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TOP 10 | Saudosos jogos do PS2

26 setembro 2018 0 Comentários

E aí galera, hoje estou de volta com
a continuação do TOP 10 Playstation. Agora penei para separar 10 jogos do PS2, porque
foi uma tarefa árdua, mas vamos lá para a lista. Lembrando que a ordem não significa
preferência ou importância.

1# Black

Jogos de tiro em consoles na época do
PS2
não eram bem vistos como hoje. Eu mesmo não curtia, mas esse Black era tão
bom e tão bonito que dei uma chance e viciei. Era dificílimo e eu mesmo nunca
zerei. Cheguei numa parte que sempre morria. Apesar disso o game era excelente
e deixou saudade.
2# Shadow Of The Colossus

O que falar de provavelmente o jogo mais
lindo do PS2? Que jogo em que você tem um mapa gigante e está só com seu cavalo
e tem que ir atrás de Colossus gigantes, nos quais você tem que sair escalando
e procurando os pontos frágeis para poder derrota-los? Baita game e mesmo hoje
em dia é lindão.
3# Guitar Hero II

Guitar Hero chegou para nos mostrar um
mundo diferente nos consoles, mas o seu sucessor — o Guitar Hero II — foi quem arrebatou
nossos corações. A jogabilidade era muito boa nos joysticks, e a gente destruía
eles na tentativa de fazer a maior pontuação nos níveis mais difíceis do game.
A trilha sonora era animal, uma mistura de músicas bem conhecidas com outras
desconhecidas, mas tão excelentes quanto as primeiras. Era diversão na certa.

4# Prince Of Persia: The Sands Of Time

O game era excelente, uma mistura de mecânica excelente (a de voltar no tempo para tentar outro caminho) com cenários belos e uma ótima jogabilidade. Sands of Time era a pedida certa para quem queria um jogo de ação divertido. Claro que não podemos esquecer de mencionar as acrobacias do personagem principal, que é a marca registrada do Prince of Persia.
5# God Of War
God of War é, talvez, para mim, top 3 do PS2. O
jogo era viciante, na mecânica ‘hack and slash’ e com seus ‘quick time events’
fazia você jogar por horas a fio até zerar. Divertido, com inúmeras armas e
combinações de ‘kills’, fez do jogo um dos maiores sucessos comerciais do PS2 e
da fabricante.
6# GTA: San Andreas
Grand Theft Auto III foi a maior mudança que a franquia teve
até agora. Saiu de uma visão 2D para um 3D de mundo aberto, e isso com todas as
possibilidades que ele trazia. E Grand
Theft Auto: San Andreas
trouxe um mapa que é o playground
definitivo do PlayStation 2: três cidades e uma área rural gigantesca que, além
das missões, side quests e itens colecionáveis, parecia ter vida própria. E
quem nunca ficou na academia malhando ou ficou pedalando de bike pela cidade?

7# Burnout 3: Takedown


Burnout seguia uma direção diferente da
que Gran Turismo trilhava. Enquanto que este era um simulador de corrida. O
Burnout 3 era uma mistura de arcade com simulador, conseguindo ser mais
divertido do que ambos ao abraçar igualmente a velocidade e a destruição. Mas
convenhamos, a melhor coisa do game era trilha sonora. E que trilha, hein?
Escutava ela por horas.
8# Final Fantasy X
Final Fantasy sempre foi sinônimo de
opulência técnica no PlayStation e a décima edição do RPG desempenha esse papel
com maestria. Aproximando-se de uma linguagem cinematográfica, com personagens
dublados pela primeira vez, muitas cut-scenes e exibindo áreas tridimensionais
riquíssimas, FFX foi o cartão de visitas perfeito do console com pouco mais de
um ano no mercado. Mas o game não era só bonito de se ver, ele também
desconstruiu diversos conceitos do RPG tradicional, como a progressão por nível,
e apresentou alguns dos desafios mais difíceis da franquia.
9# Okami
Okami é um jogo único. Não pelo seu
estilo de jogo, que se assemelha bastante com títulos como Zelda, mas pelos
seus gráficos e trilha sonora inspirados na cultura e arte japonesa e a
divertida mecânica do Pincel Celestial, onde os desenhos feitos pelo jogador
conjuram as habilidades da Deusa Amaterasu, que assume a conhecida forma de uma
loba branca.
Além de ser uma aventura inesquecível, o
humor também se faz bastante presente em Okami. Personagens cativantes como o
tagarela companheiro Issun e o atrapalhado “herói” Susano, bem como os Deuses
do Pincel Celestial (que concedem seus poderes à Amaterasu), trazem cenas bem
engraçadas que deixam o jogo ainda mais divertido.

10# Kingdom Hearts


Um jogo de RPG que une personagens de Final Fantasy e da Disney, tornando-os coadjuvantes de uma nova
história. A ideia é até bizarra, mas Tetsuya
Nomura
conseguiu nos mostrar que poderia dar certo. A equipe
conseguiu mesclar o melhor de ambos os mundos criando um passeio maravilhoso
pelos clássicos desenhos que utiliza sabiamente os poderosos personagens do RPG
japonês.
Agora que vocês conferiram meu TOP 10,
já podem dar seus pitacos. Qual o game que você mais jogou nesse console? Quais
jogos ficaram de fora? Deixa aí seu comentário e até a próxima.
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Review | Little Nightmares

22 setembro 2018 0 Comentários

A Tarsier Studios, o estúdio sueco responsável por Little Big Planet 3 e Tearaway, chegou em 2017 com seu mais novo sucesso e mostrando que quer manter seu estilo 2D de toda forma — e que está dando certo. Little Nightmares nos coloca em um mundo de pesadelos, onde tudo pode ser muito perigoso.

Podemos sentir um certo receio em primeira instância, quando iniciamos o game. Começamos em um pesadelo, onde vemos uma Gueixa, que usa uma máscara de teatro kabuki, nos acordando em um ambiente metálico e escuro.
Caminharemos no game com a jovem Six, que está sozinha em um lugar chamado The Maw, um barco bizarro onde iremos a cada passo descobrir coisas muito sombrias.

Não temos nenhuma explicação clara do que está ocorrendo, apenas de que precisamos sempre seguir em frente para passar por uma porta ou uma espécie de puzzle para conseguir escapar daquele ambiente frio e sombrio que é The Maw. E não fique assustado pela forma como ele começa, já que cada vez que avançamos ele fica cada vez pior e mais bizarro.

Algo errado não está certo…

Somos guiados muitas vezes pelos “The Nomes”, que são pequenos gnomos com uma cabeça de cogumelo, que podem nos ajudar, indicando se estamos no caminho certo ou até mesmo nos oferecendo o conforto de um belo abraço — não sabemos muito bem o motivo, mas só seguimos em frente. Talvez seja pelo choque emocional pelo qual passamos em cada ambiente do navio, seja um corpo enforcado ou um bicho estranho querendo te devorar.


Mesmo que o game tenha saído em 2017, muitas teorias ainda são feitas sobre a história de Six — em que a Gueixa possa ser ela em algum pesadelo, ou que tudo é um pesadelo e que ela precisa enfrentar seus medos e angústias da vida. Mesmo tendo uma teoria diferente das que existem por aí, prefiro deixar a minha de lado para não influenciar muito na imaginação dos outros jogadores, deixando totalmente aberto para sua própria interpretação.

Run, Six, Run!

Em alguns momentos podemos ter lembranças até mesmo de filmes do Studio Ghibli, e a maior delas para Little Nightmares é A Viagem de Chihiro, onde todas as criaturas são estranhas e pelo fato de você ser o único “humano” — até onde imaginamos, já que não conseguimos enxergar o rosto de Six. As criaturas sempre querem te devorar ou apenas matar da forma mais bizarra e dolorosa possível.


Uma dessas criaturas é o “Slender” presente no começo do game, um monstro cego com braços largos e que está sempre atento aos sons feitos no ambiente. Em seguida temos os irmãos cozinheiros, que ainda tento entender o que são, já que usam máscaras de porcos e apenas imaginamos sua real forma. Sempre seguida dos clientes do navio, que são criaturas mórbidas que comem sem parar, é necessário muito cuidado para não virar o jantar de algum deles no meio do caminho.

Por último enfrentamos a Gueixa, que pelo que entendemos tem um certo pavor de seu reflexo — onde mais uma vez pode ser aberto para teorias sobre sua história — e chegamos ao final, em um confronto bizarro e reviravolta não esperada na história de Six, que deixou todos muito confusos após as 3 horas de gameplay que o jogo nos apresenta.

Mesmo sendo um jogo curto, Little Nightmares é um game que vale a pena, não apenas por seu conteúdo bizarro e assustador — que provavelmente vai encantar muitos jogadores —, mas também por conter uma história diferente e aberta, onde nós podemos imaginar o que tudo aquilo significa, prolongando ainda mais nossa história com a pequena Six.

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Review | Spider-Man PS4

8 setembro 2018 0 Comentários
Desde que foi anunciado que teríamos um novo título do Homem-Aranha para o PS4, eu criei muitas expectativas para o game e contei os dias até o lançamento — PH, Marcos e Neto aturaram bastante minhas falações sobre o quanto eu esperava por essa chegada! Hahaha. Bom esse dia chegou, anteontem, porque obviamente eu já estava com o jogo em mãos algumas tantas horas antes da data oficial, e não me perguntem como, hahaha.

Passei a madrugada e o feriado inteiro jogando, e hoje também — inclusive deixei as aulas do curso de lado, porque eu não conseguia largar o Dualshock 4. E agora, finalmente, eu venho contar para vocês o que esperar para esse mais recente título do nosso amado Cabeça-de-Teia. Não vou narrar as cenas do game, até porque o jogo é muito grande. Vou apenas comentar os pontos que acredito que sejam importantes, fazendo uma análise deles. Para detalhes mais profundos, eu sugiro que vocês assistam a algum gameplay no YouTube — eu, particularmente, gosto bastante dos que o Zangado faz.

TRANSIÇÕES DE CENAS

Em primeiro lugar, eu preciso falar sobre as transições entre as cenas e o jogo. Do início ao fim o player irá se deparar com cenas que invadem os momentos de ação, e que às vezes causam um pouquinho de susto quando acontece no meio de uma luta intensa. Outras vezes, como no logo de início, a cena largará o Homem-Aranha em pleno ar e o jogador precisará rapidamente começar a jogar para dar continuidade. Achei essa interação muito boa, porque leva uma atenção extra para todas as cenas do game, que são importantes e também são muito legais, não chegando ao ponto de causar algum tipo de cansaço, principalmente por conta do humor de Parker.

BALANÇANDO ENTRE PRÉDIOS

Uma coisa que sempre foi criticada nos games do Aranha, era que o Peter atirava uma teia para o céu, ela provavelmente grudava em alguma estrela e ele seguia se balançando até mesmo em cima do mar. Aqui a história é bem diferente! Primeiramente, a cidade de Nova Iorque está muito realista, muito bem-feita e com um gráfico bem legal, os arranha-céus de fato possuem mais capricho do que os carros, por exemplo, mas é muito justificável, uma vez que nosso protagonista praticamente não anda no chão. E em segundo lugar, o Homem-Aranha precisa de prédios para grudar as teias e se balançar. As teias também grudam em árvores, postes, construções baixas… mas sempre precisam de algo para grudar. Em terceiro lugar, a experiência de ficar fazendo acrobacias pelo ar de Nova Iorque é muito boa e com certeza vai agradar qualquer player.

AS BATALHAS

Certamente as batalhas não possuem nada de muito inovador. Quem jogou os games do Batman, vai perceber que o estilo de luta é muito parecido, inclusive os sons marcantes das finalizações. No entanto, o Homem-Aranha é muito mais flexível e muito mais ágil do que os demais personagens de outros títulos, então com certeza o gosto das lutas com o Spidey é muito melhor! Muitas acrobacias no chão e até mesmo no ar, que irão encher os olhos durante as lutas. O mais inovador aqui é há uma interação maior com o cenário, onde podemos grudar elementos próximos com a teia e arremessa-los nos adversários.
Outra coisa que enriquece as lutas, é o fato de que os lançadores de teias não são infinitos, então o player precisa ficar atento ao uso desnecessário, embora a regeneração deles seja bem rápida.
A saúde do herói também pode ser rapidamente comprometida se o jogador não ficar de olho no sentido-aranha, que também está muito legal e eficiente!
Um último ponto que acho importante destacar, é que o foco gerado durante as lutas pode ser acumulado para converter em mais danos a cada ataque, ou então o player pode utiliza-lo para regenerar a saúde o Spidey.

OS VILÕES

Veremos o Aranha lutar contra os diversos vilões esperados. Achei que todos ficaram bem caprichados e realmente refletiram bastante os quadrinhos. Como fã do personagem e também de seus vilões, não me desagradou em nada.
Um ponto interessante é que o Peter não está mais no colegial, aqui nesse game, nem é mais um adolescente. Peter já é um homem adulto e já é o Homem-Aranha há oito anos, então a cronologia dos personagens são um pouco adaptadas, mas muito bem trabalhadas. Não posso falar muito mais sobre isso para não dar spoilers de algumas surpresas bem interessantes.

MUITOS TRAJES

O traje da capa do game foi algo que causou muito barulho logo no início da divulgação do game, por ser diferente do original e dos utilizados nas HQs, porém isso não é motivo para preocupação. O uniforme do Spidey não foi “trocado”, ele apenas ganhou um grande guarda-roupas e tem muito uniforme para o player usar durante a jogatina, cada um com um fornecendo uma habilidade diferente e permitindo upgrades para as diversas missões — são mais de dez. A propósito, o game começa com o uniforme clássico.

PERSONAGENS

O que não falta é gente conhecida nesse jogo. Muitos easter eggs, muitas referências e inclusive alternativas de controle. Aqui, o player precisará controlar Mary Jane, por exemplo, em alguns momentos de algumas missões. Miles Morales também está no game e deixo a dica para que reparem bastante em quem é o atendente do primeiro encontro do Peter com a Mary Jane na lanchonete! Hahaha.
Toda Nova Iorque mostra um carinho muito grande pelo nosso Cabeça-de-Teia e é possível até mesmo tirar selfies com a galera, se tirar um tempo para andar pelas ruas, invés de apenas balançar entre os prédios.

MISSÕES SECUNDÁRIAS

O jogo é cheio de side quests, desde ajustar torres para a polícia até encontrar mochilas abandonadas pela cidade, combater pequenos crimes que surgem nas proximidades, durante o trajeto, para ganhar pontos de habilidade, e também tirar fotos.
Os puzzles estão presentes no game, porém também sem inovação, mais uma vez em um estilo bem próximo aos dos jogos do Batman.


História de um dos maiores personagens da Marvel, muitas missões, muita diversão, muita emoção, muito amor pelo Amigão da Vizinhança — como ele merece! —, muito Peter Parker em seu humor perfeito de sempre, em um mundo todo do Homem-Aranha. É certo que não há grandes novidades em termos de comparação a outros games, mas sem dúvidas é o melhor título do Spidey e consegue passar a experiência que sempre quisemos ter: de saber como é ser o Homem-Aranha! Extremamente obrigatório para todos os fãs do super-herói e que com certeza deixará o coração muito mais aquecido, além de renovar os votos de amor pelo personagem. Com uma finalização intensa, que deixará o player roendo as unhas pela espera da continuação!


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Review | World of Warcraft: Battle for Azeroth

6 setembro 2018 0 Comentários

Nossa querida história com World Of Warcraft está já conquistando os fãs de games há 15 anos. Tivemos sempre belas expansões, histórias para serem contadas de forma muito bonita e respeitada pelo jogadores e o principal que foi nunca perder sua essência durante as mudanças. Em sua nova expansão, “Battle for Azeroth” continuamos vendo muito isso e como WoW ainda é um game que pode nos deixar emocionado e nos fazer pensar realmente de qual lado nos estamos.
Em Battle for Azeroth, temos a continuação dos dois mundos de Warcraft, mas desta vez em uma grande batalha. Na liderança da horda temos Sylvana Corre Ventos, que acabou deixando um conflito grande entre os jogadores que apoiam a Horda pelo fato de não gostarem de suas atitudes tomadas como líder. Já no lado Aliança, temos Anduin, que após morte de seu pai precisou tomar seu lugar e lutar pela Aliança, ajudando seu povo contra a destruição de Sylvana.
Os conflitos já eram óbvios nos vídeos lançados pela empresa sobre sua nova expansão, onde os diálogos já nos faziam pensar de qual lado nos estaríamos nessa jornada em nossa campanha no MMO. Agora podemos começar no lvl 110 para estar mais próximo da batalha e começar com um equipe alto, onde vamos desenvolvendo enquanto estamos “upando” nosso personagem. Mesmo que seja complicado – como em muitos MMORPG – upar rápido em um nível alto é sempre difícil, mas com a formação de uma guilda com os amigos pode ajudar muito no desenvolvimento e também na batalha contra os Boss que podem ser encontrados.



Na nova expansão também temos duas novas cidades no mapa: Zandalar e Kul Tiras. Lá teremos a quest principal envolvendo a batalha das duas forças maiores, mas também as secundárias, onde teremos apenas que ajudar as pessoas com o que elas precisarem, saindo do cenário de Azeroth.
E nessa nova expansão voltamos as origens de Warcraft, o que pode deixar alguns fãs jogadores bem nostálgicos durante a jogatina, já que estamos saindo da batalha contra aliens e ambientes de outros planetas, para um lugar mais familiar e que acaba dando um quentinho para nossos corações. Em nosso tempo de beta não conseguimos explorar todos os ambientes, pelo fato de ser muita coisa para se conhecer e até mesmo, mas sempre que passamos por alguma ilha podemos dizer com clareza que aquilo é World Of Warcraft.
Em Battle for Azeroth não levamos um tapa na cara com uma história pirotécnica e planeta diferente. Ficamos no conforto do mundo nórdico onde as espadas e as habilidades das classes é quem mandam no terreno. E é o que torna a nova expansão maravilhosa de se jogar, nos colocar em uma área de conforto, boa história e uma escolha muito difícil: ficar ao lado da Horda ou da Aliança?

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TOP 10 | Saudosos jogos do PS1

24 agosto 2018 0 Comentários



E
aí tripulação, hoje vou trazer um TOP 10 de games do saudoso Playstation 1, já que nesse blog adoramos ser nostálgicos. Vou
tentar ser bem eclético nas minhas escolhas e com toda a certeza do mundo irei deixar vários títulos de fora. 
Lembrando
que não está na ordem de gosto pessoal. Só fui lembrando e escrevendo. Vamos
lá:

FINAL FANTASY VIII
E para começar, um JRPG muito conhecido! Final Fantasy desde sempre ditando o ‘ritmo’ dos
RPGs de console, sempre evoluindo o game na mesma linha. A história principal é bem legal, com personagens bem diversos e que cativam, além de vilões que são marcantes.

A
variedade de magias, itens, armas, Chocobos e claro, os joguinhos dentro do
game, como, por exemplo, o de cartas, são atrações para quem quer jogar FF8.
GRAN TURISMO 2
Se
você curte games de corrida atuais, dê viva para o Gran Turismo que chegou aos
consoles atualizando o gênero e trazendo uma ‘realidade’ nunca vista antes.
Baita jogo e que diverte e lhe tira o máximo para conseguir ir evoluindo
dentro das ligas. Um ponto positivo era a variedade
 dos carros.

METAL GEAR SOLID
Solid
Snake
desde sempre fazendo missões para destruir o Metal Gear. Hoje o
game é mais ação do que furtivo, mas o primeiro MGS você tinha que ser o máximo
furtivo para vencer. Quem nunca deu aquela batidinha na parede para chamar a
atenção do capanga e aproveitar do descuido dele e passar desapercebido? Ou
usou a caixa de papelão para se esconder?

CASTLEVANIA: SYMPHONY OF THE NIGHT
Difícil
falar que um jogo é melhor que o outro no PS1, mas este Castlevania marcou
demais. Qual o jogo que lhe dá a oportunidade de conseguir jogar tudo de novo
com a simples ‘virada’ da tela? Pronto, este Castlevania trouxe isso lá nos
primórdios do PS1. 
A
história é ótima, jogabilidade bem simples, mas mesmo assim trazia
dificuldades. O que é bom. Você para zerar tinha que suar e dar seu melhor.
CRASH TEAM RACING
Fãs
da Nintendo sempre zoam as outras plataformas porque estas não possuem Mario
Kart. Porém a Naughty Dog (sim, a de The Last of Us e Uncharted) trouxe para o
PS1 uma versão de kart do Crash Bandicoot e era ÓTIMA!

Bem
similar ao Mario Kart, o CTR divertia tanto quanto. Se você jogou o game da
Nintendo, vai conseguir jogar bem o da Sony.
TONY HAWK’S PRO SKATER 2
Uma
das melhores trilhas sonoras de games já produzidas. Nomes como Papa Roach,
Anthrax, Rage Against the Machine estão lá e trazem uma imersão viciante ao
game.

E
não, o game não é só isso, a jogabilidade era muito boa. Momentos de diversão
competindo com seus amigos para ver quem marcava mais pontos ou conseguia fazer
as missões das fases.


RESIDENT EVIL

Preciso
falar de Resident Evil? Não né? Vamos pular para o próximo. Haha.
RE
é um dos maiores games de terror já feitos. Eu mesmo assistia mais do que
jogava. Morria de medo. 



Aquelas
cenas de loading quando entrava em um cômodo novo. Que eternidade. E quando
aparecia algum monstro do nada? E a jogabilidade não ajudava em nada, pois era difícil mirar. Essa mistura, com mais um vilão bem aterrorizante, fez deste game um
dos melhores da geração.
DRIVER 2

Podemos
dizer que antes de GTA ser GTA, já existia o Driver. Podemos mencionar que este game é um dos grandes favoritos pelos apreciadores de PS1, tanto pela
forma como ele caminha durante a jogatina e por suas missões onde praticamente não
vemos o protagonista.

O
que realmente importa nele são as missões fugindo da polícia ou até mesmo
levando alguma coisa de um lugar para o outro, passando por várias cidades (New York,
San Francisco, Miami e Los Angeles) — o que torna o game divertido e sem muito
mimimi para a época.

A lei da física para os carros era autêntica, naquela época, deixando marcas de cada
acidente que tínhamos durante a jogatina. Uma ação desenfreada e um realismo que nos
deixava querendo mais.


YU-GI-OH! FORBIDDEN MEMORIES
Talvez
um dos jogos mais difíceis que joguei, mas não pelo jogo em si, e sim pelo
disco físico que tinha problema na gravação dele. Explico melhor já, já.

Baseado
no anime e mangá bem famoso no mundo inteiro, é no estilo de Trading Card Game,
no qual você vai adquirindo cartas e montando decks para ir lutando contra
inimigos.
Na
batalha você pode pôr a carta virada para cima/para baixo, modo de ataque/defesa e jogado em turnos. Então, se colocássemos a carta virada para baixo, o
oponente colocaria a dele em modo defesa e isso fazia o game travar. Então a
gente (eu, André e Renato) tinha que pensar na estratégia
de ataque
, de defesa e de ‘antitravamento’, a cada partida. Era hardcore. Haha. Um dos jogos
mais divertidos de cartas que vocês vão encontrar nos consoles.
MARVEL VS CAPCOM: CLASH OF SUPER HEROES
Quem
nunca quis fazer um duelo entre Wolverine e Ryu? Mega Man contra Capitão
América? Então a Capcom trouxe para o PS1 em 1998 esse título. Ampliando o
leque de opções de personagens jogáveis. 
Nunca
fui muito fã de jogo de luta, mas este marcou.

Esses foram
alguns dos games que me vieram à cabeça quando pensei neste TOP 10. Agora digam, quais outros títulos vocês colocariam nesta lista? Qual o melhor jogo de PS1, na opinião de vocês? Deixem suas impressões e
comentários aqui embaixo.



Vou
indo nessa, mas volto depois com um TOP 10 do PS2. Quais games não podem ficar
de fora? 
Até
a próxima.
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Game | Triggerun

6 agosto 2018 0 Comentários

Olá tripulação, gamer! Estava com saudades de trazer novidades do mundo da jogatina para vocês, e hoje trago uma notícia interessante e inovadora para TODO MUNDO JOGAR! Vamos falar sobre Triggerun!


A novidade não fica pelo estilo de jogo, uma vez que MMOFPS é muito conhecido, mas sim pela acessibilidade fornecida e o público alvo: nós, brasileiros! 


Triggerun chegou pela 2AXION, uma publicadora e desenvolvedora independente de games com estúdio em Los Angeles/EUA e escritório em São Paulo, que foi fundada em 2017, pelo brasileiro Mario Silveira. Sempre atenta às novas tecnologias, a empresa tem como proposta oferecer inovação em conteúdo e acrescentar aspectos culturais aos seus jogos, por isso, Triggerun possui conteúdo totalmente em português e precisa de pouquíssimos para rodar. Nenhuma necessidade daquelas máquinas gamers superpotentes, apenas 100MB de espaço de armazenamento e 4GB de memória RAM! 






O jogo é ambientado em um planeta em declínio, onde grandes corporações estão no poder e não se importam com as consequências de seus atos, gerando grandes desastres naturais e fazendo com que a sociedade finalmente se una em busca do bem comum. Com 25 heróis, 7 modos e 14 mapas e 75 habilidades diferentes, a promessa é um jogo épico e viciante!



O melhor de tudo é que já está disponível para download gratuito na versão closed beta e começa com doze mil usuários registrados, além de uma grande promoção: os três usuários que mais avançarem de nível no jogo, até 13 de agosto dividirão um prêmio total de R$ 1.000,00! Não dá para perder essa, certo?! 






Na fase closed beta, o game é disputado em confrontos 5v5, oferece 13 personagens, oito mapas e cinco modos de jogo em partidas rápidas e ranqueadas. Já as classes dos personagens são divididas em Ataque, Defesa, Suporte e Tank, e — para ter sucesso — é necessário bastante trabalho tático e em equipe. 





Para participar do evento, os interessados devem baixar o jogo em www.triggerun.com e avançar de nível o máximo que puderem até 13 de agosto! Ao final do período, o usuário com melhor desempenho receberá R$ 500,00, enquanto o segundo e terceiro colocados ganharão R$ 300,00 e R$ 200,00, respectivamente. Em caso de empate, vence quem tiver mais pontos de experiência, e, persistindo a igualdade, a disputa será definida em confronto direto! 

► Para mais informações sobre o Triggerun, acesse www.triggerun.com e www.2axion.com
Agora vou desligar a transmissão, porque eu preciso subir de nível para garantir a grana da premiação! Corram e juntem a galera para jogar também!