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Good Charlotte está vivíssimo!

21 setembro 2018 0 Comentários
Calma, vocês ainda estão no ano de 2018! Acontece que aquela sensação “emo feliz” por acabar de ouvir um álbum que te acolhe lá no fundinho, voltou! Porque na sexta-feira (14 de setembro), Good Charlotte finalmente liberou o ‘Generation RX’, o sétimo álbum de estúdio da banda que está maravilhoso!





GC me traz boas lembranças da adolescência e sempre foi uma das minhas bandas preferidas. Quem nunca cantou ‘Girls and Boys’ e ‘I Just Wanna Live’ na maior altura, ou classificou ‘Predictable’ e ‘We Believe’ como um dos melhores “singles emo” da vida


Para comemorar o lançamento do novo álbum, a banda esteve no The Late Late Show fez uma performance extraordinária de ‘Prayers’, seu último single divulgado. 




O último álbum lançado pela banda foi o Young Authority (2016), que não sei vocês, mas particularmente eu não gostei. Parecia que a banda tinha fugido muito do Good Charlotte que a gente conheceu em 2002. Claro que toda banda – em algum momento da carreira – passa por um período de amadurecimento, e foi com Generation RX que senti que eles finalmente reencontraram o caminho! 


‘Actual Pain’ foi o primeiro single a ser divulgado e já me conquistou no primeiro play. Bateu uma nostalgia e a sensação que tive quando ouvi pela primeira vez foi a mesma de quando ouvi ‘The River’ – mesmo com as letras completamente distintas, a batida me levou ao passado, mas sem sair do presente. Me trouxe aquela sensação “emo”, mas que amadureceu.


‘Generation RX’ nos leva em um novo capítulo para a banda (e para nós também). Com hinos recheados de um rock melódico, meio punk com toques que parecem trilha sonoras de filme, eles mantêm a vitalidade dos anos de estrada, enquanto nos entregam uma mensagem importante. Desde o lançamento do álbum ‘Good Morning Revival’ (2007) eu não me sentia uma fã tão orgulhosa com toda essa energia. Nosso Good Charlotte está vivíssimo!



O álbum já está disponível para compra no formato físico e nas plataformas digitais. No site da banda você encontra uma edição exclusiva e limitada.

Site | Facebook | Youtube | Spotify | Deezer


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Review | Youngblood – 5 Seconds of Summer

2 julho 2018 0 Comentários


E depois de afundar o botão do repeat resolvi vir aqui para comentar um pouco do álbum Youngblood do 5 Seconds Of Summer que traz uma proposta completamente diferente dos álbuns anteriores, mais maduro e muito apaixonante. 

O primeiro single divulgado foi ‘Want You Back’, na hora já deu para perceber que era uma pegada diferente do álbum anterior. Puxado mais para o pop, como fã, o meu medo era que a banda tivesse optado por ir para “aquele lado” que muitas bandas acabam indo… Aquele lado pop, fácil, que sabe que vai agradar gregos e troianos, que tem singles que tocam vinte vezes por dia nas rádios e parece tudo muito raso e sem sentimento, só pela fama e dinheiro. Isso não significa que eu não tenha gostado da música, mas foi essa a primeira impressão que tive. 
Minha opinião começou a mudar quando eles liberaram ‘Youngblood’. Deu para entender um pouco mais da proposta que eles queriam, mesmo ainda sem compreender totalmente. Foi acompanhando as publicações das redes sociais dos integrantes que percebi qual era a deles. Eles quiseram sim optar por algo diferente, e pelas palavras do Michael: “é algo que eles sempre quiseram fazer e eles estão muito satisfeitos com o resultado final”
Quando finalmente chegou o dia do show (você pode conferir como foi clicando aqui), pude ver com os meus próprios olhos que eles realmente estavam fazendo o que gostavam e do jeito que queriam. Não foi para o lado pop modinha. Você sente que foi um álbum que teve um trabalho minucioso, mais que isso, é visível a evolução musical dos meninos, tanto vocal quanto na produção instrumental. 
O que antes as canções me lembravam uma mistura de Green Day com Good Charlotte e Simple Plan, agora eles encontraram seu próprio estilo! As batidas lembram músicas dos anos 90 e todo o visual do álbum também. Com letras de muita dor de cotovelo e outras que você pára pensar: “não é possível que tão novos já sofreram tanto por amor” hahaha. 
A sensação que tenho agora é de uma fã orgulhosa! Youngblood é aquele álbum que basicamente não tem uma música ruim. E para aqueles que diziam que a banda era um “One Direction” da vida, não tem desculpa para não escutar agora. 🙂

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5 Seconds Of Summer em São Paulo

8 junho 2018 0 Comentários


Com ingressos esgotados, 5 Seconds Of Summer retorna ao Brasil em menos de um ano e faz um show curto, mas memorável.

Com uma hora de show, a banda manteve a mesma setlist dos outros shows da mesma turnê, uma mistura de hits antigos como She Looks So Perfect, Amnesia e Jet Black Heart que levaram o público a cantar tão alto que ás vezes era difícil ouvir os próprios integrantes cantando. E novos singles como Youngblood e Want You Back e mais alguns que ainda não foram divulgados em boa qualidade, mas obviamente o público brasileiro não deixou a desejar, acompanhando sempre com um coro impecável. 

A apresentação foi única no Brasil e aconteceu no Cine Joia na noite de quarta-feira (6), um espaço pequeno comparado ao show do ano passado que foi no Espaço das Américas, mas que particularmente eu adorei e tenho certeza que combinou mais com o novo estilo que a banda adotou. E como consequência de um local menor, tivemos a oportunidade de ficar mais pertinho do palco e poder observar cada detalhe – e de todos, o que mais chamou atenção foram o brilho nos olhos dos integrantes que não deixaram de demonstrar o quão felizes estavam por estarem aqui. 

Youngblood é o terceiro álbum da carreira da banda e será lançado no dia 15 de junho. E copiando as palavras do Michael, guitarrista do 5SOS: este será o álbum mais foda de todos! 
SETLIST
She Looks So Perfect 
Girls Talk Boys 
Disconnected 
Moving Along 
She’s Kinda Hot 
Valentine 
Amnesia 
Lie To Me 
Waste The Night 
Talk Fast 
Youngblood 
Jet Black Heart 
Want You Back
E se quiserem conferir um pouco de como foi o show do 5SOS é só entrar no nosso instagram @euastronauta que deixamos um destaque especialmente para eles.


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Músicas nas séries

2 junho 2018 0 Comentários

Se tem duas coisas que nós amamos demais, são músicas e séries, e quando juntamos a duas não tem erro, o sucesso é garantido. Mas não estamos falando de séries musicais, estamos falando daquele momento em que toca uma música perfeita na série que combina exatamente com o que está acontecendo e torna o momento marcante e especial. Lembrou de algum momento específico? Pois são desses momentos que iremos falar hoje, então se prepare, pois este post vai conter muita nostalgia e quentinho no coração! 

ESSE POST CONTÉM SPOILERS DAS SÉRIES CITADAS

1. How I Met Your Mother – Simple Song (The Shins)

Para começar essa lista, vamos voltar em um dos melhores momentos de HIMYM, o tão esperado primeiro aparecimento da Mother! Aconteceu no final da oitava temporada, lá no episódio 24, e essa primeira aparição do amor da vida do nosso querido Ted, foi embalada por essa música maravilhosa do The ShinsSimple Song casou perfeitamente com esse acontecimento, e até hoje quando essa música toca é impossível não ser transportado para esse momento. 

2. The 100 – Radioactive Cover (Koda)

Com certeza muitos tiveram o coração partido nesse momento. Aconteceu lá na terceira temporada no episódio 13, onde muitos sacrifícios precisaram ser feitos. Nós somos levamos de volta no tempo com um flashback de quando os 100 foram enviados à Terra, e nesse momento toca esse cover maravilhoso de Radioactive que tornou tudo perfeito e triste ao mesmo tempo. 


3. Glee – If I Die Young Cover (Naya Rivera)

Fazer uma lista dessa e não colocar nenhuma performance de Glee é um crime! Foi muito difícil escolher um momento, mas acredito que essa é uma das performances mais lindas de Glee. No episódio 3 da quinta temporada que aborda a morte do tão amado Finn (o ator Cory Monteith que o interpretava foi encontrado morto em 2013), o clube do coral homenageia o líder que ele foi. É um dos episódios mais emocionantes de Glee, a série fez uma homenagem muito linda ao Cory, e a interpretação de If I Die Young na voz da Naya Rivera ficou perfeita e muito emocionante. 


4. Orange Is The New Black – Muddy Waters (LP)

Ai o final da quarta temporada… O que dizer? Um dos momentos mais tensos de toda a série, quando a Daya pega a arma e aponta para o policial. Foi um momento poderoso que embalado por Muddy Waters nos fez perder o ar e ficarmos extremamente paralisados diante da cena. É uma música muito poderosa e combinou perfeitamente. 


5. The Fosters – Same Love (Macklemore feat. Mary Lambert)

Uma injustiça televisiva é a maioria das pessoas não conhecerem The Fosters, a série é incrível e merece ser assistida! No episódio final da primeira temporada temos a cena mais linda do mundo que é o casamento da Stef e da Lena. O momento da dança delas ao som de Same Love é uma preciosidade e precisa ser contemplado.


6. Grey’s Anatomy – Chasing Cars (Snow Patrol)

Tá aí uma série que poderia ganhar uma lista só com seus melhores momentos musicais. Grey’s Anatomy tem o dom de casar músicas com momentos e tornar eles perfeitos. Foi muito difícil decidir qual entraria na lista, mas optei por um dos momentos mais tristes quando a Izzie perde seu grande amor. Ao som de Chasing Cars nós ficamos despedaçados ao ver nossos internos sofrerem ao lado de sua amiga. É devastador, mas a música ainda aparece em outros momentos extremamente tristes e quando ela começa a tocar já sabemos que muitas lágrimas vão rolar. 


7. The Blacklist – Rise Up (Andra Day)

The Blacklist é outra série que sabe muito bem casar uma boa cena com uma ótima música, e na terceira temporada quando Lizzie sai da prisão, nós somos despedaçados por Rise Up na linda voz da cantora Andra Day. Quando Lizzie abraça Red os fãs da série com certeza tiveram um colapso causado pela emoção rs. 

8. The Handmaid’s Tale – This Woman’s Work (Kate Bush)

CONTÉM SPOILER DA SEGUNDA TEMPORADA. 

The Handmaid’s Tale começou a segunda temporada nos dando um soco no estômago. Em uma cena de pura aflição onde as Aias são colocadas em frente a forcas, nós sentimos o desespero delas e o medo da morte. O momento se tornou ainda mais poderoso ao som de This Woman’s Work da cantora Kate Bush. É muito difícil assistir essa cena, mas com certeza entrou para a lista de momentos mais fortes e emocionantes da série. 


Essas foram as escolhidas da vez, devo confessar que esse post foi bem emotivo rs. Tem mais algum momento que vocês acham que faltou? Comenta aí, quem sabe não rola uma parte dois? Até a próxima!
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Ouvimos: Justin Timberlake – Man of the Woods

23 fevereiro 2018 0 Comentários
Justin
Timberlake
é um dos artistas pop que mais está em evidência na última década,
tanto que no último Super Bowl ele foi a atração do intervalo. E aproveitando o
hype, foi lançado seu novo álbum chamado “Man of the Woods”, no dia 02 de fevereiro de 2018.

Vou
começar falando que — para mim — o disco é uma decepção, já que ele vinha de dois
superdiscos (FutureSex / LoveSounds e The 20/20 Experience) e o novo não
conseguiu manter o nível alcançado com os anteriores.

Um
dos principais motivos que não curti muito é que não ‘encontrei’ o hit, AQUELA
música que você se pega cantando após ouvir uma única vez. Detalhe que já ouvi
o CD várias vezes.

O
“Man of the Woods” começa bem com uma pegada dançante que empolga com as “Filthy”,
“Midnight Summer Jam” e “Sauce”, mas já muda um pouco o tom com a música que
leva o nome do disco, que tem mais uma pegada Folk.

Com
“Higher Higher” ele embarca num blues bem mais calmo do que o início do álbum dava
a entender que seria a pegada. A próxima música “Wave” lembra muito os outros
discos do JT, com batidas e uma pegada bem ativa da guitarra elétrica.

“Supplies”
mostra a maturidade do Justin com relação à letra e à música, onde você percebe
a influência do Timbaland bem nítida.

Depois vem
uma sequência de músicas com parcerias, a primeira “Morning Light” traz Alicia
Keys
e é uma ótima música com aquele toque de folk/blues. A segunda “Say Something” traz
o Chris Stapleton, grande artista country americano, que junto com o JT nos
entregam uma música bastante Ben Harper, e ainda traz uma mensagem bem
interessante:

“Às
vezes, a melhor maneira de dizer algo

É
não dizer absolutamente nada.”

Com
“Flannel” o ritmo continua lento e você nota que o JT erra ao ter músicas “intermináveis” e sem os ganchos ou o dinamismo para justificar suas existências contínuas —
 as frases são recicladas, as quebras se sentem como
intrusões de músicas completamente diferentes.

Em “Montana”
e “Breeze Off the Pond” a pegada dançante volta, porém sem nenhum brilhantismo.
Músicas rasas que você escuta e esquece no segundo seguinte.

“Livin’
Off the Land”
conta a história de um homem trabalhador que vive nas montanhas e
vive para pagar suas dívidas e com isso salvar seu relacionamento. Mal
comparando é uma tentativa mal executada de fazer o que o Red Hot Chili Peppers fez com Road Trippin”.


“The
Hard Stuff”
parece uma balada country e em “Young Man” você escuta o filho de
Timberlake participando no começo da música. A atriz
Jessica Biel, que é esposa
do cantor, participa de muitas músicas cantando ou falando, convergindo em um
contentamento familiar. Como citei antes, o Timbaland, em conjunto com Neptunes
e Danja continuam a produzir os discos do JT como vemos desde Justified.
Em
vez de avançar com uma nova visão para a música pop, ele se baseia nos sons e
gêneros que se tornaram alimentos de conforto americanos: country, soul, funk,
disco, gospel… sem marcar sua identidade e seu diferencial.

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Vessels – o novo álbum da Starset

20 janeiro 2017 0 Comentários

starset

Hoje, dia 20 de janeiro, é o dia tão esperado pelos fãs (se você ainda não conhece a banda leia este post aqui antes), pois finalmente chegou o Vessels, o novo álbum da Starset. Por isso, não podíamos deixar de vir aqui para dar uma super review do que achamos das novas músicas e a grande dúvida: será que eles ainda mantém o mesmo estilo e aquela famosa historia de “transmitir a mensagem”? Continue lendo