sou um cara que joga videogames. Eu sou um cara que joga videogames há muitos anos e se diverte com isso. De modo que: não, essa não é a lista sobre os melhores jogos do melhor console de todos os tempos. É só um texto sobre bonequinhos de pixels e como eu os acho estupidamente divertidos. Com isso fora do caminho, eu acho o Nintendo Switch um ponto fora da curva no que se refere a consoles de videogame. Enquanto as outras companhias correm umas contra as outras para tentar mostrar sempre o gráfico mais apurado e a experiência mais realista, a Nintendo criou um videogame com personagens até hoje cartunescos e focado em fornecer uma experiência divertida e criativa. Ela faz o destino dela. E o próprio mercado e direcionamento também. É por isso que Mario vai continuar relevante para o resto dos seus dias. Pokémon, Zelda, Donkey Kong e toda a turma do Smash Bros. também. Continue lendo

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Animal Crossing: New Horizons | A vida pacata em minha pequena ilha de isolamento

28 maio 2020 0 Comentários

animal crossing

A experiência do isolamento social tem impactado as pessoas de maneiras estranhas e diversas, mas não há dúvidas que para todo mundo alguns dias vão ser mais difíceis que outros. Hoje, por exemplo, eu fiquei quase meia hora deitado entre os lençóis, olhando para o teto sem ter plano nenhum do que fazer quando a quarentena acabar, porque quando a quarentena acaba? Está todo mundo mal. E eu nem gosto de sair de casa, mas até eu já estou de saco cheio da minha mesma cara todo dia no espelho do corredor. A vida se torna muito esquisita quando o excesso deixa insuportável mesmo as coisas que você mais gosta (eu nunca quis muito sair de casa antes, mas, agora, só porque eu não posso, pode ter certeza que eu adoraria). Essa é a consequência mais óbvia da pandemia, mas, para este texto, não é a que mais importa, o que mais importa é que está todo mundo trancada dentro de casa, tentando descobrir como viver de outros jeitos: seja lendo outros livros, seja maratonando outras séries, seja aprendendo um novo idioma, seja, como eu, simulando a vida ao ar livre com jogos de videogames. Este texto é sobre isto: eu preciso falar sobre essas últimas semanas de isolamento e tudo que aprendi com Animal Crossing: New Horizons. Continue lendo

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Don’t Starve | Um jogo pra lá de sinistro

19 maio 2020 6 Comentários

Don’t Starve

Don’t Starve, com sua tradução literal para Não Morra de Fome, é um jogo cuja a principal característica é seu design único. Muitas pessoas falam que foi feito por Tim Burton, por ser um tanto quanto macabro, mas não se engane, não é um jogo de terror, muito pelo ao contrário, é um game em que nós damos boas risadas e passamos por um estresse saudável.  Continue lendo

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Fortnite | Uma experiência imersiva na BGS19

4 novembro 2019 0 Comentários

Entre os dias 09 e 13 de outubro ocorreu em São Paulo à Brasil Game Show, maior feira de games da América Latina, e a Epic Games fez a sua estreia no evento de forma épica. Continue lendo

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Review | Resident Evil 2: Remake

1 fevereiro 2019 0 Comentários



Resident Evil, um dos grandes clássicos da série de games de zumbi da Capcom começou lá atrás em 1996, com cenas assustadoras e bosses que deixavam nossa espinha arrepiada. Em 1998 tivemos o lançamento do segundo game, que fez um grande sucesso por seus personagens, principalmente Claire, que estava em busca de seu irmão e Leon para seu novo emprego em Raccoon City.



O grande sucesso nas plataformas antigas obrigou a empresa a remasterizar ou até mesmo “refazer” o game, com uma pegada mais atual e melhoria de gráficos para a nova geração. Usando a mesma formula de remake do primeiro Resident Evil, agora chegamos com Resident Evil 2: Remake, onde o medo e tensão ficaram ainda maiores. Temos o retorno de Leon e Claire, com um visual ainda mais interessante e novas roupas, não deixando a personagem uma figura sexualizada – o que faz total diferença para os dias de hoje, dando um lado diferente para ela. Leon chega com seu mesmo estilo, cabelo loiro e olhos claros, mas com ainda mais atitude e vontade de cumprir sua missão na policia – principalmente na situação que se encontra no momento que chega a cidade.

O gore e a dificuldade em alta definição!

Como nos games anteriores, o sangue, cabeças explodindo e tiros a valer sempre foi algo super presente. E em seu remake não seria nada diferente disso. Com ultra qualidade, não temos 100% pixels como antes, onde o sangue é em alta qualidade e o gore presente 100%. Com zumbis que não morrem facilmente, podemos sofrer um pouco na hora de escapar de uma grande quantidade que vem em nossa direção, mas nada como uma tática de fuga e corrida não nos ajude nesses momentos. 

Sentimos muita nostalgia em primeira instância nos lembrando do jogo de 1998, tanto da dor de Claire em busca de seu irmão Chris, como a de Leon conhecendo a misteriosa, Ada. A lembrança é boa pela época, mas ruim pelos perigos que vem pela frente. Mesmo que os zumbis não venham em hordas, vindo em pelo menos cinco, sempre pode ser preocupante, já que não temos um grande número de munições e bombas conosco.
Algo que está bem diferente são as munições e armas. Com poucas caixas de munição encontradas por ai, temos que racionar muito bem na hora de decidir matar um zumbi. Com uma opção de encontrar pólvoras pelo mapa, podemos mesclar ela com outros tipos e criar munição de pistola, Shotgun e magnum, facilitando um pouco a reserva para a campanha mais a frente. Algo que também está mudado é a questão da faca, que contém uma barra de gasto, que ao chegar ao 0% some de nosso inventário, trazendo ainda mais dificuldade. Mas afinal, o que é um game sem riscos e desafios não é mesmo?
A Capcom agora instiga ainda mais as pessoas a criarem estratégias, sem facilitar para o jogador, e é algo que acaba sendo ótimo e que anda faltando nos novos games de hoje. Precisamos sempre pensar qual é a melhor forma de passar pelos zumbis e ainda sim manter coisas em nosso inventário – que começa minúsculo, mas que ao encontrarmos bolsas espalhadas podemos aumentar ainda mais. Isso nos faz mesclar entre o survival horror clássico e gerenciamento de inventário.

O remake é realmente tudo isso?


Sempre que um remake é feito, o medo segue presente que irá seguir de forma fiel o original. E Resident Evil 2 consegue seguir isso de forma impecável, mas ainda trazendo algumas pequenas falhas. Mesmo com um visual de tirar o fôlego e sangue que qualquer produtor de filme gore teria inveja, o remake sofre com alguns deslizes, mas não digo em questão da história, mas sim de gráfico. 
Um dos grande problema que senti durante a campanha é o efeito de ataque de algumas criaturas e também do Clicker – criatura cega que se guia através do som. Mesmo ele sendo horripilante e causando terror, quando ele abre a boca e coloca sua língua pra fora, só consigo enxergar 800 pixels na minha cara, onde parece que esqueceram de renderizar achando que por conta da escuridão ninguém iria reparar – pois é, Capcom eu acabei reparando!
Também algo que senti falta de aparecer mais, mas acabo entendendo o motivo é um pouco a falto de “foco” é que mesmo que ambas as campanhas se conectem parece que acabam se perdendo um pouco durante a jogatina, deixando algumas pessoas talvez confusas, principalmente para os novos jogadores de Resident Evil. Mas o que salva em relação a isso é que mesmo que tenhamos de fazer os mesmos puzzles praticamente em ambos, ainda sim precisamos procurar – já que em cada um temos uma combinação para conseguir os medalhões e também as senhas de cofres e cadeados.
Mas o que nos conquista mesmo – tanto no medo e tensão, quando um personagem que faz diferença – é Mr. X (ou Tyrano para os novos) que sempre em momentos chave acaba surgindo no mapa e começa a nos perseguir SEM PARAR. O que nos trás em um desafio ainda maior, onde precisamos concluir nossos objetivos com ele em nossa cola. E nem adianta você gastar bala, já que nada pode derruba-lo e digo isso com toda a experiência e tentativa do mundo.

Mas para não me estender muito e estragar a campanha de ninguém, Resident Evil 2: Remake é uma ótima pedida para os amantes de terror, ação e zumbis. Com uma dinâmica de personagens e ótima forma de trazer a campanha, eu posso afirmar com muita certeza que ele pode se tornar um dos favoritos do ano para muitos amantes de games e quem sabe levar alguns prêmios de Game do Ano de 2019.
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TOP 5 | Grandes jogos para 2019

18 janeiro 2019 0 Comentários



Em 2018 eu joguei muito menos do que eu estou acostumado a jogar, mas para 2019 eu coloquei na lista de metas, uma dedicação maior do meu — pouco — tempo livre para ficar com o joystick nas mãos. Espero, de verdade, que essa não seja apenas uma daquelas metas de ano novo que a gente esquece ou desanima de cumprir, até porque 2019 trará jogos que prometem recompensar muito os momentos de jogatina.


Então eu trouxe aqui cinco títulos que estão na minha lista de prioridades — porque também não adianta colocar um monte e não cumprir —, então peguem os joysticks, coloquem os headsets e me acompanhem.


KINGDOM HEARTS III


O primeiro lugar dessa lista não poderia ser de outro jogo senão Kingdom Hearts IIISora, Riku, Donald, Pateta e Rei Mickey voltam no terceiro jogo principal da série Kingdom Hearts — e décimo primeiro título geral da série —, após os eventos mostrados em Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance. Em busca dos sete guardiões da luz e da Chave para Retornar Corações, nossos heróis também tentarão destruir os planos maléficos do Mestre Xehanort.

Joguei a demo na BGS2018, como já falei em uma matéria anterior, e está difícil conter a vontade de entrar no mundo de Toy Story — dentre os demais mundos do game. O jogo já está em pré-venda e vem com um steelbook nas compras online! O lançamento acontece no final do mês, dia 25.



SKULL & BONES


Para quem é fã de piratas e alto mar, Skull & Bones promete uma aventura cheia de perigos, glórias, sangue e saques.

Após a queda da pirataria, depois de seus últimos ícones lendários cessarem suas atividades — seja por morte, perdão ou captura —, o game leva o jogador até às águas do Oceano Índico, para se juntar à última resistência contra o Império britânico, no século XVIII.
Grande parte do time de desenvolvimento de Skull & Bones é o mesmo por trás de Black Flag e além de personagens lendários, teremos outros elementos muito conhecidos das histórias de piratas e suas mitologias, que abordam até mesmo o sobrenatural.



JEDI: FALLEN ORDER


Preciso reforçar a declaração de amor por Star Wars? Acho que não, certo?! Fã da franquia, como sou, caí na isca de Jedi: Fallen Order, o misterioso game que promete contar um pouco mais sobre o tempo entre os episódios III e IV de Star Wars — quando o Imperador executa a Ordem 66, declarando a caça e morte a todos os Jedi.

Pouco se sabe sobre a história real do game, no entanto alguns detalhes que já foram revelados é que o player jogará com um Jedi (ou mais de um), que teremos sabres-de-luz (não que isso seja exatamente uma surpresa), e que o jogo terá um tom mais sombrio, diante do cenário da Ordem 66, explorando um pouco mais do universo da franquia.
Não precisa falar mais nada para gerar ansiedade de pegar o joystick, né?! Só falta mesmo o lançamento, previsto para o final do ano — sem data exata.

Ah, ainda não há trailers e nem imagens oficiais. Está tudo no mistério, por enquanto.

DEVIL MAY CRY 5


Falando em clima sombrio, Devil May Cry 5 também chega em 2019, trazendo uma horda de demônios!

Após os eventos de DMC2, um cara chamado V chega à Devil May Cry para contratar os serviços, a fim de resolver uma série de ataques de demônios. Nero também retorna ao jogo, fazendo seus serviços de caça aos demônios e com sua prótese Devil Breaker e, além dos dois, claramente também temos nosso amado Dante na franquia, completando o trio de players.

O jogo também conta com a presença das girls-power Nico, Trish e Lady para melhorar tudo ainda mais.
Pontos de destaque vão especialmente para as batalhas cheias de movimentos e impactos, com uma trilha sonora que acompanha o ritmo de acordo com o desenvolvimento do jogador e também para o show de luzes e efeitos que enchem os olhos de qualquer gamer.



RESIDENT EVIL 2


Resolvi fechar a matéria com uma dose forte de nostalgia, porque voltaremos à Raccoon City, na companhia de Leon Kennedy e Claire Redfield, com o remake de Resident Evil 2

O jogo é fiel à história de RE2, lançado lá em 1998, e a única diferença está nas melhorias geradas com a atual tecnologia e recursos de desenvolvimento de jogos.
Sendo um dos maiores queridinhos da história de Resident Evil, a galera que viveu a infância e adolescência na virada do século ganhou mais um presente da Capcom com esse remake que promete conquistar os players mais jovens também.



Eu poderia incluir muitos outros nessa lista, como Metro Exodus, Days Gone, Anthem e Doom Eternal — dentre mais outros. Mas a minha meta é realmente para esses cinco, pelo menos!


Agora me contem, quais jogos estão na meta de vocês, para 2019? E quais outros eu não mencionei e você acham que merecem destaque? Câmbio, desligo!