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5 cosplayers gringos para seguir

31 agosto 2018 0 Comentários

Dando uma pausa nas postagens de cosplayers brazuca (porque a gente exalta e com gosto), resolvemos viajar atrás do Universo Cosplay para trazer para vocês alguns cosplayers da gringa que arrasam na transformação e na performance. Dá só uma olhada!

Anthony Misiano 


Você provavelmente já deve ter visto muitas fotos dele rolando pela web, e não é para menos, né? Se não é demais falar, Anthony faz o cosplay de Coringa mais perfeito que eu já vi na vida! Anthony fez seu primeiro Palhaço do Crime em 2012, depois decidiu ir na Comic Con de San Diego e sua imagem explodiu! 

Alyson Tabbitha 


Da série: quero fazer igual quando eu crescer. Além do talento de confeccionar a maior parte dos seus cosplays, Alyson chega aperfeição com precisão na maquiagem que faz com que ela fique idêntica a qualquer personagem, desde Mulher Maravilha até Jack Sparrow, você até se pergunta “isso é real?”.

Chris Stanley 


O australiano que faz várias versões do Morcego, também se caixa perfeitamente como Capitão América e nem vamos comentar do Capitão Bumerangue… Ele também tem um canal no Youtube onde posta vídeos bem interessantes, não só relacionados a cosplay


Kelsey Elizabeth 


Tem meninas que nascem para ser princesas, não é mesmo? Definitivamente esse não é o meu caso hahaha, mas aqui temos a Kelsey que é daquele tipo que combina com todas! Toda fofa ela comanda a @RoyalPrincessPrep, uma empresas onde você pode contratar personagens para festas no geral. 

Maul Cosplay 


Me segura que eu não to bem! Sempre fico sem reação quando vejo as fotos dele vestido de Gerard The Rivia, do game The Witcher. E se você também curte God Of War e outros jogos, dá um pulo no facebook do moço e sinta o mesmo que eu hahaha. 


E você já sabe, se quiser aparecer no aqui do blog é só mandar um email para contato@euastronauta.com.br com o assunto Universo Cosplay. Conte-nos brevemente sua história com este universo e mande algumas fotinhas. Depois é só esperar nosso contato! 🙂
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Universo Cosplay | Gih Zanettim

14 julho 2018 0 Comentários




É isso mesmo que você está vendo… O Universo Cosplay voltou! Ouvi um “amém”? Depois de um leve hiato com essa tag, voltamos a programar a nossa nave para muitas  viagens através desse universo, e no caminho, claro, esperamos sempre encontrar pessoas maravilhosas e talentosíssimas – que são tantos adjetivos que pode dar até bug no sistema! E para comemorar esse retorno, cruzamos nosso caminho com o da Gih, que podemos dizer que é uma “old school” do cosplay. Então, para quem está começando, contemple toda essa experiência!

E.A: O que te motivou a começar a fazer cosplay? 
GIH: Eu comecei cosplay em 2008. Foi através dos amigos da faculdade, frequentei alguns eventos e curti. Eu fazia faculdade de moda na época também. Foi engraçado! Sempre fui nerd, mas nunca usei o termo. Na faculdade, andando com o pessoal de design de games, me encontrei. 
Eu tinha uma amiga na época que disse que seria legal de fizéssemos Tempestade e Jean Grey para um evento e apresentar. Ela nunca fez o cosplay e eu nunca me apresentei! Rsrs.
E.A: Você faz cosplay a bastante tempo, né? Como foi para você no começo?
GIH: Pois é, to batendo ai meus 10 anos de cosplay! (omg, revelando a idade!!!). No começo eu não sabia muito como funcionava, achava que tudo era importado. Sorte é que com o técnico em moda e a faculdade, existia uma loja de fantasias no meu bairro que confeccionada uns looks pra mim quando eu tinha trabalhos pra entregar, fui lá e fiz minhas duas primeiras fantasias. A primeira Tempestade e a primeira Vixen
A Vixen aliás é um cosplay que me serve até hoje! A peruca, comecei com aquelas péssimas da 25 de Março, mal feitas. A lente, vou admitir o erro, peguei emprestado (CRIANÇAS, NÃO FAÇAM ISSO EM CASA).
E.A: Você acha que o universo cosplay mudou muito de lá para cá? 
GIH: Acompanhei algumas fases diferentes, mas sim, sinto que mudou muito, mas piorou muito e segregou. Não somos mais tão jovens para discussões tão bobas que vemos até hoje. Quem sobrou se esconde ou segrega em grupos bem “exclusivos” para ainda viver o hobby em paz. E para mim, não tem nada de errado nisso!
E.A: Quais os critérios você usa na hora de escolher um personagem. Quais são seus cosplays preferidos. 
GIH: Tenho total uma questão de afinidade! Embora receba indicações, eu sempre pego pela afinidade. Porém, eu gosto, por uma questão de pregar a representatividade, fazer personagens que são negros, trazem força, trazem uma carga bem legal! 
Eu sou apaixonada pela Tempestade e todas as versões que fiz dela, e pelo meu gender bender do Luke Cage (foto capa).
Gih de Vixen a esquerda e de She Hulk a direita.
E.A: Você já sofreu algum tipo de preconceito no meio? 
GIH: Conheça a Gamora gorda que você respeita!!! Não, pera….  Sim, pois é… na época de Vingadores 2 eu fiz uma ação em um cinema e fui de She Hulk, para representar o Hulk. E desde a interação com o público, até muitas semanas depois por internet, tudo que recebi foi uma série de ofensas por ser gorda, pela minha Gamora estar gorda e feia, por ser tão feia quanto a Fiona do Shrek, confesso que desde aquela época, a She Hulk anda meio engavetada.
E.A: Você também é jurada de concursos cosplays em alguns eventos, certo? Como é isso para você? E o que você mais observa na hora de dar sua nota. 
GIH: Jurada mesmo eu só fui duas vezes. Não é umas das situações mais convencionais pra mim, pois como eu não sou muito conhecedora do universo oriental, eu me sinto as vezes meio perdida, então eu me foco no que eu tenho mais noção, como finalizações de roupa, considerando toda época de moda, e como a performance de palco afeta o público. Porém, apresentando palco, são 10 anos!
E.A: O que você diria para quem está começando agora? 
GIH: Para quem está começando, regra principal, SE DIVIRTA, isso vem acima de tudo! Cosplay é um hobby, para alguns, trabalho, mas se você não tiver amor com o que está fazendo, nem vale a pena começar! Dica 2: seu cosplay nunca estará perfeito, e isso não é um impedimento, nós queremos sempre fazer mais e mais, então curta cada modificação que você realizar. 
E.A: Tem novos projetos de cosplay para esse ano que você pode contar para gente? 
GIH: Tem sim, agora sem as tranças, tudo ficou mais fácil pois posso voltar a usar peruca e fazer uns testes loucos. Posso contar que teremos uma nova versão da Tempestade que eu espero que saia pro final do ano, a finalização da minha Symmetra de Overwatch. <3

Você pode encontrar a Gih no Comics Cosplay BR, curta: www.facebook.com/comicscosplaybr


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Quero fazer cosplay… mas por onde começar?

15 maio 2017 0 Comentários

Olá tripulação!

Hoje resolvi fazer um post um pouco
diferente. Estamos sempre entrevistando cosplayers e eles sempre comentam um
pouco como é fazer parte desse Universo, mas muita gente me pergunta como
começar, onde encontrar tecidos, como fazer armaduras… O intuito do blog é
sempre dividir experiências com vocês, então resolvi falar um pouco de como eu
comecei a viver nesse universo.

Primeiramente é bom saber que eu não sou
a mais experiente na área. Estou fazendo cosplay a apenas dois anos, tenho só
três personagens (e meio hahah), mas confesso que aprendi muito nesse meio
tempo e tenho certeza que todas as dúvidas de principiantes, foram dúvidas que
eu já tive. Então partiu explorar esse universo juntos?

O COMEÇO

Uma das coisas mais incríveis de fazer
cosplay é que você pode ser quem você quiser! Não tem dessa de “não sou da
altura do personagem”
, “estou acima do peso”, “não pareço com o personagem”
Se você é um dos que pensam isso, apenas pare!

Eu sempre tive vontade de fazer cosplay,
mas antes eu morava em uma cidadezinha no interior de Minas Gerais e por lá não
existem eventos geek. Quando mudei para São Paulo podia ter sido a chance de
começar, mas a timidez e insegurança não deixaram.

Antes mesmo de começar, eu fiz um
documentário para o curso sobre cosplay. Foi assim que conheci vários
cosplayers, de várias idades, raças, opções sexuais e limitações físicas. Todos
foram incríveis e me inspiraram muito. Só assim eu percebi que não existem
barreiras para entrar nesse universo. É só querer e iniciar os trabalhos.


A ESCOLHA DO PERSONAGEM

Depois de finalizar o documentário eu já
comecei a me organizar e preparar o meu primeiro cosplay. Confesso que eu ainda
estava com um certo medo, sem falar na ansiedade.

Muita gente diz para escolher um personagem que combine com você, mas sou do timefaça um personagem que
você realmente goste
. Ser cosplayer não é apenas colocar “a fantasia”. É
agir como personagem, ser como ele. E quando você é apaixonada por tal personagem é bem mais fácil você “entrar” na pele dele.

Eu nunca me imaginei como Gambit. Quanto
mais eu trabalhava na produção da roupa, mais eu ficava na dúvida de como seria
no dia e se eu tinha feito a escolha certa. Para quem conhece o Cajun, sabe que
ele é todo cheio de si, é sedutor e tem todo um “gingado”. E olhando para mim, sou
apenas uma pessoa insegura – totalmente diferente dele. Mas por outro lado, ele
é um dos meu X-Men preferidos, eu sabia como ele era e como ele agia. O que
faltava era a coragem mesmo.

Não estou colocando medo em ninguém,
pelo contrário. Quando coloquei a roupa completa pela primeira vez e me olhei no
espelho eu não era mais a Raphaela. Veio uma onda de segurança que eu nunca
mais senti sem vestir aquele sobretudo (que é quente para a porra mds).

Outro ponto importante: a primeira vez
(em todos os sentidos) sempre fica marcado. Então escolha um personagem que
você vai se sentir à vontade. Te garanto que serão uma das melhores lembranças
que você terá para toda vida.

Ah, outro ponto: se você for como eu – que
sua lista dos 10 personagens preferidos são homens – não se preocupe. Para isso
temos o gender bender, que já falamos sobre aqui no blog. Você pode ler a
matéria clicando aqui.


A ROUPA

A primeira coisa a decidir é com quem
você vai fazer: cosmaker, costureira ou você mesmo? Se você tem dom para
costura, parabéns! A metade dos seus problemas quanto a gastos já estão
resolvidos.

No começo, quando eu ainda não era muito
por dentro das coisas, arrisquei fazer com uma costureira de confiança da minha cidade
lá em Minas Gerais. Eram viagens quase todo o final de semana para provar a
roupa, mas no final deu super certo!

Minha sugestão é: pegue todas as fotos
de referências que você puder. Frente, costas, dos lados… Alguns
colecionáveis também mostram detalhes fieis que não conseguimos ver em filmes
ou desenhos.

Minha roupa do Gambit foi inspirada na
versão dos anos 80. E como eu estava trocando o gênero do personagem, decidi
junto com a costureira a mudar alguns cortes para deixar mais feminino. Coloquei
ombreiras, fiz mais a cinturado e caprichei no cabelão com uma peruca
maravigold.

Também já fiz com uma cosmaker. Na maioria das vezes, essas pessoas já estão acostumadas a trabalhar com tecidos mais chatos e já tem prática com os cortes e detalhes. Mas fiquem atentos, pesquise bastante, peça indicações para amigos. É aquela velha história de que “o santo bateu”. Depois que você encontrar uma pessoa que faça o que você precise e que tenha um preço bacana dificilmente você vai trocar.

PROGRAME-SE!


A pior coisa é começar um cosplay em cima da hora. Isso vai te enlouquecer e provavelmente enlouquecer todo mundo a sua volta. Tire meses de antecedência. Coloque no papel uma data limite que você precisa para comprar tal coisa.  Imprevistos sempre acontecem! Então planeje estar com o cosplay pronto 2 semanas antes do evento.

SEJA FIEL
Lady Loki por Soji-Yarou

Você pode não parecer com o personagem,
mas se fizer uma roupa bem-feita e fiel à sua escolha, tenho certeza que vai
arrancar muitos elogios de outros fãs do personagem. 
Não tenha vergonha de fazer maluquices,
caras e bocas, poses e falas. Sinta o e aja como ele. Esqueça quem você é por
um momento e deixe a imaginação e sua paixão pelo personagem te guiar. Ninguém
vai te julgar por isso, pelo contrário, isso só te acrescenta.


QUANTO GASTAR?

Isso vai do bolso de cada um. No cosplay
do Gambit eu extrapolei, mas com o tempo eu peguei o jeito e aprendi a dosar o
quanto eu podia gastar com cada coisa. E pesquise sempre!

Não comece um cosplay já visando
parceria com distribuidoras para pré-estreia de filme ou para eventos. Comece
pela diversão, o que vem depois é lucro.

ONDE COMPRAR?

Perucas
Eu sempre comprei pelo Ali Express.
Nunca fui taxada e sempre chegaram no máximo dois meses. Os preços são bem
bacanas, mas fiquem atentos em qual peruca escolher para não vir aquelas “perucas
de carnaval”. Olhe sempre a classificação do vendedor e veja os comentários de
quem já comprou.

Você também pode comprar por lojas físicas
(indico dar uma passada na 25 de Março), lojas virtuais nacionais e até alguns
grupos no facebook de vendas de acessórios para cosplay.

Lentes
Com as lentes já é mais complicado.
Nunca me atrevi a comprar pelo Ali Express. Se for comprar em lojas gringas, dê
preferência para as que só vendem lentes – indico a MapleLens.

Para lojas virtuais nacionais, eu sempre
compro com o Edy, da Japonesque. Ele tem preços ótimos com várias formas de
pagamento e entrega em mãos para quem mora em São Paulo.

Tecidos
A compra de tecidos é na base da
pesquisa. Tem tecido que nem sempre é confortável – sentir calor é uma coisa
que todo cosplayer vai passar.

Depois que você decidir qual tecido fica
com caimento melhor, sugiro que pesquise muito. E infelizmente a melhor forma é
ir nas lojas para sentir a textura e ver a cor. Para quem é de São Paulo é só
ir bater perna no Brás.


Noitão X-Men 2016 – Cine Caixas Belas Artes

Fase bônus: se você quer fazer parte
desse universo, converse com um
cosplayer. Peça dicas, tire suas dúvidas e
arrisque!


Te garanto que você sentir uma sensação que é impossível descrever.
Só estando lá, todo produzido, na pele do seu personagem preferido, que você vai
saber como é. E quem sabe a gente se esbarra em algum evento, certo?
Este é só uma introdução para uma série
de posts que eu pretendo fazer a respeito. Se tiverem alguma dúvida é só deixar
nos comentários.
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Universo Cosplay | Laura Gilbert

3 janeiro 2017 0 Comentários



Olá Tripulação, 


Para começar 2017 com toda força nas engrenagens, demos a volta ao mundo, atravessamos o Oceano Atlântico e Índico e desembarcamos na terra dos cangurus, mais precisamente em Sidney na Austrália, para trazer para vocês um bate papo com a cosplayer Laura Gilbert, a “Infamous Harley Quinn” que tombou o Instagram com sua semelhança com a personagem interpretada pela atriz Margot Robbie.

Pouco tempo depois do lançamento do filme Esquadrão Suicida, a australiana de 21 anos já conquistou fãs do mundo todo em suas redes sociais.


Eu, Astronauta: A Harley Quinn é seu primeiro cosplay? Como você entrou em contato com este mundo?

Laura Gilbert: Sim, a Harley foi meu primeiro cosplay, feito em Setembro de 2016. Sou relativamente nova na comunidade, mas decidi fazer parte dela após minha primeira convenção!

E.A: Você já admirava a personagem antes ou decidiu fazer pelo visual do filme?

L.G: Sou uma grande fã da Harley! Não apenas pelo visual, mas sou completamente apaixonada pela personagem!

E.A: Como as pessoas reagem quando te encontram em eventos?

L.G: As pessoas são doces e gentis. Algumas até já me confundem com a Margot Robbie, o que é muito divertido.


E.A: Nós vemos no seu perfil pessoal do Instagram que você curte muitas coisas do universo geek. Há no momento algo em que está viciada (filmes, séries, livros…)?

L.G: Desde criança sempre fui uma fã fervorosa de Pokémon e Harry Potter. Mas no momento estou apaixonada por Star Wars por conta do lançamento de Rogue One.

E.A: Por trás de toda a produção da Harley, quem é Laura Gilbert?

L.G: Sou uma estudante universitária em tempo integral e trabalho como professora de piano e trompete. Devo confessar que infelizmente não tenho uma vida tão louca quanto a da Harley!

E.A: Nós conhecemos vários cosplayers aqui no Brasil que te admiram muito, como você se sente em receber mensagens do mundo todo?

L.G: Estou extremamento feliz e emocionada! É incrível como a tecnologia pode conectar pessoas de diversos lugares e com estilos de vida tão diferentes, e fazer com que elas se unam para falar sobre este hobby tão maravilhoso. 


E.A: Qual é a parte mais recompensadora disso tudo?

L.G: A possibilidade de fazer outras pessoas felizes por causa de seu cosplay é absolutamente recompensadora! Não somente posso agradar os outros, como também me divirto horrores!

E.A: Para finalizar, você pretende fazer outros personagens? Se sim, pode nos dizer quais são os próximos projetos?

L.G: Pra 2017 eu estou trabalhando em um cosplay de Harley/Negan e inúmeras outras interpretações da Harley Quinn. Se tudo der certo é provável que também faça uma da Mulher Gato.


Acompanhem o trabalho dela em suas redes sociais: 
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Universo Cosplay | Gih Antonello

25 dezembro 2016 0 Comentários

Hoje, dia 25 de Dezembro, em homenagem a esta data tão especial, voltamos com uma coluna que é muito amada por esta equipe: o Universo Cosplay. Nesta nova viagem intergalática convidamos para dar uma voltinha em nossa nave a Gih Antonello, uma cosplayer que nos surpreende com suas produções, como também, por sua simpatia. Nesta entrevista conhecemos um pouquinho sobre ela, assim como, suas influências, como entrou neste mundo, etc. Confira abaixo a entrevista completa !


Eu, Astronauta: Gih como você conheceu o mundo do cosplay?

Gih: Sempre fui em eventos de animes, desde 2010, mas criei um interesse mais forte por este mundo na CCXP 2014. Naquele ano prometi a mim mesma que no próximo evento iria de cosplay mesmo que fosse de armário kkk. Assim sendo, em 2015 fiz o meu primeiro cosplay, a Harley de “Assault on Arkham”.



Eu, Astronauta: Qual é o critério para a escolha do personagem ? Você tem que ter algum vínculo ou é puramente visual ?

Gih: O principal é gostar, porque o cosplay vai além da roupa (cos de costume e play de interpretação). Ou seja, não adianta de nada a pessoa apenas gostar da roupa, pois fazer um cosplay  é muito mais que isso, você tem que saber os trejeitos do seu personagem, como ele se comporta. Lógico que isso não te impede de fazer mas perde o significada e se torna apenas uma fantasia.  

Eu, Astronauta: Quem ou quais são suas influências? 

Gih: Minhas influências vão além de personagens, atitudes também me inspiram. Sendo a Jessica Nigri uma delas, ela é incrível. Além disso, temos os cosplayers brasileiros, que além de inspirações são amigos como Marcela, Shermie. 

Eu, Astronauta: Como as pessoas reagem quando te encontram em eventos?

Gih: São inúmera as reações. Há pessoas que ficam na dúvida, alguns que te reconhecem pelas expressões e outros que gritam (eu que assustei, mas foi engraçado hahahaha). Contudo, dentre todas essas, a mais comum é as pessoas se aproximarem de mim e perguntarem “Oi, você é a Gih? Eu te sigo nas redes sociais”.

Eu, Astronauta: Por trás de toda essa produção, quem é a Giovanna Antonello?

Gih: A Giovanna é uma mulher de 23 anos, bem moleca, adora andar de blusão, viciada em vídeo games. Que ainda tem vergonha de certas coisas, mas é super extrovertida.



Eu, Astronauta: Você acha que cosplay no Brasil pode ser uma profissão e não somente um hobby ? 

Gih: É um hobby, ainda não dá pra viver de cosplay no Brasil. Na verdade, temos casos de cosplayers brasileiras que vivem disso mas elas possuem muitos anos de carreiras. Muitas pessoas acham que cosplay é um ‘movimento’ novo no país, mas é uma coisa bem antiga,  que “voltou” a explodir agora. 
Eu, Astronauta: Quais seriam suas dicas para quem quer se profissionalizar na área?

Gih: Então, o profissional vai da pessoa. Você pode começar fazendo cosplays que gosta e isso pode despertar o interesse de pessoas que te chamam para realizar um evento ou trabalho, o que consequentemente ajuda na divulgação. Outro meio, é criar fanpage, instagram, o que faz com que um maior número de pessoas seja atingida e o seu trabalho possa ser visto pelo mundo. Por fim, fazer amizades também é importante, mas não force a barra seja você mesmo.



Fora isso, exige tempo e dedicação, como disse não é só colocar a roupa e fazer pose, cosplay vai além do simples é algo que se torna complexo quando você olha cada detalhe, tudo isso que eu disse não vai pra frente se você não quiser, DEPENDE MUITO DE VOCÊ.


Eu,Astronauta: Você já passou por alguma situação ruim ou alguma situação desagradável?

Gih: Sim, na própria CCXP, mas nada muito bizarro e fora do padrão. Foi uma cena engraçada eu diria, na hora não soube reagir mas fico tudo bem.

Eu, Astronauta: Qual é a parte mais recompensadora disso tudo?

Gih: Acho que tudo é recompensador. O carinho, as frases, as legendas de fotos, literalmente tudo.



Eu,Astronauta: Para finalizar, você pretende fazer outros personagens? Se sim, pode nos dizer quais são ?

Gih: Pretendo, mas estou no começo ainda. Ainda não sei qual cosplay irei fazer para 2017, mas pretendo arrumar alguns detalhes dos que eu usei na CCXP deste ano.


Siga a Gih em suas redes sociais: facebook instagram – snapchat: gihantonello
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Universo Cosplay | CROSSPLAY e GENDER BENDER

15 novembro 2016 0 Comentários


Para matar a saudade desta tag maravilhosa, trouxemos algo
diferente para vocês! Para mostrar que neste universo você pode ser quem você
quiser e que não existe atmosfera que te impeça de fazer isso, exploramos dois
novos caminhos: crossplay e gender bender.



OBS: no final do post tem o link da página de todos os cosplayers que vocês vão ver por aqui <3 



Começando pelo crossplay, este tende a pesar bem mais para o lado da diversão, mas claro, sem
deixar a arte e a criatividade de lado! Isso acontece quando o cosplayer entra na pele do personagem
oposto. Para ser mais claro que isso, mulheres se vestem de personagens homens
e vice e versa.


Star Lord (Guardiões da Galáxia) e Disney
A parte divertida disso tudo é que os homens terão que
aprender a lidar com maquiagem, andar de salto alto, colocar um pouco de peito
e como nessa vida não é só “se fantasiar”, mas também agir como o personagem,
eles acabam tendo que ficar automaticamente mais delicados. Já as mulheres, o
caminho é bem mais tranquilo, é só esconder uma coisa ou outra e caprichar na
maquiagem.

Sam (Três Espiãs Demais) e Mulher Maravilha
Agora você já parou para se perguntar: como tal personagem
seria se fosse mulher? Como ele se comportaria? Com quem ele teria podia ter um
affair? Como ele se sairia tendo as
mesmas habilidades? Ficaria um desastre ou seria – de certa forma – mais “sedutor”?
A resposta para todas estas perguntas você encontra no caminho do
gender bender, que literalmente trocar
o gênero de um personagem.

Noturno (X-Men) e Doutora Estranha
Sabe aquele mutante que manipula energia cinética, meio sedutor
e que paga de sotaque francês? Mais conhecido como Gambit. Se ao invés de
homem, fosse uma mulher com as mesmas características? E começou por ai… Gambit 
sempre foi meu X-Men preferido e por esse motivo ele
foi o escolhido para ser meu primeiro cosplay. Eu sabia que me sentiria mais à
vontade fazendo um personagem que eu conhecia bem. Optar pelo gender bender foi
uma das coisas mais divertidas que já fiz na vida, além de receber apelido de “Gambita”
e até ter levado cantadas em francês, não pude deixar de notar que por esse
caminho temos uma liberdade maior no quesito detalhes. Você adapta o personagem
a sua forma. A palavra “fiel” acaba sendo uma opção.

E antes de encerrar a nossa viagem, vamos lembrar que isso não
acontece só no universo cosplay; é só parar para pensar em alguns personagens dos
quadrinhos que também ganharam versões opostas. Eles podem ser parentes, casos
amorosos ou viver em universos alternativos. Se alguém optar por fazer um cross
ou gender bender acaba dando no mesmo ou chegando bem próximo. Alguns exemplos clássicos:
Batman e Batgirl, Deadpool e Lady Deadpool, Superman e Supergirl, Star Lord e
Star Lady (Kitty Pryde do X-Men), Hulk e She Hulk, entre vários outros.


Outro ponto importantíssimo para ressaltar é que em momento algum isso influencia na orientação
sexual de quem está fazendo. Tudo isso são formas magnificas de abusar da
criatividade para prestar uma homenagem ao personagem preferido. 


Encontre os cosplayers:
Dandi – Star Lord
HydraEvil – Joker (capa)
Gui Foxx – Sam (Três Espiãs Demais)
Paula Genkai – Doutora Estranha
Remy Harkness – Gambit (eu o/)
Thamy – Noturno e Disney
Wonder Bira – Mulher Maravilha