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Review | South Park: A Fenda que Abunda Força

11 novembro 2017 0 Comentários

Como diria um grande sábio; “Com grandes peidos, vêm grandes
responsabilidades
”, é apenas essa frase que fará com que você entenda o que é South
Park: A Fenda que Abunda Força.

Em uma mudança repentina de brincadeira, sugerida por
Cartman, saímos do mundo medieval e somos transportados para o universo dos
super-heróis, onde comandamos o Sentinela Peidorrento. Vivenciamos o final do
primeiro game e entendemos o motivo da mudança ‘Game of Thrones’ para ‘Marvel’,
mas não é algo qualquer quer, mas sim o sumiço de um gato.

Você continua com o personagem Novato de South
Park, que continua sem falar muito, e que esconde realmente algo de seu
passado. Você nessa segunda parte começa semelhante ao primeiro, desbloqueando
seus poderes em diferentes classes e se envolvendo em missões pela cidade, onde
os crimes crescem cada vez mais.


Os gráficos continuam semelhantes ao primeiro, tendo mesmo
design do seriado, e sempre mantendo muitos aspectos icônicos que apenas South
Park tem. O humor pesado continua presente no game, talvez até mais que o
anterior, quando escolhemos a dificuldade à partir da cor de seu personagem –
do branco (fácil) até o negro (difícil). A história também não foge do sarcasmo
típico, sempre envolvendo os assuntos mais polêmicos possíveis, como política,
religião, sexualidade, racismo e mais uma lista que só cresce.

Mas também vemos um humor menos acido algumas vezes, quando
encontramos nossos heróis em um cenário “Guerra Civil”, sempre estabelecendo o
Marvel e DC durante o game e até mesmo fazendo referencias as series de ambos
da Netflix, como ironia.

O game também não foge do bom RPG que conhecemos, trazendo a
graça de evoluir seu personagem e conseguir pontos para suas armas e subida de
level. Sempre em alguma parte da cidade existira uma missão, seja tirar selfies
com as pessoas para o “coonstagram” ou encontrar quadros de Tweek e Craig no
estilo ‘Yaoi’.
Combate e Customização

A dinâmica do RPG de South Park é simples, para que o jogador
não passe por nenhum tipo de dificuldade desnecessária. Em batalha temos
poderemos básicos e um supremo, que funciona como um especial, e três aliados
de sua escolha que vão sendo liberados durante o game. Sua movimentação já é
conhecida por turnos – como funciona em Final Fantasy, Chrono Trigger e muitos
outros.

As opções de personalizações são como no outro game,
infinitas, onde ganhamos e podemos ir personalizando de acordo como queremos
que nosso herói fique, podendo até mesmo fazer junção de equipamentos para
deixa-los mais fortes. Sua evolução também desbloqueia a sequencia de seu DNA,
onde vamos colocando artefatos que o deixam mais forte e facilitam sua
movimentação durante as batalhas.

No final South Park: A Fenda que Abunda Força é um prato
cheio de diversão para os fãs de South Park e RPG, já que transporta todos os
elementos que os gamers gostam em um game cheio de sarcasmo, humor negro e
aquilo que gostamos muito que são os heróis.



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Review | Destiny 2

4 novembro 2017 0 Comentários



Vamos
direto ao que interessa ? Existem vários pontos que fazem com que Destiny 2
seja ainda melhor que o primeiro. O primeiro ponto é que não temos
aquela sensação de repetição durante o game, sempre trazendo coisas diferentes
para os jogadores. O segundo é a navegação melhor pelo mundo, que antes tinham
alguns bugs e o ambiente não era tão bem aproveitado. E o terceiro, mas não
menos importante, é que a história não trabalha só a ameaça em si, constrói e
apresenta melhor os personagens secundários que são importantes para o universo
da série.

Por outro lado, temos também a volta de fatores importantes que foram apresentados no primeiro game e que
são a essência de Destiny: missões de patrulha, assaltos cooperativos, batalhas
online contra outros jogadores, customização de personagem com armas e
equipamentos, eventos públicos e muito mais. Novos detalhes foram colocados, mas nada foi eliminado, mas sim, aperfeiçoado
.


“Posso jogar
Destiny 2 mesmo sem jogar o primeiro ?”

Problema não existe, mas o novo
jogador pode não entender muito da história e as raças, que são explicadas no
primeiro – como as raças inimigas (Vex, Colmeia, Possuídos e Decaídos) – ou a importância de certos personagens que o jogador só vai ter empatia se
tiver jogado o anterior – como o Porta-Voz – e até mesmo a relação dos
Guardiões com seus Fantasmas. Mas mesmo assim Destiny 2 consegue ser uma boa
porta de entrada para novos jogadores.

No entanto, se você quer saber minha opinião, considero uma ideia  válida jogar o primeiro, principalmente a versão com conteúdo adicional,
para experimentar todas as campanhas e conhecer mais detalhes do universo.
Que mesmo sendo desnecessária para seu segundo game, seu
 conteúdo é muito interessante.

Aprimoramentos
  • Navegação

A navegação pelos mundos ficou muito mais rápida. Não temos
mais a necessidade de sair de um planeta, ficar em órbita para depois escolher
um novo planeta. Podemos ir para onde quiser, independente de onde estivermos.

No primeiro só existia um ponto de aterrissagem, agora
temos vários, tendo a possibilidade de Viagem Rápida entre tais pontos,
facilitando a mobilidade também dentro dos planetas.

O mapa agora nos passa muito mais informações, sendo
possível até que o jogador veja mais informações sobre os planetas sem estar
nele – como eventos, missões e setores perdidos. Se escolher algumas dessas
opções, ele te indica o local mais próximo para se aterrissar sem que precise
caminhar muito até o local marcado. 


  • Campanha

Destiny foi um jogo que recebeu muitas críticas, em seu
lançamento em 2014. Onde todos sempre comentavam que sua história era fraca e
com personagens sem nenhuma importância. Suas expansões foram a causa da melhora do game, trazendo O Rei dos Possuídos e Ascensão do Ferro. Destiny 2 não foge
muito dessa base do primeiro, mas cria uma longa duração.

Mas uma das novidades que sua continuação trás é a presença
mais constante dos líderes centrais dos Guardiões dentro da trama, Zavala,
Cayde-6 e Ikora, participando ao lado do jogador em alguns momentos pontuais,
trazendo mais contesto em certos pontos. Até mesmo o próprio Viajante tem um
papel interessante a desempenhar aqui. E também novos personagens que acabam
ganhando carisma ao longo da trama, enquanto outros desaparecem por completo –
talvez surgindo novamente em expansões.

Mas não espere que o game lhe responda todas as perguntas e
mistérios que o universo de Destiny possui. Existe muita coisa implícita e
ainda não explicada, que talvez acabe irritando alguns jogadores.

A campanha de Destiny 2 segue muito a fórmula e padrões das
campanhas do primeiro. Os pontos pontuais na história são os mais geniais, como
nos eventos após a derrota do seu Guardião. Todo o ato final da campanha é de
deixar sem fôlego, fazendo nossos olhos brilharem ao primeiro momento.
Poderia ficar falando ainda mais sobre o game e contar TUDO que de novo que ele trás, mas isso pode acabar estragando a experiência para alguns e até mesmo as surpresas que vem seguidas dele. Destiny 2 não é só viciante, mas faz com que o jogador queira continuar mesmo depois de zerado. Com seu mecanismo maravilhoso e uma forma de interagir socialmente, mesmo que sem sair de casa, é uma forma boa de fazer amizades. É o game que você abraça e ele retribui tudo isso para você na tela.



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Cuphead: outro ponto para a nostalgia?

29 outubro 2017 0 Comentários

Cuphead se
popularizou mais rápido do que eu esperava para um suposto joguinho indie de plataforma. Na verdade, acho
que estamos bem perto de entrar numa crise de significado de palavras, já que
tudo que é indie parece tão mais mainstream
que o resto da indústria. 



Apesar dessa popularidade tão fora da curva ser o
exato oposto do que se espera de um jogo de nicho, Cuphead, tão certeiro quanto Stranger
Things
 é a nova leva de produtos cuja matéria-prima essencial é a
nostalgia. Atacando nossos corações justamente com afeto e memória, com uma
reciclagem bem feita das mecânicas simples e obsoletas dos jogos de plataforma
de muitas e variadas gerações atrás.

Através de uma
pesquisa rápida na internet você irá encontrar um mundo de textos e vídeos, de
análises diversas, todo mundo tentando identificar as reinvenções e referências
que compõem e povoam o simpático e colorido mundo do jogo. Seja o traço de cartoon meio anos 1930, com seus
adoráveis protagonistas que mais parecem um par de Mickeys com cabeças de
caneca, seja sua mecânica tão agradável e imersiva, misturando elementos que
vão de Mario, Mega Man e Donkey Kong
até Street Fighter
.


Num
lapso de cinismo, podemos argumentar que já não há mais terreno ou espaço
para uma boa dose de criatividade, que a indústria da cultura é hoje
somente baseada em autorreferência. Mas Cuphead, mesmo com a muleta da nostalgia
e da beleza irretocável de seu trabalhoso processo gráfico, faz tudo com um
inconfundível sopro de novidade. 



De fato, jogar Cuphead é um pouco como jogar as primeiras versões de Mario, um pouco como jogar Donkey Kong, como jogar Mega Man ou Street Fighter, a mesma sensação de que algo tão bonito e estranho
está acontecendo na tela e que só você pode levar os heróis adiante, caindo uma
vez ou outra num buraco para fora da imagem ou sendo atingido pelos frenéticos inimigos
pulando de todo lugar, mas sempre aparecendo de novo no início da fase para
tentar outra vez. A sensação é mesmo muito parecida, mas a experiência é tão diferente.

Para
mim, é aí que o jogo realmente se inova. Cuphead faz questão de não ser só uma
experiência incrível de nostalgia, mas principalmente de ser uma experiência incrível
e pronto. Apesar da nostalgia e não por causa dela. O jogo brinca o tempo todo
com nossas memórias, com nossos afetos (com as memórias e os afetos dos
criadores também, tenho certeza), mas nunca faz questão que a gente volte a ser
criança. Cuphead é sobre evoluir
essas dinâmicas e crias memórias novas.

A
dificuldade frustrante que as fases do jogo propõem é, nesse sentido, um dos
grandes triunfos de sua jogabilidade. Novamente, é como jogar todas aquelas
coisas bonitinhas e simples da nossa infância, mas tão mais difícil, tão mais
agressivo, tão mais desafiador e adequado. Vencer em Cuphead exige muito esforço e experiência, exige perder
repetidamente até ser capaz de acertas e ser perfeitamente preciso. Isso não é
experiência nostálgica. É quase alegoria da vida adulta, se me permitem um
pequeno desvio para melancolia.

Mesmo
frustrante e difícil, o jogo teima em não ser injusto e toda vez que você perde
e volta para o início e sabe que tem que tentar de novo, você sabe que consegue
ir mais longe. Não é uma experiência só emocional, portanto, mas também mecânica.

Se é
na memória afetiva de tempos e jogos mais simples que se disfarça a desgastante
dificuldade deste, dá para apontar também uma interessante relação entre o
colorido e ingênuo traço e sua história, bem mais obscura e irônica.

Logo
na introdução, descobrimos que Cuphead e seu amigo Mugman, um pouco inclinados
demais a jogos de azar, perdem às almas para o diabo num cassino (daí o
subtítulo do jogo “Don’t deal with the
devil
”). Toda a jornada que se segue é, portanto, uma tentativa de coletar
almas e enfrentar o capiroto num duelo para pôr de volta a vida nos eixos. Um
pouco demais para um jogo sobre canequinhas bonitinhas que sorriem como
crianças, não?

Cuphead
já é um sucesso absurdo de vendas, surpreendendo ninguém que já tenha olhado nessas
carinhas adoráveis e visto que era impossível dizer um não. Olhe bem para eles
e compre já sua cópia. 

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Primeiras impressões | Call of Duty: World War II

23 outubro 2017 0 Comentários

Um dos jogos mais
esperados nessa BGS 2017 com toda certeza era Call of Duty: WWII, que saiu do
cenário moderno de 
Infinite Warfare e fez os fãs voltarem ao tempo, ao levar-los direto para a Segunda Guerra Mundial. 

Com uma narrativa baseada em inúmeras consultas e pesquisas, vemos a riqueza histórica do game, como também, a abordagem de alguns assuntos polêmicos que na época foram motivos de perseguição, como o antissemitismo. 

Diante disso, a história acaba não sendo corrida, ainda mais se tratando de um evento histórico, tomando um cuidado no desenvolvimento de seus personagens e na identificação do jogador com a história contada, fazendo com que você não queira desgrudar a bunda da cadeira e a mão do controle.

Toda a ambientação é muito bem
feita. A partir do momento em que colocamos o headset somos transportados para a zona de guerra e completo caos, onde você realmente sente estar com uma arma em
mãos e atirando nos inimigos à sua frente.O mesmo pode se dizer do som, que foi mais
aprofundado, onde escutamos até mesmo a voz dos personagens que estão distantes.
Em relação aos controles não há muitas mudanças, porém sentimos mais leveza e agilidade ao se esquivar, na troca de
armas e na recarrega. Já o 
mapa acaba não tendo
tanto a forma vertical e não temos regalias de armas e coisas em abundância
durante as batalhas, temos que racionar com o que temos em mãos e tomar
cuidado para eles não acabarem, já que os postos que podemos encontrar munições
nem sempre tem aquilo que queremos.

Mesmo que não tenhamos na
beta a possibilidade de jogar o modo história – disponível apenas no modo multiplayer -,
isso não desmerece o game e nos dá uma ideia do que iremos enfrentar durante
toda sua campanha. Mesmo que algumas coisas não sejam mais tão dinâmicas,
teremos um jogo imersivo e que exigirá inúmeras estratégias no campo de batalha.
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Primeiras impressões: South Park: A Fenda que Abunda Força

19 outubro 2017 0 Comentários

Essa é a última vez que
eu pago 20 conto em uma stripper

É assim praticamente que somos introduzidos a primeira batalha
de sua missão. Junto do Capitão Diabetes, precisamos entrar uma boate e
encontrar uma mulher, mas acabamos dentro de uma sala VIP fazendo dança íntima
para dois marmanjos. É algo já esperado em South Park não é mesmo ? Na última
aventura tínhamos o Senhor dos AnéisGame of Thrones das lutas e agora temos
a Guerra Civil no Colorado.

As lutas são táticas onde temos o controle de um RPG, que
funcionam por rodadas no qual podemos usar qualquer tipo de ataque, saber quem
vai atacar na próxima rodada e quando cada poder pode tirar de seu inimigo,
onde temos agora que ser estrategistas.

Mesmo que acabemos vendo muito pouco na Demo, que nos faz
lembrar muito de The Stick of Truth, podemos sentir o leve gosto das diferenças que
teremos nessa nova aventura. De fotos no Coonstagram
à danças onde seguimos o ritmo da música e um combo de peidos no colo de outro
personagem. E voltamos com o humor pesado e sarcasmos sempre sendo
protagonizados por Eric Cartman.

E a grande
novidade seria a dublagem que foi adaptada para vários países, até mesmo em
português, onde foram usados os dubladores do Comedy Central – canal onde o desenho é transmitido.

Mesmo com apenas
alguns minutos de game, conseguimos rir e sentir o gostinho de quero mais, e
entendemos o motivo de ter sido titulado como; South Park: A Fenda Que Abunda Força, e que a frase citada no
começo não faz jus ao game.
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Until Dawn: O Amanhecer que nunca chega.

10 agosto 2017 0 Comentários

Olá tripulação, hoje iremos falar de mais um game, Until Dawn, exclusivo de
Playstation 4, que foi disponibilizado gratuitamente para os assinantes da PSN
Plus
no mês de julho de 2017.


Era
um game que eu estava bastante curioso para jogar, já tinha visto algo no
YouTube, tanto no canal do Zangado, quanto no canal do Jovem Nerd (no
Nerdplayer) e finalmente tive a oportunidade de experimentar.

Teve
momentos que quase comprei, por conta daquelas promoções malucas que sempre
tem, mas ainda bem que não cedi, porque fui recompensado com a “sorte” de
conseguir gratuitamente.
Bem,
chega de enrolação e vamos falar do jogo e da experiência de ‘chegar até o
amanhecer’.

A trama conta a história de 8 jovens que voltam a se encontrar, um ano após
o desaparecimento de duas irmãs na casa de montanha da família, enquanto estavam com amigos. Tendo sido dadas como mortas, apesar de seus corpos nunca terem sido encontrados.

A
narrativa do jogo possui muitas similaridades com filmes como Pânico, Eu Sei O Que
Vocês Fizeram No Verão Passado
, em que colocam vários jovens em um lugar
inóspito, uma casa que fica tão dentro de uma montanha que não tem alcance de
celular. Para chegar lá é preciso pegar um bonde e ainda por cima há um manicômio e uma mina, abandonados no local. 
Daí
você já tira o ambiente que é criado em volta da trama.

Chamei
minha noiva para me acompanhar nessa jornada e partimos em busca de desvendar
os mistérios que cercam aqueles jovens.

Você
joga com todos os personagens, alternando entre eles, onde cada decisão que você
toma interfere no desenrolar da história. É o chamado efeito borboleta:


“Efeito
borboleta é um termo que se refere à dependência sensível às condições iniciais
dentro da teoria do caos. Este efeito foi analisado pela primeira vez em 1963
por Edward Lorenz. Segundo a cultura popular, a teoria apresentada, o bater de
asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e,
assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo.”


No jogo cada escolha faz a diferença, por exemplo, há momentos em que você escolher que os personagens discutam, porém no futuro isso pode acarretar em uma consequência para um ou outro, ou
ambos.


O
fato de sempre está no comando de um personagem, faz você criar laços e empatia
com a maioria deles. Teve um que eu não gostei de tão chato que era. E isso te
afeta na hora dos momentos tenso e decisivos.

Para
você zerar, é necessário que faça com que pelo menos um jovem sobreviva até o
amanhecer, o que às vezes você acha que não vai passar nem da primeira hora.

A
história é dividida em capítulos, que é do anoitecer até o amanhecer. E por se
passar durante o breu, tudo é escuro e você espera que em cada esquina apareça
algo para te assustar. O que é divertido e aterrorizante ao mesmo tempo.

Os
atores que fizeram a captura de movimentos são muito bons e reconheci três logo
de cara. Brett Dalton, que interpreta Grant Ward em Agents of Shield, Rami
Malek, 
que interpreta Elliot Alderson em Mr. Robot, e Hayden Panettiere que
interpreta a cheerleader Claire Bennet em Heroes.

O
jogo não é só amores, a jogabilidade achei horrível, às vezes você quer correr,
mas no jogo não existe botão para isso, no máximo é andar mais rápido. Só que mesmo
ao andar, você se sente travado ao mover o boneco.

Os
gráficos também não são lá essas coisas, porém para mim o importante é o que o
jogo tem a contar e como o faz. Só que sei que tem gente que não vai curtir.

Posso
dizer que a experiência que tive foi a melhor do que esperada, e certamente
quero jogar novamente para tomar outras atitudes e ver se consigo me sair
melhor.



Aprovo o game e quero mais do gênero, pois suas ações interferem mesmo no desenrolar da história, então me senti mais um preso naquela montanha de neve à espera do amanhecer.