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Primeiras impressões: The Division 2 (Beta)

19 fevereiro 2019 0 Comentários

Hoje lhes trago minha visão do pouco que joguei do Beta Fechado do game The Division 2, que será lançado dia 15 de março de 2019, pela Ubisoft!
Ah, e eu não cheguei a jogar o primeiro game da franquia, por isso vou dar minha opinião sem nenhuma comparação com o antecessor. Vamos lá.
O game já se inicia com a criação (sem muitas variações) do personagem que iremos guiar durante o game. Após completarmos, somos “soltos” no mapa em meio a um tutorial que já faz parte da história do jogo.
Há uma devastação em Washington DC, tanto que a Casa Branca (White House) é um Quartel General da nossa facção e serve como base para o começo de nossa jornada.
Gráficos são bonitos, detalhados, mas sem a poluição visual, deixando no frame só as coisas necessárias para o game.
A jogabilidade é bem trabalhada e conseguimos mirar e atirar com certa facilidade. Há vários de tipo de equipamentos (armas, bombas, granadas, etc) que a gente pode carregar. Digo até que tem até um “Q” de RPG, no quesito da gente ir pegando arma diferentes e/ou melhores, máscaras, mochilas etc.
Você vai avançando na sua jornada, fazendo as missões principais, e se quiser, as secundárias também, e vai descobrindo pontos estratégicos, pequenos quarteis generais nos quais você pode contratar mercenários para ajudar nas missões, comprar/vender itens e pegar mais missões.
Há também a entrada de outros jogadores no meio de sua partida com intuito das partes se ajudarem a fazer a missão. Agora pode ser algum amigo seu ou aleatório — o que me leva a falar de um ponto negativo do jogo que é jogar sozinho. Não empolga tanto, cansa. No entanto, se você junta mais 3 amigos, a noite vai ser pequena.

Ei, dona Ubisoft, vocês poderiam ter colocado a partida beta em Português BR, porque só no Inglês deve ter complicado a vida de muita gente!

Dito isto, The Division 2 é um jogo bem completo, o qual vale a pena ser conferido. De preferência, como dito anteriormente, com uns amigos.
Vai comprar? O jogo vai ser lançado dia 15 de março de 2019. Adquire para Console (PS4 ou Xbox One) ou PC e volta aqui depois para nos contar o que achou do game.
Câmbio, desligo.

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Finalmente Kingdom Hearts III

12 fevereiro 2019 0 Comentários

Ainda não caiu a minha ficha, de que esse dia finalmente chegou…
Após treze longos e dolorosos anos de espera, Kingdom Hearts III chegou para fechar a saga de Xehanort, e eu estou aqui para registrar o que a experiência trouxe para mim, mas, antes de tudo, não espere uma análise tão técnica e cheia de cálculos potenciais aqui nesse texto, ok?!

Por ser fã incondicional da série, um misto de emoções explodiu em mim logo na abertura do game. Desde nostalgia à excitação, passando por alegria, melancolia, ansiedade e esperança também. Aqueles sentimentos todos que só fanboy que é fanboy sabe como é, quando a gente tem um reencontro com algo que marcou tanto a nossa vida. Meio que não dá pra explicar bem, é mais para ser sentido.

O jogo começa cheio de mistérios, típicos de Kingdom Hearts, e quem já conhece a saga, sabe que tudo fará sentido depois. E por falar nisso, achei muito boa a ideia de colocar as cenas no menu principal, relembrando o passado da série.

Ainda nos primeiros minutos do game, meu coração se acalmou bastante, quando percebi que narrativa segue na mesma velocidade esperada — nesse caso, na mesma falta de velocidade. Eu gosto demais desse ritmo lento da história de Kingdom Hearts, que te obriga a desacelerar junto com ele. No entanto, o ponto mais forte de todos está nos combates que entregam um verdadeiro espetáculo. Os movimentos acrobáticos e fluídos enchem os olhos e a aposta na mesma mecânica dos títulos anteriores foi uma excelente escolha. Mas, falando de coisas anteriores, a mesma câmera problemática de antes, volta a ser uma das maiores vilãs aqui e, por muitas vezes, o cenário ou um inimigo gigante tira totalmente a visão da batalha — o que pode ser crucial em alguns momentos intensos.

Eu estava muito ansioso para entender quais seriam as novidades em batalhas prometidas para KH3, e fiquei muito feliz de saber que a aposta foi direcionada para a inteligência e estratégia. A proposta de poder usar várias Keyblades e alterná-las durante as batalhas torna a jogabilidade muito mais personalizada para o player, permitindo escolher os modos de ataque. Ah, e por falar em modos de ataque, algumas batalhas precisarão muito mais de estratégia e inteligência do que ataques infinitos — aquele toque de Final Fantasy! Só achei um tanto desnecessário aqueles parques de diversões coloridos da Disney, que são possíveis conjurar durante as lutas, porque entregam mais show de luzes do que causam dano.

Além da linha principal, KH3 também traz várias atividades secundárias — algumas até mesmo obrigatórias — e mini-games, para dar um descanso do turbilhão que é esse universo todo, com tantos mundos encantadores.
E por falar nos mundos, as características deles invadem totalmente a experiência de jogo, influenciando desde batalhas, até mesmo nos gráficos.

Por fim, depois de tantos confrontos — embora eu quisesse outros tantos mais —, o final chega, e ele é épico e comovente, e ainda mais intenso por estar com o joystick nas mãos enquanto a história se conclui — é realmente muita emoção.

Poderia ter sido melhor? Sim, poderia, mas KH3 entrega o desfecho merecido para a narrativa do game, assim como o melhor combate de todos. Sim, valeu a pena ter esperado!
Algumas coisas que aconteceram já eram esperadas, outras nem tanto, e eu perdi um tempo até perceber que realmente “acabou”. Sim, com aspas, porque o epílogo e uma tal cena secreta prometem muito mais coisas novas no porvir. Ainda bem, porque eu não estou pronto para me despedir de Kingdom Hearts.

Eu queria falar dez vezes mais sobre o game, mas acabaria entregando algum spoiler e deixando esse post gigantesco. Só queria dizer que os fãs da franquia certamente vão amar Kingdom Hearts III, porque mesmo com algumas falhas, o mais importante é a história que ele nos entrega, todo esse conceito dos Corações e como isso mexe com a gente de uma maneira incrível.
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Review | Resident Evil 2: Remake

1 fevereiro 2019 0 Comentários



Resident Evil, um dos grandes clássicos da série de games de zumbi da Capcom começou lá atrás em 1996, com cenas assustadoras e bosses que deixavam nossa espinha arrepiada. Em 1998 tivemos o lançamento do segundo game, que fez um grande sucesso por seus personagens, principalmente Claire, que estava em busca de seu irmão e Leon para seu novo emprego em Raccoon City.



O grande sucesso nas plataformas antigas obrigou a empresa a remasterizar ou até mesmo “refazer” o game, com uma pegada mais atual e melhoria de gráficos para a nova geração. Usando a mesma formula de remake do primeiro Resident Evil, agora chegamos com Resident Evil 2: Remake, onde o medo e tensão ficaram ainda maiores. Temos o retorno de Leon e Claire, com um visual ainda mais interessante e novas roupas, não deixando a personagem uma figura sexualizada – o que faz total diferença para os dias de hoje, dando um lado diferente para ela. Leon chega com seu mesmo estilo, cabelo loiro e olhos claros, mas com ainda mais atitude e vontade de cumprir sua missão na policia – principalmente na situação que se encontra no momento que chega a cidade.

O gore e a dificuldade em alta definição!

Como nos games anteriores, o sangue, cabeças explodindo e tiros a valer sempre foi algo super presente. E em seu remake não seria nada diferente disso. Com ultra qualidade, não temos 100% pixels como antes, onde o sangue é em alta qualidade e o gore presente 100%. Com zumbis que não morrem facilmente, podemos sofrer um pouco na hora de escapar de uma grande quantidade que vem em nossa direção, mas nada como uma tática de fuga e corrida não nos ajude nesses momentos. 

Sentimos muita nostalgia em primeira instância nos lembrando do jogo de 1998, tanto da dor de Claire em busca de seu irmão Chris, como a de Leon conhecendo a misteriosa, Ada. A lembrança é boa pela época, mas ruim pelos perigos que vem pela frente. Mesmo que os zumbis não venham em hordas, vindo em pelo menos cinco, sempre pode ser preocupante, já que não temos um grande número de munições e bombas conosco.
Algo que está bem diferente são as munições e armas. Com poucas caixas de munição encontradas por ai, temos que racionar muito bem na hora de decidir matar um zumbi. Com uma opção de encontrar pólvoras pelo mapa, podemos mesclar ela com outros tipos e criar munição de pistola, Shotgun e magnum, facilitando um pouco a reserva para a campanha mais a frente. Algo que também está mudado é a questão da faca, que contém uma barra de gasto, que ao chegar ao 0% some de nosso inventário, trazendo ainda mais dificuldade. Mas afinal, o que é um game sem riscos e desafios não é mesmo?
A Capcom agora instiga ainda mais as pessoas a criarem estratégias, sem facilitar para o jogador, e é algo que acaba sendo ótimo e que anda faltando nos novos games de hoje. Precisamos sempre pensar qual é a melhor forma de passar pelos zumbis e ainda sim manter coisas em nosso inventário – que começa minúsculo, mas que ao encontrarmos bolsas espalhadas podemos aumentar ainda mais. Isso nos faz mesclar entre o survival horror clássico e gerenciamento de inventário.

O remake é realmente tudo isso?


Sempre que um remake é feito, o medo segue presente que irá seguir de forma fiel o original. E Resident Evil 2 consegue seguir isso de forma impecável, mas ainda trazendo algumas pequenas falhas. Mesmo com um visual de tirar o fôlego e sangue que qualquer produtor de filme gore teria inveja, o remake sofre com alguns deslizes, mas não digo em questão da história, mas sim de gráfico. 
Um dos grande problema que senti durante a campanha é o efeito de ataque de algumas criaturas e também do Clicker – criatura cega que se guia através do som. Mesmo ele sendo horripilante e causando terror, quando ele abre a boca e coloca sua língua pra fora, só consigo enxergar 800 pixels na minha cara, onde parece que esqueceram de renderizar achando que por conta da escuridão ninguém iria reparar – pois é, Capcom eu acabei reparando!
Também algo que senti falta de aparecer mais, mas acabo entendendo o motivo é um pouco a falto de “foco” é que mesmo que ambas as campanhas se conectem parece que acabam se perdendo um pouco durante a jogatina, deixando algumas pessoas talvez confusas, principalmente para os novos jogadores de Resident Evil. Mas o que salva em relação a isso é que mesmo que tenhamos de fazer os mesmos puzzles praticamente em ambos, ainda sim precisamos procurar – já que em cada um temos uma combinação para conseguir os medalhões e também as senhas de cofres e cadeados.
Mas o que nos conquista mesmo – tanto no medo e tensão, quando um personagem que faz diferença – é Mr. X (ou Tyrano para os novos) que sempre em momentos chave acaba surgindo no mapa e começa a nos perseguir SEM PARAR. O que nos trás em um desafio ainda maior, onde precisamos concluir nossos objetivos com ele em nossa cola. E nem adianta você gastar bala, já que nada pode derruba-lo e digo isso com toda a experiência e tentativa do mundo.

Mas para não me estender muito e estragar a campanha de ninguém, Resident Evil 2: Remake é uma ótima pedida para os amantes de terror, ação e zumbis. Com uma dinâmica de personagens e ótima forma de trazer a campanha, eu posso afirmar com muita certeza que ele pode se tornar um dos favoritos do ano para muitos amantes de games e quem sabe levar alguns prêmios de Game do Ano de 2019.
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TOP 5 | Grandes jogos para 2019

18 janeiro 2019 0 Comentários



Em 2018 eu joguei muito menos do que eu estou acostumado a jogar, mas para 2019 eu coloquei na lista de metas, uma dedicação maior do meu — pouco — tempo livre para ficar com o joystick nas mãos. Espero, de verdade, que essa não seja apenas uma daquelas metas de ano novo que a gente esquece ou desanima de cumprir, até porque 2019 trará jogos que prometem recompensar muito os momentos de jogatina.


Então eu trouxe aqui cinco títulos que estão na minha lista de prioridades — porque também não adianta colocar um monte e não cumprir —, então peguem os joysticks, coloquem os headsets e me acompanhem.


KINGDOM HEARTS III


O primeiro lugar dessa lista não poderia ser de outro jogo senão Kingdom Hearts IIISora, Riku, Donald, Pateta e Rei Mickey voltam no terceiro jogo principal da série Kingdom Hearts — e décimo primeiro título geral da série —, após os eventos mostrados em Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance. Em busca dos sete guardiões da luz e da Chave para Retornar Corações, nossos heróis também tentarão destruir os planos maléficos do Mestre Xehanort.

Joguei a demo na BGS2018, como já falei em uma matéria anterior, e está difícil conter a vontade de entrar no mundo de Toy Story — dentre os demais mundos do game. O jogo já está em pré-venda e vem com um steelbook nas compras online! O lançamento acontece no final do mês, dia 25.



SKULL & BONES


Para quem é fã de piratas e alto mar, Skull & Bones promete uma aventura cheia de perigos, glórias, sangue e saques.

Após a queda da pirataria, depois de seus últimos ícones lendários cessarem suas atividades — seja por morte, perdão ou captura —, o game leva o jogador até às águas do Oceano Índico, para se juntar à última resistência contra o Império britânico, no século XVIII.
Grande parte do time de desenvolvimento de Skull & Bones é o mesmo por trás de Black Flag e além de personagens lendários, teremos outros elementos muito conhecidos das histórias de piratas e suas mitologias, que abordam até mesmo o sobrenatural.



JEDI: FALLEN ORDER


Preciso reforçar a declaração de amor por Star Wars? Acho que não, certo?! Fã da franquia, como sou, caí na isca de Jedi: Fallen Order, o misterioso game que promete contar um pouco mais sobre o tempo entre os episódios III e IV de Star Wars — quando o Imperador executa a Ordem 66, declarando a caça e morte a todos os Jedi.

Pouco se sabe sobre a história real do game, no entanto alguns detalhes que já foram revelados é que o player jogará com um Jedi (ou mais de um), que teremos sabres-de-luz (não que isso seja exatamente uma surpresa), e que o jogo terá um tom mais sombrio, diante do cenário da Ordem 66, explorando um pouco mais do universo da franquia.
Não precisa falar mais nada para gerar ansiedade de pegar o joystick, né?! Só falta mesmo o lançamento, previsto para o final do ano — sem data exata.

Ah, ainda não há trailers e nem imagens oficiais. Está tudo no mistério, por enquanto.

DEVIL MAY CRY 5


Falando em clima sombrio, Devil May Cry 5 também chega em 2019, trazendo uma horda de demônios!

Após os eventos de DMC2, um cara chamado V chega à Devil May Cry para contratar os serviços, a fim de resolver uma série de ataques de demônios. Nero também retorna ao jogo, fazendo seus serviços de caça aos demônios e com sua prótese Devil Breaker e, além dos dois, claramente também temos nosso amado Dante na franquia, completando o trio de players.

O jogo também conta com a presença das girls-power Nico, Trish e Lady para melhorar tudo ainda mais.
Pontos de destaque vão especialmente para as batalhas cheias de movimentos e impactos, com uma trilha sonora que acompanha o ritmo de acordo com o desenvolvimento do jogador e também para o show de luzes e efeitos que enchem os olhos de qualquer gamer.



RESIDENT EVIL 2


Resolvi fechar a matéria com uma dose forte de nostalgia, porque voltaremos à Raccoon City, na companhia de Leon Kennedy e Claire Redfield, com o remake de Resident Evil 2

O jogo é fiel à história de RE2, lançado lá em 1998, e a única diferença está nas melhorias geradas com a atual tecnologia e recursos de desenvolvimento de jogos.
Sendo um dos maiores queridinhos da história de Resident Evil, a galera que viveu a infância e adolescência na virada do século ganhou mais um presente da Capcom com esse remake que promete conquistar os players mais jovens também.



Eu poderia incluir muitos outros nessa lista, como Metro Exodus, Days Gone, Anthem e Doom Eternal — dentre mais outros. Mas a minha meta é realmente para esses cinco, pelo menos!


Agora me contem, quais jogos estão na meta de vocês, para 2019? E quais outros eu não mencionei e você acham que merecem destaque? Câmbio, desligo!

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Review | Red Dead Redemption 2 é o jogo do ano?

24 novembro 2018 0 Comentários

Red Dead Redemption foi um grande sucesso com seu lançamento em 2010. Tendo um estilo GTA faroeste, que apenas a Rockstar poderia trazer, podíamos montar em cavalos, viver com a cabeça a prêmio e realizar missões. Agora depois de oito anos finalmente chegou o tão esperado Red Dead Redemption 2, que prometia um design real e cuidados de personagem no maior estilo The Sims.

Em seu novo ano, comandamos Arthur, que junto de sua família – ou gangue se acharem melhor – fogem de Blackwater após um grande erro ocorrer em um roubo. Com suas cabeças à prêmio, conhecemos através do enredo de Arthur inúmeros personagens atrelados a sua narrativa como, por exemplo, nosso querido amigo e líder da gangue, Dutch, cujo o maior desejo é conseguir muito dinheiro para fugir para qualquer lugar fora dos Estados Unido, dada as devidas circunstâncias. E em meio há está complexa história, nós somos jogados ao maravilhoso mundo de Red Dead Redemption 2. 

Uma história nível Clint Eastwood


A história do game poderia ser praticamente um filme de Clint Eastwood. É impossível ficar sem ter o que fazer durante a campanha, já que o game apresenta não só as missões primárias, como temos as secundárias e ainda pequenas quests para serem realizadas no meio do caminho quando estamos cavalgando até o nosso destino. 

Durante nossas cavalgadas sempre temos a chance de encontrar uma moça que acabou perdendo seu cavalo e precisa de ajuda, alguém machucado após uma caçada ou até mesmo pessoas sendo perseguidas por matilhas de lobos. Tudo é possível de ser visto em RDR2, até mesmo um grupo da klu klux klan. Contudo, sempre devemos ter cuidado ao parar, já que muitas vezes outros grupos de pessoas criam emboscadas para te assaltar, onde podemos nos render e entregar a grana ou simplesmente atirar neles e meter o pé do lugar, já que pessoas podem presenciar o ocorrido e te denunciar, mesmo que não seja sua culpa.
Algo interessante de se fazer também é ao cavalgar abrir o mapa, muitas áreas de casas e cavernas podem ser exploradas, algumas até mesmo sendo ativas só a noite, trazendo mistérios bizarros que estávamos acostumados a ver muito em GTA – principalmente em San Andreas. Por isso digo, leve o tempo que precisar para terminar RDR2, pois existe MUITA coisa para ser feita e que vale a pena, principalmente pelas conquistas.
Gráficos de tirar o fôlego!
Em muitos anúncios e trailer de gameplays já estávamos cientes de que os gráficos do novo RDR2 seriam mágicos, mas quando ligamos nosso console e iniciamos a campanha, temos certeza que isso é muito maior. Em momentos de cutscene ficamos até em dúvida se estamos presenciando um game ou um filme, pelo realismo feito pela Rockstar – tudo aquilo já esperado pela desenvolvedora, que como a Naughty Dog, está sempre a frente de seu tempo se tratando da realidade gráfica do mundo gamer.
O realismo do cavalo foi o que mais chamou a atenção de todos os jogadores, onde podemos ver os músculos da parte traseira dele se movimentando, chega a ser absurdo de incrível e bonito ao mesmo tempo – mesmo que um pouco estranho. A barba e cabelo de Arthur podem crescer, então temos a opção de cortar ou simplesmente deixar ficar grande e fabulosa. Nossas roupas ficam sujas, molhadas e ainda temos roupas específicas para o frio e o calor – sim, o personagem pode sentir calor ao usar um casaco mais pesado – esse é o realismo que eu queria em um game.
E mais uma coisa que não poderia faltar é o cenário. Os animais, árvores, montanhas, água, neve, lama, TUDO é lindo! Não encontramos defeitos se tratando da ambientação do jogo, onde podemos apreciar a paisagem local. As marcas deixadas no chão quando pisamos na lama ou os rastros deixados na neve é o que mais chama a atenção no início da campanha, onde já sentimos que será o game perfeito.
O #GOTY do ano?
Mesmo sendo lindo e perfeito, o jogo tem contado com coisas que podem irritar um pouco aqueles que estão acostumados com a rapidez dos carros de GTA. Eu não senti isso particularmente, mas muitos reclamaram do tempo perdido fazendo as viagens de cavalo, dando mais tempo de campanha. Podemos liberar o mapa de viagem rápida ao evoluir nosso acampamento, mas ainda sim alguns são estão muito insatisfeitos com isso.
Mais algo que acaba interferindo são alguns  raros bugs do jogo, principalmente em questão dos personagens. No meu caso ocorreram algumas vezes em cima do cavalo, onde ele perdia o controle de forma sem sentido ou simplesmente caia dele na hora de descer. É algo que não se pode esquecer de comentar, mas que sabemos que será corrigido em atualizações futuras do game.
Red Dead Redemption 2 pode ter esses pequenos defeitos, mas não tira o favoritismo de  jogo do ano. Com gráficos inovadores, história que nos deixa envolvido e personagens muito carismáticos, conseguimos sentir tudo aquilo que precisamos em um campanha. Os gamers e fãs da Rockstar podem comemorar e passar o tempo que for jogando o modo single player, que quando chegar o modo online, dai sim que ninguém vai querer largar o controle. 
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Primeiras impressões | Resident Evil 2 Remake

27 outubro 2018 0 Comentários

A Brasil Game Show 2018 já acabou e muitos jogos passaram pelo maior evento de games da América Latina. Um dos mais esperados e aguardados pelo publico desde seu anunciou é com toda certeza, Resident Evil 2 onde contaremos com o retorno de Claire e Leon.

Com uma dinâmica parecida com dos outros games, vemos uma qualidade gráfica muito avançada do antigo – mesmo que os produtores, Yoshiaki Hirabayashi e Tsuyoshi Kanda digam que o game não é um remake direto, mas que deseja trazer coisas do antigo de forma diferente – temos lembranças óbvias do feito em 1998.

Na demo tivemos duas oportunidades diferentes; podemos jogar com Leon, onde nos encontramos em uma casa e precisamos achar uma forma de sair do ambiente. E depois com Claire, onde paramos em uma espécie de esgoto e encontramos a garotinha filha de William Birkin, o criador do G-vírus e que se contaminou com o mesmo. Tudo se passa no ambiente de Raccon City.

Não quero me prolongar muito, já que não tivemos tempo de ver uma beta gigante, apenas um pedaço do arco de cada um. O arco que seguiremos com a Claire estava bem dinâmico e fluido, onde nos mexíamos tranquilamente e sem muitos problemas. A câmera ainda ficava um pouco confusa, então me sentia as vezes perdida, principalmente no escuro que mesmo com a lanterna não iluminava tanto. Outro ponto em relação a câmera era o fato dela parecer estar muito próxima das paredes, então quando virávamos perdíamos um pouco a personagem da tela.

Já quando testamos com Leon, posso dizer que parecia estar jogando com um bêbado. A jogabilidade dele estava um pouco chata, até pensei que poderia ser um problema com o controle ou algo parecido, mas vi muitas pessoas falando sobre isso. Quando miramos no inimigo está tudo tranquilo, mas na hora que atiramos parece que Leon não aguenta a pressão da arma e gira a câmera para o lado oposto, sem acertar o alvo direito. Sua forma de caminhar é bem fluida, mas o grande problema mesmo ainda são os bugs de câmera, mas como já era esperado por estar em beta.

Resident Evil 2 Remake promete ser um jogo que vai surpreender, deixando seus fãs da franquia felizes. É possível que a galera sinta a nostalgia, como eu senti, ao ver aqueles personagens novamente – principalmente Claire. Agora devemos esperar a versão definitiva chegar em nossas mãos, para conseguir dizer se pode ser ou não o game do ano.