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Resenha | Rainha Vermelha

10 fevereiro 2020 0 Comentários

Rainha Vermelha

O livro Rainha Vermelha, escrito pela Victoria Aveyard, nos trás uma mistura de fantasia com distopia com uma pegada infanto-juvenil, mas que abraçou em sua maior parte o público adulto. Confira abaixo a resenha.

Em Rainha Vermelha, a história narra os acontecimentos na vida de Mare Barrow, protagonista do trama, que vive com sua família em Palafitas, Norta, parte mais pobre do país. Onde, só residem as pessoas com sangue vermelho, já que na história é feita uma divisão de classes: a classe majoritariamente privilegiada são as pessoas do sangue prateado, que além de receberem o título de nobreza, possuem também poderes. Sendo os prateados divididos nas seguintes casas;

rainha vermelha

 

Casa Calore

Poder: Controlar e manipular o fogo;

 

 

Rainha Vermelha

 

Casa Iral

Poder: São habilidosos, ágeis e rápidos; 

 

 

Rainha Vermelha

 

Casa Jacos

Poder: Usar vozes para controlar as pessoas;

 

 

Rainha Vermelha

 

Casa Samos

Poder: Manipular e controlar metais;

 

 

Casa Skonos

Poder: Podem curar machucados; 

 

 

Casa Titanos

Poder: Podem explodir objetos com um toque.

 

 

 Há cerca de 20 casas, mas não sabemos ao certo os detalhes de todas. Como os prateados se consideram seres superiores, eles menosprezam toda e qualquer raça que não seja igual a eles, fazendo os vermelhos (os portadores de sangue vermelho, que não possuem quaisquer benefício) serem a massa mais pobre da monarquia.

O país onde a história ocorre, Norta, está em guerra com o país vizinho, Lakeland; e Norta precisa de soldados para as trincheiras. Claro que os nobres não iriam de boa vontade à guerra, então fizeram uma lei, onde todas os vermelhos que fizessem dezoito anos e que não possuem um trabalho fixo e/ou não são aprendizes, devem se alistar. 

Com uma batalha interna, Mare fica desesperada para não ir a guerra. O seu melhor amigo, Kilorn, fica desempregado poucos dias antes do recrutamento e a única solução viável para Mare, é se aliar com os Rebeldes, a Guarda Escarlate, e sumir do mapa. Mas tem um custo altíssimo, onde Mare, tenta furtar todas as pessoas possíveis, mas em uma dessas ocasiões, a pessoa furtada reage. Só que reage de uma forma muito estranha, conversando com ela e entregando de bom grado, o dinheiro. 

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No dia seguinte, uma proposta de emprego bate na porta. Literalmente. Nossa querida Barrow recebe a oportunidade de trabalhar no castelo real para limpá-lo. Uma proposta irrecusável, tanto que ela aceita imediatamente. Mas as coisas, começam a ficar estranhas no castelo, a começar pelo sujeito que ela tentou furtar no dia anterior ser o futuro rei de Norta. E Mare interrompe uma espécie de competição, que irá definir a futura rainha. Uma das candidatas, que é da casa Samos, lança diversos objetos de metal em direção a Mare. Ela reage de forma espontânea, lançando raios, o que causa uma comoção geral. Mare Barrow é uma vermelha, e possui poderes. É por aqui que a história começa. 

O livro Rainha Vermelha de Victoria Aveyard é uma leitura que super recomendamos! A autora trás um mundo rico em detalhes numa escrita leve. Ela consegue manipular nossos sentimentos facilmente, nos tornando aflitos em momentos de tensão e nos enganando facilmente em relação aos personagens. E  este controle sob nós, é o que torna tudo um pouco menos previsível. Pode ser que você pense que se tratar de um típico livro clichê adolescente – o que de fato, é um pouco – mas a história se torna cada vez mais profunda e interessante.

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