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Until Dawn: O Amanhecer que nunca chega.

10 agosto 2017 0 Comentários

Olá tripulação, hoje iremos falar de mais um game, Until Dawn, exclusivo de
Playstation 4, que foi disponibilizado gratuitamente para os assinantes da PSN
Plus
no mês de julho de 2017.


Era
um game que eu estava bastante curioso para jogar, já tinha visto algo no
YouTube, tanto no canal do Zangado, quanto no canal do Jovem Nerd (no
Nerdplayer) e finalmente tive a oportunidade de experimentar.

Teve
momentos que quase comprei, por conta daquelas promoções malucas que sempre
tem, mas ainda bem que não cedi, porque fui recompensado com a “sorte” de
conseguir gratuitamente.
Bem,
chega de enrolação e vamos falar do jogo e da experiência de ‘chegar até o
amanhecer’.

A trama conta a história de 8 jovens que voltam a se encontrar, um ano após
o desaparecimento de duas irmãs na casa de montanha da família, enquanto estavam com amigos. Tendo sido dadas como mortas, apesar de seus corpos nunca terem sido encontrados.

A
narrativa do jogo possui muitas similaridades com filmes como Pânico, Eu Sei O Que
Vocês Fizeram No Verão Passado
, em que colocam vários jovens em um lugar
inóspito, uma casa que fica tão dentro de uma montanha que não tem alcance de
celular. Para chegar lá é preciso pegar um bonde e ainda por cima há um manicômio e uma mina, abandonados no local. 
Daí
você já tira o ambiente que é criado em volta da trama.

Chamei
minha noiva para me acompanhar nessa jornada e partimos em busca de desvendar
os mistérios que cercam aqueles jovens.

Você
joga com todos os personagens, alternando entre eles, onde cada decisão que você
toma interfere no desenrolar da história. É o chamado efeito borboleta:


“Efeito
borboleta é um termo que se refere à dependência sensível às condições iniciais
dentro da teoria do caos. Este efeito foi analisado pela primeira vez em 1963
por Edward Lorenz. Segundo a cultura popular, a teoria apresentada, o bater de
asas de uma simples borboleta poderia influenciar o curso natural das coisas e,
assim, talvez provocar um tufão do outro lado do mundo.”


No jogo cada escolha faz a diferença, por exemplo, há momentos em que você escolher que os personagens discutam, porém no futuro isso pode acarretar em uma consequência para um ou outro, ou
ambos.


O
fato de sempre está no comando de um personagem, faz você criar laços e empatia
com a maioria deles. Teve um que eu não gostei de tão chato que era. E isso te
afeta na hora dos momentos tenso e decisivos.

Para
você zerar, é necessário que faça com que pelo menos um jovem sobreviva até o
amanhecer, o que às vezes você acha que não vai passar nem da primeira hora.

A
história é dividida em capítulos, que é do anoitecer até o amanhecer. E por se
passar durante o breu, tudo é escuro e você espera que em cada esquina apareça
algo para te assustar. O que é divertido e aterrorizante ao mesmo tempo.

Os
atores que fizeram a captura de movimentos são muito bons e reconheci três logo
de cara. Brett Dalton, que interpreta Grant Ward em Agents of Shield, Rami
Malek, 
que interpreta Elliot Alderson em Mr. Robot, e Hayden Panettiere que
interpreta a cheerleader Claire Bennet em Heroes.

O
jogo não é só amores, a jogabilidade achei horrível, às vezes você quer correr,
mas no jogo não existe botão para isso, no máximo é andar mais rápido. Só que mesmo
ao andar, você se sente travado ao mover o boneco.

Os
gráficos também não são lá essas coisas, porém para mim o importante é o que o
jogo tem a contar e como o faz. Só que sei que tem gente que não vai curtir.

Posso
dizer que a experiência que tive foi a melhor do que esperada, e certamente
quero jogar novamente para tomar outras atitudes e ver se consigo me sair
melhor.



Aprovo o game e quero mais do gênero, pois suas ações interferem mesmo no desenrolar da história, então me senti mais um preso naquela montanha de neve à espera do amanhecer.